20/09/2026
💜 Minha alergia alimentar desapareceu — e foi assim que conheci a Microfisioterapia.
Hoje, 20 de setembro, é o Dia Nacional da Microfisioterapia!
E eu quero aproveitar essa data para contar como essa técnica entrou na minha vida — primeiro como paciente, depois como terapeuta.
Por muitos anos, convivi com uma alergia alimentar severa.
Precisava sair de casa com uma marmita ou comer antes de qualquer compromisso. Quem vive com alergias alimentares sabe como isso pode ser limitante.
E não era apenas sobre comida. Além da restrição alimentar havia também uma restrição social. Porque uma alergia alimentar impacta a vida muito além do prato.
Eu não nasci alérgica. Por volta dos 22, 23 anos, comecei a passar mal depois de comer determinados alimentos.
Com o tempo, a lista só aumentava.
Carne vermelha, peixes, frutos do mar, milho, leite e derivados, alguns temperos e até corantes saíram da minha rotina.
Até que, em 2012, durante uma pós-graduação em Piracicaba, conheci a Microfisioterapia.
Na clínica onde acontecia o curso, também eram realizados atendimentos. Um dos proprietários me explicou um pouco mais sobre a técnica e despertou minha curiosidade.
Decidi experimentar.
Durante a sessão, compreendi aspectos importantes da minha história e ressignifiquei acontecimentos que ainda repercutiam em mim.
E a alergia?
Simplesmente deixou de fazer parte da minha vida.
Foi então que pensei: “É isso que eu quero fazer!”
Em 2016, fiz minha inscrição para iniciar a formação em Microfisioterapia, e, desde 2017, ajudo pessoas a compreenderem melhor o papel dos sintomas em suas próprias histórias. De lá pra cá, foram muitas histórias ressignificadas, muitas descobertas e muitas vidas tocadas pela Microfisioterapia.
E pensar que tudo começou com a minha própria história… 💜