08/08/2026
O poder tende a atrair a si, pessoas menos adequadas para tê-lo, e a política, é o melhor lugar para se perceber isso. É como o anel de poder do Sauron.
O poder tende a corromper as pessoas... às vezes tem boa intenção no início, e viram aquilo que repudiavam.
Por isso, o cristão que avança para esta obra de caridade de dedicar-se ao serviço público na política, deve se manter firme na oração e nos Sacramentos, pois o ambiente que se encontrará será muitas vezes pecaminoso. (cato)
A política, é mais que o voto, é andar na rua, plantar uma árvore, ensinar a criança, pertencer a um clube, pois a pólis a cidade, é construída pelos atos sociais de seus cidadãos.
É na vida cotidiana que deve acontecer a maior parte da nossa ação política.
Os eleitos, sejam na câmara, congresso ou num clube, devem exercer seu mandato de forma honesta, sem enriquecer com o dinheiro dos impostos, prestando contas devidas, já que não lhe pertence.
Nós temos o dever e o direito de participar diretamente da construção e manutenção da sociedade e de toda coisa pública. E cobrar dos representantes!
O candidato eleito, vira o advogado de seus representados junto as demais instâncias e poderes do Estado. Não lhe é permitido agir contra os interesses de seus eleitores, e nem se aproveitar de luxos e facilidades.
Quem tem vocação, deve respeitar os princípios da DSI na busca do bem comum e pelos seus eleitores.
Se o candidato fez uma promessa, ele é obrigado moralmente a cumprir, sendo pecado, prometer algo que sabidamente, não se pode cumprir.
Do mesmo modo, se ele foi eleito para representar uma determinada parcela do território, uma categoria profissional ou eleitorado específico, não é lícito abandoná-lo e defender os interesses de outra categoria contra a que o elegeu.
Ele deve ser a voz daqueles que o colocaram lá! Sem poupar esforços em prol dos eleitores e do bem comum.
Assim, ele estará trabalhando em prol do senhorio do Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém?
Viva o Brasil, viva Cristo Rei!