Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba

Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba O IPCAC é um centro de tratamento, estudo e pesquisa do Comportamento Alimentar, apostando na abord

Tem uma parte da formação que nenhuma aula gravada consegue substituir.É o momento em que você está diante de um caso re...
13/08/2026

Tem uma parte da formação que nenhuma aula gravada consegue substituir.

É o momento em que você está diante de um caso real, com dúvidas reais, sintomas reais e uma pessoa real precisando de condução.

No Ambulatório do IPCAC, a teoria encontra a clínica.

Aqui, você não aprende só assistindo.
Você aprende vivendo.

Você discute casos.
Refina a escuta.
Organiza o raciocínio clínico.
Recebe supervisão.
Troca com outros profissionais.
E começa a construir segurança para conduzir casos de comportamento e transtornos alimentares com mais profundidade.

Porque tratar comportamento alimentar exige mais do que conteúdo.

Exige prática.
Exige troca.
Exige supervisão.
Exige coragem para estar diante do paciente real.

E aqui, a gente anda junto.

As inscrições para o **Ambulatório do IPCAC** estão abertas.

Comente “EU QUERO” que nossa equipe te chama no direct com as informações.

Comer emocional na dor crônica não é “falta de disciplina”.Um estudo com adultos que convivem com dor crônica investigou...
05/08/2026

Comer emocional na dor crônica não é “falta de disciplina”.

Um estudo com adultos que convivem com dor crônica investigou o comer emocional induzido pela dor — com que frequência acontece, por que aparece e qual função pode cumprir nesses momentos.

O achado chama atenção: mais de dois terços relataram comer em resposta à piora da dor. As funções mais frequentes foram prazer, distração e alívio emocional.

Na prática clínica, isso muda o olhar.

Quando existe dor crônica, o comer emocional pode funcionar como uma tentativa de regulação diante de um corpo em alerta. Não é só sobre o comportamento de comer. É sobre a função que esse comportamento ocupa.

E quando o profissional olha apenas para o sintoma, perde o mecanismo.

É por isso que o manejo em comportamento alimentar precisa unir ciência, técnica e coração.

Para acompanhar discussões como essa e aprofundar seu raciocínio clínico, siga o IPCAC.

Últimas vagas para viver a prática do ambulatório do IPCAC. 👀Nos dias 28 e 29 de agosto, em Curitiba/PR, profissionais d...
27/07/2026

Últimas vagas para viver a prática do ambulatório do IPCAC. 👀

Nos dias 28 e 29 de agosto, em Curitiba/PR, profissionais da psicologia, medicina e nutrição terão a oportunidade de aprofundar, na prática, o manejo de casos envolvendo TDAH, TEA e AHSD no Comportamento Alimentar.

E quando falamos em prática, é prática mesmo:
atendimento com pacientes reais, discussão clínica, raciocínio terapêutico e supervisão com a Dra. Priscilla Leitner.

Porque estudar teoria é importante.
Mas aprender a sustentar um caso complexo diante de um paciente real… aí é outro nível de formação.

Esse ambulatório foi pensado para profissionais da saúde que querem mais segurança, mais técnica e mais clareza para atuar com comportamento alimentar em contextos de neurodivergência.

As vagas estão chegando ao fim.

Comente AMBULATÓRIO ou chame no direct para garantir sua participação. 💙

A tecnologia mudou a forma como vivemos, trabalhamos, nos relacionamos… e também a forma como adoecemos.Compulsão por te...
22/07/2026

A tecnologia mudou a forma como vivemos, trabalhamos, nos relacionamos… e também a forma como adoecemos.

Compulsão por tecnologia, uso excessivo de telas, dependência digital e a relação cada vez mais próxima com as inteligências artificiais já fazem parte da clínica contemporânea.

E a pergunta é: os profissionais da saúde estão preparados para compreender e manejar esses novos comportamentos?

