Dr. Giuliano Cigerza

Dr. Giuliano Cigerza Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dr. Giuliano Cigerza, Medicina e saúde, Rua Augusto Pestana, 543, Canela.

Dr. Giuliano Cigerza é médico pela ufrgs, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia do Aparelho Digestivo, pelo Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Especialista em Endoscopia Digestiva e em Cirurgia Bariátrica pelo CBCD.

A ideia de liberdade costuma ser associada à capacidade de fazer tudo o que se deseja. Mas, na prática, isso não represe...
10/08/2026

A ideia de liberdade costuma ser associada à capacidade de fazer tudo o que se deseja. Mas, na prática, isso não representa liberdade real.

Quando aplicado à obesidade, esse conceito se torna ainda mais evidente. Muitas decisões alimentares não são guiadas pela fome fisiológica, mas por impulsos emocionais como ansiedade, estresse, tédio ou busca de alívio imediato. Quando esses impulsos passam a conduzir o comportamento, a autonomia diminui.

A filosofia estoica, especialmente em Epicteto, propõe uma distinção importante: não temos controle sobre fatores como genética, metabolismo ou ambiente, mas temos responsabilidade sobre as escolhas que fazemos diante deles. Isso inclui a forma como respondemos aos impulsos e como estruturamos nossos hábitos.

O tratamento da obesidade, portanto, não exige eliminar desejos.
Exige aprender a não ser governado por eles.

A ciência oferece ferramentas — medicamentos, cirurgia, orientação nutricional.

O que está sob controle, no entanto, é a decisão de buscar tratamento, aderir a ele e sustentar mudanças ao longo do tempo.

A hérnia voltar não significa, necessariamente, que a primeira cirurgia foi mal feita.A recidiva pode acontecer por dife...
08/08/2026

A hérnia voltar não significa, necessariamente, que a primeira cirurgia foi mal feita.

A recidiva pode acontecer por diferentes motivos. Entre os principais estão o excesso de pressão sobre a parede abdominal, obesidade, tabagismo, diabetes descompensada, tosse crônica, prisão de ventre, esforço físico precoce no pós-operatório e, em alguns casos, características do próprio tecido do paciente.

Por isso, quando uma hérnia retorna, a solução não é simplesmente repetir a mesma cirurgia.
Cada recidiva exige uma nova avaliação.

É preciso entender por que ela aconteceu, qual é o tamanho do defeito, quais estruturas estão envolvidas e qual técnica oferece a menor chance de uma nova recorrência. Em muitos casos, isso envolve o uso de telas de reforço e abordagens minimamente invasivas, como a videolaparoscopia ou a cirurgia robótica, além da correção dos fatores que favoreceram o retorno da hérnia.

Operar sem tratar a causa aumenta o risco de o problema voltar novamente!

Se você percebeu um novo abaulamento, dor ou desconforto no local onde já foi operado, não espere os sintomas piorarem. Agende uma consulta comigo.

Antes, o câncer colorretal era visto como uma doença predominante após os 50 anos. Hoje, essa realidade mudou. O aumento...
07/08/2026

Antes, o câncer colorretal era visto como uma doença predominante após os 50 anos.

Hoje, essa realidade mudou. O aumento de casos entre adultos mais jovens tem chamado a atenção da comunidade médica e reforça a necessidade de rever um comportamento comum: acreditar que a idade, por si só, oferece proteção.

Embora fatores genéticos expliquem parte dos diagnósticos, o crescimento dos casos também acompanha mudanças importantes no estilo de vida. Obesidade, sedentarismo, alimentação rica em ultraprocessados e pobre em fibras, além de alterações no microbioma intestinal, fazem parte desse cenário e ajudam a explicar essa tendência.

Outro desafio é que muitos pacientes jovens demoram para procurar avaliação. Sangramento nas fezes, alteração persistente do hábito intestinal, dor abdominal, perda de peso sem causa aparente e anemia frequentemente são atribuídos a problemas benignos, atrasando o diagnóstico.

Quando identificado precocemente, o câncer colorretal apresenta altas chances de tratamento e cura. Por isso, qualquer sintoma persistente merece investigação, independentemente da idade.

Se você apresenta alterações intestinais recorrentes ou possui histórico familiar de câncer colorretal, agende uma consulta.

O isolamento social provocado pela obesidade costuma ser interpretado como uma consequência emocional da doença. Mas ele...
05/08/2026

O isolamento social provocado pela obesidade costuma ser interpretado como uma consequência emocional da doença. Mas ele também pode contribuir para a sua progressão.

