11/06/2026
Junho me ensinou que uma mulher pode sobreviver a coisas que jamais imaginou enfrentar.
Nem toda mulher que orienta os outros nasceu sem dores. Aprendi a transformar a própria dor em clareza. Minha história não é sobre sofrimento.
É sobre recomeços.
Apesar das perdas, da leucemia e das três paradas cardíacas... apesar de Junhos, eu continuo aqui.
Mais consciente. Mais presente.
Muito mais conectada à minha essência.
É exatamente por isso que acredito tanto que novos caminhos podem surgir quando enxergamos
aquilo que antes estava oculto.
Durante muito tempo eu enxerguei junho pelas perdas que vivi. Hoje escolho enxergá-lo pela mulher que me tornei. Porque a dor pode marcar uma história, mas não precisa definir o seu destino.
É possível ressignificar... sempre 🤍