No dia 25 de julho, das 10h às 12h, teremos uma aula aberta da Especialização do IPCAC com os professores Eduardo Fofonca, Priscilla Leitner e Thiago Roza sobre:

Compulsão por tecnologia e a relação com as IAs.

Uma conversa necessária para quem quer acompanhar as transformações do comportamento humano com técnica, pensamento crítico e responsabilidade clínica.

As inscrições estão abertas.
Digite “EU QUERO” nos comentários que nossa equipe te chama no direct com as informações.

Você ou alguém da sua família tem TDAH, TEA ou AHSD e enfrenta dificuldades relacionadas à alimentação?Questões como sel...
20/07/2026

Você ou alguém da sua família tem TDAH, TEA ou AHSD e enfrenta dificuldades relacionadas à alimentação?

Questões como seletividade alimentar, dificuldade com rotina, compulsão, restrições, culpa ao comer, medo de determinados alimentos ou sofrimento com o corpo podem precisar de um olhar especializado, cuidadoso e multidisciplinar.

O Ambulatório de Comportamento Alimentar do IPCAC está abrindo lista de espera para atendimento gratuito, presencial em Curitiba/PR, para pacientes de todas as idades.

Os atendimentos fazem parte do ambulatório prático conduzido com supervisão da Dra. Priscilla Leitner, especialista em Comportamento e Transtornos Alimentares.

As vagas são limitadas e a entrada será por lista de espera.

Para entrar na lista, entre em contato pelo WhatsApp:

📲 (41) 9 9275-0450

IPCAC Educação
Cuidado técnico, acolhedor e especializado para quem precisa de ajuda com o comportamento alimentar. 💙

O comer emocional não aparece só nos “casos graves”.Essa é uma das discussões mais importantes para quem atua com compor...
09/07/2026

O comer emocional não aparece só nos “casos graves”.

Essa é uma das discussões mais importantes para quem atua com comportamento alimentar, saúde mental, nutrição, medicina ou psicologia.

Uma meta-análise com mais de 21 mil pessoas mostrou que quase metade dos participantes com sobrepeso ou obesidade apresentou níveis clinicamente relevantes de comer emocional.

Na prática, isso muda o olhar clínico.

Porque o comer emocional não deveria entrar na avaliação apenas quando o caso “parece grave”.
Ele precisa fazer parte da rotina de investigação, da escuta clínica e da construção do plano terapêutico.

Quando o profissional não avalia, ele pode interpretar como “falta de controle” aquilo que, muitas vezes, envolve sofrimento, regulação emocional, história alimentar e tentativas repetidas de lidar com a vida por meio da comida.

A literatura muda.
As hipóteses clínicas evoluem.
E o manejo precisa acompanhar.

📌 Salve este post para revisar depois.
📩 Quer aprofundar o tema e aprender a conduzir esses casos com método? Acesse o link da bio e conheça o Workshop do Comer Emocional.

Não é só o que a pessoa faz hoje. É o que ela vem repetindo há décadas. O ponto é mais importante do que parece: estilo ...
01/07/2026

Não é só o que a pessoa faz hoje. É o que ela vem repetindo há décadas. O ponto é mais importante do que parece: estilo de vida precisa ser compreendido como uma trajetória que se acumula ao longo da vida.

Um estudo longitudinal finlandês acompanhou pessoas por mais de 30 anos — dos 27 aos 61 — observando três comportamentos de risco: tabagismo, consumo elevado de álcool e inatividade física. Os pesquisadores avaliaram tanto quantos comportamentos a pessoa tinha no presente quanto há quanto tempo vinha somando esses hábitos, e cruzaram isso com sintomas depressivos, bem-estar, percepção de saúde e fatores de risco metabólico. O resultado foi claro: a acumulação ao longo do tempo teve efeito ainda mais forte do que o comportamento atual.

