Meirianne Campos Psicanálise Clínica em Curitiba

Meirianne Campos  Psicanálise Clínica em Curitiba

Atendimento clínico especializado em neuropsicanálise e soberania emocional em Curitiba. Profissional

28/04/2026
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26/04/2026

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Por que mulheres inteligentes, independentes e incríveis acabam em relações com homens abusivos e narcisistas?A resposta...
25/04/2026

Por que mulheres inteligentes, independentes e incríveis acabam em relações com homens abusivos e narcisistas?

A resposta não está na falta de inteligência — mas, muitas vezes, em feridas emocionais silenciosas.

Desde cedo, muitas mulheres são ensinadas a se comparar, a duvidar de si mesmas e a acreditar que seu valor está em agradar. Isso vai criando, ao longo do tempo, uma sensação sutil de insuficiência — um vazio que não nasce nelas, mas é aprendido.

E é exatamente aí que o abusador encontra espaço.

O narcisista não escolhe por acaso. Ele identifica vulnerabilidades emocionais com precisão. No início, ele surge como alguém que finalmente “vê” você. Vem com intensidade, atenção, promessas — o chamado love bombing. Ele te faz sentir especial… única.

Mas quando você passou a vida acreditando que merecia pouco, qualquer demonstração mínima pode parecer extraordinária.

E então, aos poucos, o cenário muda.

As críticas começam. O controle se instala. Ele questiona suas escolhas, diminui sua autoestima, afasta você de quem te fortalece. E, sem perceber, você começa a duvidar de si mesma.

Isso não é fraqueza. É resultado de um processo de manipulação emocional.

No consultório, isso se repete: mulheres fortes, competentes, mas emocionalmente exaustas, acreditando que falharam quando, na verdade, foram capturadas em um ciclo de abuso.

É importante deixar claro: entrar nesse tipo de relação não define quem você é.

Mas reconhecer, interromper e reconstruir — isso sim transforma sua história.

Você merece mais do que migalhas.
Você merece segurança, respeito e inteireza.

E, muitas vezes, sair exige mais do que força emocional exige estratégia, apoio e proteção.

Se esse texto falou com você, talvez seja hora de olhar para si com mais verdade e menos culpa.
Agenda sua sessão(41)988728541

Em 1990, a HBO exibiu um documentário que parou a América.​Na tela, sentava-se uma menina pequena, de fala mansa, com ma...
24/04/2026

Em 1990, a HBO exibiu um documentário que parou a América.
​Na tela, sentava-se uma menina pequena, de fala mansa, com maria-chiquinhas e uma voz doce. Seu nome era Beth Thomas. Ela tinha seis anos. E, em um tom calmo e pragmático, ela descrevia ao seu terapeuta exatamente como pensava em ferir seus pais adotivos, seu irmãozinho e os animais de estimação da família.
​O país não conseguia desviar o olhar.
​O que os telespectadores ainda não entendiam era como ela havia se tornado daquela forma. A mãe de Beth morreu quando ela tinha cerca de um ano e meio. O que se seguiu, antes mesmo de ela ter idade suficiente para formar frases completas, foi um abuso grave nas mãos de seu pai biológico — um abuso tão danoso que, no momento em que ela e seu irmão bebê, Jonathan, foram resgatados, a base emocional que a maioria das crianças considera natural nunca havia se formado nela.
​Ela acabou sendo adotada por um casal amoroso, Tim e Julie Tennant, que dedicaram tudo o que tinham para ajudá-la. Mas o dano era mais profundo do que o amor sozinho poderia alcançar. Beth não sabia como criar laços. Ela não sentia culpa. Ela não parecia sentir medo. Os Tennants acabaram tendo que colocar uma fechadura na porta do quarto dela — não para mantê-la presa, mas para manter o resto da família em segurança.
​Foi um psicólogo chamado Dr. Ken Magid quem finalmente deu nome ao que estava acontecendo: Transtorno de Apego Reativo (TAR). Uma condição rara que se desenvolve quando a janela inicial e mais crítica para o vínculo emocional é estilhaçada pela negligência ou pelo abuso. O cérebro de Beth havia aprendido, antes de ela conseguir falar, que outras pessoas não eram seguras. Que o amor não era real. Que a sobrevivência era a única regra.
​O que se seguiu foram anos — não semanas, nem meses — de um cuidado terapêutico minucioso, estruturado e ininterrupto. Reaprender a confiar. Reaprender a sentir pelo outro. Reaprender a ser criança.
​Não há mágica nesta parte da história. Nenhum momento de revelação cinematográfica. Apenas tempo. Consistência. Pessoas que se recusaram a ir embora. E uma menina cuja capacidade de empatia, uma vez enterrada, não tinha sido destruída — apenas congelada.
​Lentamente, peça por peça, ela começou a descongelar.
​Ela foi adotada uma segunda vez por Nancy Thomas, uma mulher que dedicou sua vida a ajudar crianças como Beth. Ela frequentou a escola pública. Formou-se no ensino médio. Foi para a faculdade. E decidiu, entre todas as coisas, tornar-se enfermeira.
​Hoje, Beth Thomas é enfermeira registrada no Flagstaff Medical Center, no Arizona. Ela trabalha na unidade de terapia intensiva neonatal — cuidando dos seres humanos mais minúsculos e frágeis da Terra. Os recém-nascidos sob seus cuidados são frequentemente prematuros, às vezes do tamanho da palma de sua mão, lutando por cada respiração.
​A menina que antes não conseguia sentir empatia agora passa suas noites segurando bebês que ainda não podem falar por si mesmos.
​Beth é coautora de livros sobre sua recuperação. Ela fala abertamente sobre o que o trauma precoce faz ao cérebro em desenvolvimento de uma criança e sobre quão longo — quão paciente, quão consistente — o caminho de volta realmente é. Ela se tornou um lembrete silencioso de que a janela para a cura é mais ampla do que pensamos, se as pessoas certas aparecerem e continuarem presentes.
​A história dela não é um conto de fadas. É algo mais difícil e algo melhor.

