10/06/2026
Atendo mulheres que já tentaram tudo: remédios, protocolos, a dieta que estava bombando nas redes, nutricionistas trocadas a cada mês, algumas até cirurgia bariátrica, e mesmo assim o peso voltou. Porque o problema que estava na raiz nunca foi trabalhado.
Isso tem explicação na neurociência: o comportamento alimentar nasce no sistema límbico, a parte do cérebro que busca alívio emocional, não nutrição. Quando você come fora de controle, o cérebro não está com fome, ele está tentando se acalmar e enquanto esses circuitos não forem reorganizados, ele vai continuar associando comida a anestesia. Trocar o cardápio sem mudar esse padrão é como trocar o curativo sem tratar a ferida.
É por isso que trabalhar só o prato não sustenta resultado. Sem ressignificar crenças, identificar gatilhos e interromper as respostas automáticas, o cérebro simplesmente repete o que sempre fez.
O que muda é uma abordagem que trata o comportamento alimentar de onde ele realmente começa. Na nutrição comportamental, a gente trabalha os padrões que ligam emoção e comida, entendendo por que você come, em que contextos, o que sente antes, durante e depois.
Identificamos as crenças distorcidas que alimentam o ciclo da compulsão: o pensamento de tudo ou nada, a ideia de que um deslize estraga tudo, a culpa que vira gatilho para o próximo episódio.
E com o DBT, você desenvolve habilidades concretas para tolerar o desconforto emocional sem recorrer à comida, porque a compulsão quase sempre aparece quando a emoção transborda e você não tem outra ferramenta pra lidar com ela.
Juntas, essas abordagens fazem o que nenhuma dieta consegue: mudam a relação que você tem com a comida por dentro, não só o que está no prato.
É exatamente isso que acontece dentro do Método Libertar. Clica no link da bio e venha conhecer!