Quando uma pessoa deixa de frequentar ambientes por vergonha, evita atividades físicas porque teme olhares, recusa convites ou adia consultas médicas por medo de julgamentos, ela perde oportunidades importantes de cuidar da própria saúde.

Ao mesmo tempo, a solidão aumenta o estresse crônico, e é assim que se forma um ciclo difícil de romper: a obesidade leva ao isolamento, o isolamento agrava o sofrimento emocional e esse sofrimento contribui para manter ou até piorar a própria doença.

Por isso, tratar a obesidade é sobre devolver autonomia, confiança e liberdade para que o paciente volte a ocupar espaços, construir relações e viver sem que a doença determine suas escolhas.

Se a obesidade tem limitado sua vida, agende uma consulta comigo.

O procedimento consiste na retirada de pequenos fragmentos da mucosa intestinal, de forma indolor, para análise em micro...
04/08/2026

O procedimento consiste na retirada de pequenos fragmentos da mucosa intestinal, de forma indolor, para análise em microscópio por um médico patologista. Enquanto o exame visual mostra como o intestino parece, a biópsia revela o que está acontecendo nas células.

É ela que permite confirmar se uma lesão é benigna ou maligna, identificar doenças inflamatórias, como Doença de Crohn e Retocolite Ulcerativa, diagnosticar doença celíaca, detectar colites microscópicas e até investigar infecções que podem não provocar alterações visíveis durante o exame.

Em muitos casos, o intestino apresenta um aspecto aparentemente normal, mas a análise microscópica revela alterações importantes que explicam sintomas como diarreia persistente, sangramento, dor abdominal, perda de peso ou mudanças no funcionamento intestinal.

É muito importante dizer que, quando o médico indica uma biópsia, o objetivo não é porque encontrou algo necessariamente grave, mas porque somente a avaliação das células permite chegar a um diagnóstico preciso e definir o tratamento mais adequado.

Se você recebeu indicação para realizar uma colonoscopia com biópsia ou possui sintomas digestivos persistentes, agende uma consulta. Uma investigação adequada é o primeiro passo para um diagnóstico seguro e um tratamento eficaz.

No tratamento da obesidade, disciplina e sofrimento não são a mesma coisa.Autocontrole é criar condições para fazer boas...
03/08/2026

No tratamento da obesidade, disciplina e sofrimento não são a mesma coisa.

Autocontrole é criar condições para fazer boas escolhas de forma consistente. É organizar a rotina, entender os próprios gatilhos, construir hábitos e seguir em frente mesmo quando nem tudo acontece como o planejado.

Autopunição é acreditar que todo deslize precisa ser compensado. É passar horas sem comer depois de exagerar em uma refeição, usar o exercício como castigo ou transformar um episódio isolado em motivo para abandonar o tratamento.

Esse padrão costuma produzir exatamente o efeito oposto ao desejado: a culpa aumenta o estresse, favorece episódios de compulsão e dificulta a manutenção de hábitos saudáveis. E quem trata a obesidade apenas com restrição e cobrança tende a viver em constantes recomeços.

Lembre-se: resultados duradouros dependem de estratégia, acompanhamento e mudanças que possam ser mantidas ao longo do tempo. O objetivo não é criar uma rotina perfeita, mas uma rotina possível.

Se você sente que vive preso entre restrições, culpa e tentativas frustradas de emagrecer, agende uma consulta comigo.

Você escolheria uma cirurgia sem considerar uma doença que afeta diretamente o seu esôfago?O refluxo costuma ser lembrad...
28/07/2026

Você escolheria uma cirurgia sem considerar uma doença que afeta diretamente o seu esôfago?

O refluxo costuma ser lembrado apenas quando causa desconforto. Azia, queimação e regurgitação acabam sendo tratados como meros sintomas, quando na verdade podem representar uma condição capaz de influenciar toda a estratégia cirúrgica.

Na avaliação bariátrica, o diagnóstico de Doença do Refluxo Gastroesofágico ajuda a determinar qual técnica oferece mais proteção ao esôfago no longo prazo. A mesma cirurgia que apresenta excelentes resultados para um paciente pode não ser a melhor opção para outro que convive com esofagite, hérnia de hiato ou exposição frequente do esôfago ao conteúdo ácido do estômago.

Passe para o lado e entenda mais sobre a relação do DRGE e da cirurgia bariátrica.

Se você está considerando a cirurgia bariátrica para mudar de vida, agende sua consulta comigo para uma avaliação individualizada.

27/07/2026

A medicina mudou profundamente a forma como entende a obesidade nas últimas décadas.