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​É a prova de que um ser humano nunca é apenas a pior coisa que já lhe aconteceu.

A primeira dor que a gente sente quando acorda de um relacionamento assim não é nem a dor do que ele fez... é a dor de o...
24/04/2026

A primeira dor que a gente sente quando acorda de um relacionamento assim não é nem a dor do que ele fez... é a dor de olhar para si mesma e não se reconhecer.

A gente se perdeu. A gente se adaptou para não brigar. A gente se vestiu de uma personagem para agradar a um roteiro que ele escreveu, onde só existíamos para validar o ego dele.

Aquelas sombras ali atrás não são apenas memórias de gritos e manipulação. São os fantasmas de quem nós fomos quando tentamos nos encolher para caber em um espaço que não era nosso.

Mas a imagem dela quebrando as correntes diz tudo o que você precisa saber hoje: Sua identidade não foi destruída, ela foi apenas abafada. O momento em que você resolve que não aceita mais as condições dele, é o momento em que você começa a tirar todas aquelas roupas velhas e desbotadas.

Salvar o resto da sua vida não é uma obrigação; é o maior ato de amor-próprio que você pode cometer. Você não está “recomeçando”, você está “despertando”.

E hoje é o dia de acordar. ✨

Se você vive ou viveu a dor de um relacionamento tóxico com narcisista e busca se reconstruir, meu eBook “Depois Dele: A Cura Depois do Narcisista” 📕 foi feito para você. Nele, ofereço ferramentas e orientação para entender essa dinâmica e retomar o controle da sua vida.

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📖 Você merece uma vida livre e feliz.

23/04/2026

Ele era o terror dos professores por rabiscar todas as mesas da escola.

Joe Whale, um menino inglês de apenas 9 anos, vivia sendo denunciado por não prestar atenção e passar o tempo todo desenhando nas carteiras. Enquanto a escola exigia punição, os pais decidiram fazer o caminho inverso: em vez de castigo, deram a ele um curso de arte para aperfeiçoar os traços.

O talento de Joe chamou a atenção de um restaurante, que o contratou para cobrir uma parede inteira com seus desenhos. O trabalho impressionou tanto que a Nike chamou o garoto para assinar o design de uma campanha oficial para a seleção feminina de futebol da Inglaterra. Hoje, o jovem conhecido como "Doodle Boy" também trabalha em colaborações com a Pixar e ilustra seus próprios livros.

23/04/2026
Fibromialgia não é frescura, é real. 💜E muitas vezes, o que o corpo sente,a alma tenta expressar.A dor pode ter história...
23/04/2026

Fibromialgia não é frescura, é real. 💜
E muitas vezes, o que o corpo sente,
a alma tenta expressar.
A dor pode ter história.
A fibromialgia é uma condição complexa e psicossomática, que pode estar ligada a conflitos emocionais, sobrecargas, traumas e dores que não encontraram espaço para serem ditas.
O trabalho da psicanálise pode te ajudar a: • Compreender o que seu corpo está tentando comunicar
• Elaborar emoções reprimidas e histórias não resolvidas
• Aliviar a carga emocional que pesa e adoece
• Promover mais leveza, autoconhecimento e qualidade de vida
Cuidar da mente é também cuidar do corpo.
Você merece ser ouvida, acolhida e respeitada. 💜
Você não está sozinha.
Há caminhos possíveis para transformar dor em compreensão e vida.
Agenda sua sessão 📲 (41) 98872-8541

Quem convive ou conviveu sabe, eles adoecem quem está perto
23/04/2026

Quem convive ou conviveu sabe, eles adoecem quem está perto

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