Caroline Gil Fonoaudióloga

Caroline Gil Fonoaudióloga Atendimento fonoaudiológico domiciliar e hospitalar de adultos ou idosos em Curitiba e região.

Sim, existem avaliações específ**as que ajudam a identif**ar quais áreas da linguagem foram afetadas.A afasia pode apare...
11/05/2026

Sim, existem avaliações específ**as que ajudam a identif**ar quais áreas da linguagem foram afetadas.

A afasia pode aparecer de formas muito diferentes. Algumas pessoas têm dificuldade para encontrar palavras. Outras entendem menos o que escutam, repetem palavras sem perceber, se perdem em conversas ou começam a evitar interações por dificuldade de comunicação.
A afasia não signif**a apenas “parar de falar”. Ela também pode afetar a forma como a pessoa compreende e usa a linguagem no dia a dia.

Na avaliação eu analiso a compreensão, expressão oral, leitura, escrita e também como essa linguagem funciona em situações reais… Como sustentar uma conversa ou contar uma história.
O resultado dessa avaliação é o que guia todo o tratamento.

Quanto antes a linguagem for avaliada, maiores são as chances de construir estratégias que favoreçam a comunicação e a participação da pessoa na rotina.

Se você tem dúvida se seu familiar precisa de uma avaliação, me encontra no link da bio 💜



Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos
Curitiba e on-line.

Para a avaliação de pacientes com afasia, além de avaliar todos os âmbitos da linguagem, sempre f**a uma pulga atrás da ...
21/04/2026

Para a avaliação de pacientes com afasia, além de avaliar todos os âmbitos da linguagem, sempre f**a uma pulga atrás da orelha. O quanto esse paciente está compreendendo? E como ter certeza disso se ele muitas vezes não consegue responder de forma clara?

Como parte da avaliação complementar, utilizo o Token Test. Uma das características que mais me interessa nele é que não exige resposta verbal. O paciente só precisa pegar ou apontar as peças. Isso faz muita diferença, porque se o teste dependesse de fala pra responder, a gente perderia informações clínicas valiosas sobre o que ele realmente está compreendendo.

O teste começa simples, “toque o círculo vermelho”, e vai f**ando mais elaborado, “toque o quadrado pequeno amarelo e depois o círculo grande verde”. Essa progressão foi pensada porque a linguagem não segue uma rota só no cérebro.

O que me interessa clinicamente não é exatamente se o paciente errou ou acertou, mas onde começa a f**ar mais difícil pra ele. Porque isso me diz em que ponto do processamento está o comprometimento.
• Ele consegue processar comandos simples, mas se perde quando aumenta a carga sintática?
• Consegue fixar palavras concretas como cores e formas, mas se perde nas palavras funcionais, no “em cima”, “ao lado”?
Cada uma dessas respostas me diz algo diferente sobre o que está acontecendo com aquele paciente. E assim consigo entender até onde ele consegue processar a compreensão oral, o que ajuda a definir a melhor reabilitação e a retomada da comunicação com o paciente e a família.

Se você tem um familiar com afasia e quer entender melhor esse quadro, me chama no link da bio 💜



Caroline Gil | Fonoaudióloga CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia • CFFa
Afasia e Disfagia em adultos e idosos
Curitiba e on-line.

Na reabilitação da afasia, a compreensão precisa ser trabalhada de forma concreta, funcional e contextualizada.Nesse cas...
22/12/2025

Na reabilitação da afasia, a compreensão precisa ser trabalhada de forma concreta, funcional e contextualizada.

Nesse caso, utilizo objetos reais do dia a dia do paciente, associados a placas com o nome escrito e a cartões de SIM e NÃO.
O objetivo não é apenas nomear, mas compreender, escolher e responder dentro de uma situação real.

Com os objetos à frente, o paciente é estimulado a reconhecer o que é solicitado, associar a palavra à função e responder de forma possível para ele, seja apontando, seja utilizando o SIM e o NÃO.
Esse formato de tarefa reduz a exigência da compreensão auditiva e deixa a atividade mais clara para o paciente, facilitando entender o que precisa ser feito e como responder.

As placas escritas entram como apoio visual, principalmente quando a leitura está mais preservada, ajudando na associação entre palavra, objeto e função dentro da rotina.

É importante reforçar que esse recurso apresentado não representa a terapia como um todo.
Trata-se de uma estratégia específ**a, utilizada a partir de uma avaliação individualizada e inserida dentro de um plano terapêutico mais amplo.