Isso reforça uma discussão essencial para profissionais da saúde: avaliar não só o momento presente do paciente, mas a história do estilo de vida — quando começou o "modo sobrevivência", há quanto tempo o corpo vem compensando e em que ponto o comer emocional entrou como tentativa de regulação.

Porque, muitas vezes, a conta do estilo de vida só aparece quando o corpo deixa de compensar.

A literatura muda. As hipóteses clínicas evoluem. E o manejo precisa acompanhar.

No IPCAC, a gente discute comportamento alimentar com técnica, ciência e responsabilidade.

👉 Comente ESTUDO que enviamos a referência do estudo.

Existe um ponto cego em muitos casos de comer emocional:nem sempre o problema está só na emoção.Às vezes, existe rigidez...
29/06/2026

Existe um ponto cego em muitos casos de comer emocional:
nem sempre o problema está só na emoção.

Às vezes, existe rigidez.
Sensibilidade sensorial.
Dificuldade de regulação.
Padrões neurodivergentes que mudam completamente o manejo.

E quando o profissional não enxerga isso, o tratamento vira tentativa e erro.

No Workshop do Comer Emocional, a Dra. Pri Leitner vai te ensinar a olhar para o caso com mais profundidade clínica e conduzir com mais segurança.

Clique em Saiba mais e faça sua inscrição.

As “canetas” não são milagre.Também não são vilãs.O ponto é mais importante do que isso: obesidade precisa ser compreend...
24/06/2026

As “canetas” não são milagre.
Também não são vilãs.

O ponto é mais importante do que isso: obesidade precisa ser compreendida como uma condição crônica, multifatorial e que exige manejo contínuo.

No estudo SURMOUNT-4, adultos com sobrepeso ou obesidade usaram tirzepatida por 36 semanas associada a mudanças no estilo de vida. Depois, parte continuou o medicamento e parte passou para placebo por mais 52 semanas. O resultado foi claro: quem interrompeu teve reganho importante de peso, enquanto quem continuou manteve e ampliou a perda inicial.

Isso reforça uma discussão essencial para profissionais da saúde:

o medicamento pode ser uma ferramenta poderosa, mas não substitui o trabalho clínico sobre comportamento alimentar, estilo de vida, vínculo terapêutico, regulação emocional, ambiente e manutenção a longo prazo.

Tratar obesidade como “projeto verão farmacológico” é abrir espaço para um novo efeito sanfona — agora medicamentoso.

A literatura muda.
As hipóteses clínicas evoluem.
E o manejo precisa acompanhar.

No IPCAC, a gente discute comportamento alimentar com técnica, ciência e responsabilidade.

👉 Comente ESTUDO que enviamos a referência do SURMOUNT-4.

Profissional da saúde, você já percebeu que muitos casos de comportamento alimentar vão muito além do prato? 👀Quando fal...
22/06/2026

Profissional da saúde, você já percebeu que muitos casos de comportamento alimentar vão muito além do prato? 👀

Quando falamos de TDAH, TEA e AHSD no Comportamento Alimentar, o manejo clínico exige técnica, escuta, prática e um olhar realmente multidisciplinar.

Questões da regulação emocional e sensorial se tornam primordiais, como organizar isso tudo?

Porque, convenhamos: o paciente não chega com manual de instruções. Seria ótimo, inclusive. 😅

Nos dias 28 e 29 de agosto, em Curitiba/PR, teremos o nosso Ambulatório Prático do IPCAC, um treinamento presencial para psicólogas, médicas e nutricionistas (e outros profissionais da saúde) que desejam aprender na prática, com pacientes reais, diretamenta com a nossa querida Dra. Priscilla Leitner.

Uma oportunidade para aprofundar sua atuação, ganhar mais segurança clínica e entender como conduzir casos complexos que envolvem comportamento alimentar e neurodivergências.

As vagas externas são limitadas!

Comente "AMBULATÓRIO" ou chame no direct para saber mais. 💙

Endereço

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Curitiba, PR
80730070

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