Hoje sabemos que ela é uma doença crônica, complexa, influenciada por fatores genéticos, hormonais, metabólicos, ambientais e comportamentais. Não estamos mais falando apenas de alimentação ou atividade física.

O problema é que esse conhecimento avançou muito mais rápido do que a percepção da sociedade.

Enquanto a ciência passou a enxergar a obesidade como uma doença, muitas pessoas continuam tratando o paciente com obesidade como alguém que simplesmente não teve força de vontade suficiente. E isso tem consequências.

Vejo pacientes que demoram anos para procurar ajuda porque passaram tanto tempo ouvindo que precisavam apenas 'se esforçar mais' que acabam acreditando nisso. Enquanto isso, a doença continua evoluindo.

Existe um ponto interessante quando pensamos no estoicismo.

A filosofia estoica nos ensina a focar naquilo que está sob nosso controle. E isso é muito valioso.
Melhorar hábitos, manter disciplina, buscar tratamento e cuidar da própria saúde são atitudes que dependem de nós.

Mas é preciso diferenciar responsabilidade de culpa: assumir responsabilidade pelo tratamento é necessário; culpar alguém por desenvolver uma doença complexa é outra história.

A medicina já entendeu que obesidade não é uma falha moral.
Talvez um dos desafios do nosso tempo seja fazer com que a sociedade entenda isso também.

Quando pensamos nos riscos da obesidade, normalmente lembramos de diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. Ma...
24/07/2026

Quando pensamos nos riscos da obesidade, normalmente lembramos de diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. Mas existe outra associação bem estabelecida pela literatura científica: o aumento do risco para diversos tipos de câncer.

A explicação está na forma como o excesso de gordura corporal altera o funcionamento do organismo.

O tecido adiposo produz substâncias inflamatórias que mantêm o corpo em um estado de inflamação crônica e silenciosa. Ao longo dos anos, esse ambiente favorece danos celulares e aumenta a probabilidade de alterações que podem dar origem a tumores.

Além disso, a obesidade frequentemente está associada à resistência à insulina. Nessa condição, o organismo passa a produzir níveis mais elevados de insulina e de fatores de crescimento que estimulam a multiplicação celular. Quanto maior o estímulo para crescimento, maior também a necessidade de vigilância sobre possíveis alterações anormais.

No aparelho digestivo, existem ainda mecanismos específicos. O aumento da pressão abdominal favorece o refluxo gastroesofágico, expondo repetidamente o esôfago ao ácido do estômago. Com o passar do tempo, essa agressão contínua pode provocar alterações na mucosa, aumentando o risco de lesões pré-malignas e câncer.

Por isso, a obesidade está associada a uma maior incidência de tumores de esôfago, estômago, fígado, pâncreas, vesícula biliar e intestino grosso.

Você já conhecia a relação entre obesidade e câncer digestivo? Compartilhe este conteúdo com alguém que ainda enxerga a obesidade apenas pela balança.

Quer deixar a obesidade no passado? Marque uma consulta comigo.

O balão intragástrico é um dispositivo de silicone que, ao ser inserido no estômago, aumenta a sensação de saciedade e a...
23/07/2026

O balão intragástrico é um dispositivo de silicone que, ao ser inserido no estômago, aumenta a sensação de saciedade e ajuda o paciente a reduzir a quantidade de alimentos consumidos. Isso facilita a perda de peso, especialmente nos primeiros meses do tratamento.

A colocação é feita por endoscopia, sem cortes, com sedação e geralmente em poucos minutos. Após o período previsto, o dispositivo é removido.

Nem todo paciente com excesso de peso é candidato ao balão. A indicação depende de fatores como IMC, histórico de tentativas de emagrecimento, presença de doenças associadas e objetivos do tratamento.

Também é importante entender que o resultado não depende apenas do dispositivo. O acompanhamento nutricional, a mudança de hábitos e o seguimento médico continuam sendo fundamentais para que a perda de peso seja mantida ao longo do tempo.

O balão não substitui a cirurgia bariátrica quando existe indicação cirúrgica, mas pode ser uma excelente alternativa em casos selecionados ou uma etapa preparatória para pacientes com obesidade mais avançada.

Se você deseja entender qual tratamento faz sentido para o seu caso, agende sua consulta e faça uma avaliação especializada.

Endereço

Rua Augusto Pestana, 543
Canela, RS
95680-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 17:00
18:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 19:00
Quinta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:00
Sexta-feira 09:00 - 12:00
13:30 - 19:00

Telefone

+555432821312

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Giuliano Cigerza posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Dr. Giuliano Cigerza:

Atalhos

Compartilhar