A reabilitação da linguagem envolve múltiplos objetivos e ajustes contínuos, que variam de acordo com o quadro clínico, a resposta do paciente e o contexto familiar.
Por isso, qualquer intervenção em afasia deve ser conduzida após avaliação adequada e acompanhamento com uma fonoaudióloga especializada, respeitando as necessidades e limites de cada caso.




Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos

17/12/2025

Esse recurso tem um objetivo de dar mais funcionalidade para a comunicação no dia a dia.

Quando a compreensão auditiva está gravemente comprometida, faz sentido apoiar a terapia nas habilidades que ainda respondem melhor, sempre pensando em associação entre palavra, objeto e função, dentro da rotina real do paciente.

Importante reforçar
nenhum recurso funciona sozinho.
Ele só faz sentido quando faz parte de um plano terapêutico mais amplo, com avaliação adequada, trabalho contínuo de linguagem e participação ativa da família.
Cada caso de afasia exige leitura clínica individual e acompanhamento especializado.



Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos

Feliz Dia do Fonoaudiólogo😃💜No começo eu já me sentia realizada por ter escolhido a Fono, mas no dia dessa foto eu não f...
09/12/2025

Feliz Dia do Fonoaudiólogo😃💜

No começo eu já me sentia realizada por ter escolhido a Fono, mas no dia dessa foto eu não fazia ideia do quanto essa profissão seria desafiadora, e de como esse sentimento de realização só ia crescer dentro de mim com o tempo.

Hoje eu só consigo sentir gratidão por ter escolhido essa profissão.
É aqui que eu me desafio, cresço e vejo, na prática, a diferença que a gente faz na vida das pessoas.

É muito bonito fazer parte disso.
É muito bonito ver alguém evoluir, ganhar autonomia, se comunicar melhor, se alimentar com segurança.
É muito bonito ser Fono.

E também é muito especial caminhar com colegas que admiro tanto, que inspiram e dividem essa jornada comigo.

Feliz nosso dia. 💜



Fga Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos

Um recurso simples que na terapia de afasia pode se tornar extremamente potente.Quando eu trabalho esse tipo de atividad...
25/09/2025

Um recurso simples que na terapia de afasia pode se tornar extremamente potente.

Quando eu trabalho esse tipo de atividade, o objetivo vai muito além de apenas “corrigir” uma frase sem sentido.

O paciente é estimulado a identif**ar incoerências semânticas, detectar o erro, selecionar a informação relevante, compreender por que aquilo é absurdo e construir um enunciado plausível.

Esse processo envolve compreensão, inferência, raciocínio lógico-semântico, flexibilidade cognitiva e organização do discurso.

Não é o recurso em si que garante o resultado, mas o raciocínio clínico por trás da escolha e da forma de aplicação.

Um mesmo material pode ser usado de maneira superficial e não trazer grandes mudanças.
Mas quando existe clareza das manifestações que o paciente apresenta e do que precisa ser estimulado, até um recurso simples se transforma em algo extremamente benéfico para a reabilitação.

Porque, no fim, o que torna qualquer recurso terapêutico ef**az é o olhar clínico e a condução do fonoaudiólogo.




Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia e Fonoaudiologia Hospitalar pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos



Você sabe qual músculo é esse?Esse é o esternocleidomastóideo.Ele é um músculo localizado na lateral do pescoço, e apesa...
26/08/2025

Você sabe qual músculo é esse?
Esse é o esternocleidomastóideo.

Ele é um músculo localizado na lateral do pescoço, e apesar de não ser um músculo diretamente responsável pela deglutição, ele atua indiretamente no processo.

Pois ele está anatomicamente muito próximo da laringe e da musculatura supra-hióidea, estruturas fundamentais para a elevação da laringe durante a deglutição.

Quando o esternocleidomastóideo está tensionado, ele pode:

– Aumentar a rigidez na região cervical;
– Reduzir a mobilidade da laringe;
– E prejudicar o movimento do osso hioide.

Tudo isso pode interferir na biomecânica da deglutição, especialmente em pacientes que passaram longos períodos acamados ou com alteração postural.

Por isso, saber localizar esse músculo e perceber se ele está contribuindo para uma tensão cervical excessiva pode ser o detalhe que faltava para melhorar a biodinâmica da deglutição.

Não é só isso que vai resolver o caso, claro.
Mas é um detalhe que pode fazer a diferença.

É importante ter conhecimento em anatomia palpatória, pois isso garante segurança no manejo clínico.



Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos



Trabalhar no hospital mudou a forma como eu enxergo cada paciente.Cada conduta precisa ser rápida, segura e baseada em e...
12/08/2025

Trabalhar no hospital mudou a forma como eu enxergo cada paciente.
Cada conduta precisa ser rápida, segura e baseada em evidências.

Isso me ensinou a priorizar o que realmente importa em cada atendimento, a tomar decisões com clareza e a pensar de forma estratégica mesmo nas situações mais complexas.

Hoje, mesmo fora do ambiente hospitalar, levo esse raciocínio para cada caso que atendo.

Se você quer conhecer mais da minha prática clínica e entender, na real, como aplico tudo isso no dia a dia, me acompanhe por aqui 😉




Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
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Reabilitação de linguagem em adultos e idosos

A afasia pode ser tratada online, a depender do caso.Se o quadro não é muito grave, se a pessoa tem uma boa rede de apoi...
21/07/2025

A afasia pode ser tratada online, a depender do caso.

Se o quadro não é muito grave, se a pessoa tem uma boa rede de apoio e consegue participar das sessões com segurança, o online pode funcionar muito bem.

A própria Resolução CFFa nº 580/2021 autoriza o atendimento fonoaudiológico online, desde que sejam respeitados os critérios técnicos, éticos e clínicos.

Se você (ou um familiar) recebeu o diagnóstico de afasia e quer saber se o atendimento online é uma opção, posso te ajudar a entender isso melhor.




Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos




14/07/2025

Nem todo paciente com demência chega até a gente nas fases iniciais.
Esse vídeo fala, principalmente, dos quadros mais graves, onde já existe um declínio importante e o paciente não responde a comandos.

Nesses casos, na disfagia a aspiração de líquidos, alimentos ou até da própria saliva, pode ser silenciosa, ou seja, sem tosse ou sinais claros, e isso torna o manejo ainda mais desafiador.

Por isso, não basta focar na reabilitação isolada.
A gente precisa gerenciar a disfagia de perto, com condutas que respeitem o curso da doença e priorizem conforto, segurança e qualidade de vida.

‼️Porque dentro de uma doença neurodegenerativa, a disfagia também evolui.
E o nosso olhar clínico precisa acompanhar essa progressão com consciência.

👉 Se você quer ver mais conteúdos como esse, me acompanha por aqui. 😉




Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
Especialista em Disfagia pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia
Reabilitação de linguagem em adultos e idosos



Essa é uma dúvida comum de fonoaudiólogos que estão começando a reabilitação da linguagem pós comprometimento neurológic...
11/07/2025

Essa é uma dúvida comum de fonoaudiólogos que estão começando a reabilitação da linguagem pós comprometimento neurológico.

A primeira pergunta não é sobre o que ele consegue dizer, mas se ele está compreendendo o que dizemos a ele.

Antes de tudo, é preciso avaliar a compreensão com critério.
A linguagem não se resume a entender comandos simples.
Ela envolve a capacidade de compreender frases, localizar informações, manter atenção ao que é dito e responder de forma coerente, mesmo que não verbalmente.
Essa etapa é fundamental para definir se o paciente está, de fato, recebendo e processando o que chega até ele.

Mas claro, também precisamos observar como essa pessoa se comunica com o que ainda tem disponível.
Essa comunicação pode acontecer por:

• Apontamentos;
• Escolhas de Figuras;
• Gestos;
• Expressões Faciais;
• Emissão de Sons;
• Até os Movimentos Oculares é uma forma válida de resposta.

Por mais que o paciente “não fale”, a comunicação está acontecendo.
Ela pode não ser verbal, mas existe e precisa ser reconhecida.

‼️Uma das estratégias terapêuticas é justamente começar com aquilo que o paciente já consegue fazer na comunicação.
A reabilitação precisa aproveitar essas habilidades preservadas como ponto de partida para então estimular aspectos mais complexos da linguagem.
Fortalecer o que já está disponível é o caminho mais funcional para ampliar as possibilidades comunicativas.

E é nosso papel, enquanto profissional, perceber esses sinais, interpretar essas formas alternativas de expressão e mediar esse processo com a família para que essa comunicação se torne funcional na vida dele.

Claro que a retomada da fala é um dos nossos objetivos, mas a prioridade, desde o início, é garantir que o paciente consiga se comunicar de forma funcional, participar do seu dia a dia e ter mais autonomia, mesmo que a fala verbal ainda não esteja presente.

Se você quer ajuda pra construir esse raciocínio com clareza, minha agenda de supervisão está aberta 😉

Fga. Caroline Gil
CRFa 3-11626
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Reabilitação de linguagem em adultos e idosos

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Curitiba, PR

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