25/05/2026
O alumínio é estudado há anos pela ciência por sua possível relação com estresse oxidativo, inflamação e alterações celulares quando há exposição excessiva.
Uma revisão publicada em 2020, “Aluminium toxicosis: a review of toxic actions and effects”, descreve que a toxicidade do alumínio pode envolver estresse oxidativo, alterações imunológicas, efeito pró-inflamatório e impacto em enzimas e proteínas do organismo.
Além disso, a EFSA avaliou a segurança do alumínio na alimentação e estabeleceu uma ingestão semanal tolerável de 1 mg por kg de peso corporal, reforçando que a exposição deve ser observada dentro da rotina.
Mais do que gerar medo, a ideia é trazer consciência: reduzir exposições desnecessárias e avaliar seus hábitos com orientação médica.