Adriana Ângela Roveda

Adriana Ângela Roveda Apaixonada pela nutrição, atuo há mais de 10 anos através do atendimento clínico (para diferentes objetivos), palestras e também como personal diet.

28/08/2026

O diagnóstico de diabetes gestacional tem aparecido com mais frequência, e isso não acontece por um único motivo.

Existem vários fatores envolvidos: idade materna, histórico familiar, resistência insulínica, ganho de peso, rotina, alimentação, sedentarismo e também um pré-natal mais atento ao rastreamento.

Mas uma coisa precisa f**ar clara: diabetes gestacional não é sobre medo da comida.

Também não é simplesmente cortar todos os carboidratos.

O tipo de carboidrato importa.

A quantidade importa.

O horário importa.

A combinação com proteína, fibras e gordura também importa.

O objetivo do acompanhamento nutricional é organizar a alimentação com mais segurança para a mãe e para o bebê.

Com estratégia, é possível atravessar essa fase com mais clareza e menos medo.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

20/08/2026

O climatério não começa necessariamente no dia em que a menstruação acaba.

Antes da menopausa, existe uma fase de transição em que o corpo já pode começar a dar sinais.

Sono pior.

Ciclo irregular.

Irritabilidade.

Cansaço.

Calorões.

Vontade de doce.

Gordura abdominal.

Dificuldade para emagrecer.

Intestino mais lento.

Neblina mental.

Muitas mulheres sentem que “algo mudou”, mas não sabem exatamente o quê.

E esse é justamente o ponto: o corpo pode estar mudando de fase.

Não é “coisa da sua cabeça”.

Não é falta de disciplina.

Não é só idade.

É uma fase que merece ser compreendida com mais cuidado.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

17/08/2026

Eu não gosto da frase “é só fechar a boca”.

Porque ela simplif**a demais um processo que, na prática clínica, é muito mais complexo.

Quando alguém diz isso, ignora hormônios, sono, exames, rotina, histórico de dietas, medicamentos, menopausa, ansiedade, compulsão, cansaço, trabalho, família e vida real.

Emagrecimento não é sobre reduzir uma mulher à força de vontade.

É sobre entender o que está acontecendo com o corpo antes de decidir qualquer conduta.

Existem casos em que é preciso ajustar quantidade, sim.

Mas isso precisa ser feito com estratégia, não com punição.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

14/08/2026

Nem toda fome é fome de comida.

Às vezes é fome física.

Às vezes é fome emocional.

Às vezes é vontade, hábito, recompensa, cansaço, ansiedade, estímulo visual ou busca por conforto.

E entender essa diferença muda muita coisa.

Porque quando toda fome é tratada como “falta de controle”, a resposta costuma ser culpa, restrição e mais sofrimento.

Mas quando a gente começa a observar o que está por trás da vontade de comer, a estratégia muda.

A nutrição não precisa olhar só para o prato.

Ela também precisa olhar para a rotina, o sono, os horários, a relação com a comida e a fase de vida de cada pessoa.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

05/08/2026

Chocolate não precisa ser tratado como culpa, prêmio ou perda de controle.

O problema nem sempre é comer chocolate.

Muitas vezes, o problema é o contexto em que ele aparece: fome acumulada, restrição durante o dia, sono ruim, estresse, pouca proteína, refeições mal distribuídas ou aquela sensação de “já que saí da linha, agora perdi tudo”.

Para muitas pessoas, o doce funciona melhor quando entra depois de uma refeição equilibrada, com mais consciência e menos desespero.

Não existe uma regra que sirva para todo mundo.

Mas existe estratégia.

E uma alimentação possível também precisa considerar prazer, rotina e vida real.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

02/08/2026

Dor de cabeça, cansaço, insônia, intestino preso, vontade de doce, inchaço…

Muitas vezes, o sintoma não aparece “do nada”. Ele pode ser uma pista de que algo na rotina, na alimentação, nos exames, no sono ou no metabolismo precisa ser investigado.

Na nutrição clínica, eu não olho para um sintoma isolado como se ele explicasse tudo.

Eu observo o conjunto:

alimentação, hidratação, exames, ciclo, fase hormonal, intestino, sono, rotina, estresse e histórico da paciente.

Porque o corpo fala antes de piorar.

E quando a gente aprende a escutar com mais critério, f**a mais fácil ajustar a rota antes que o problema se torne maior.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Menopausa também acontece no cérebro.Quando falamos nessa fase, muitas mulheres pensam primeiro em calorões, ganho de pe...
27/07/2026

Menopausa também acontece no cérebro.

Quando falamos nessa fase, muitas mulheres pensam primeiro em calorões, ganho de peso ou irregularidade menstrual.

Mas o cérebro também sente.

Dificuldade de concentração, lapsos de memória, irritabilidade, ansiedade, piora do sono e sensação de “neblina mental” são queixas comuns em mulheres nessa transição.

Isso não signif**a incapacidade.

Também não deveria ser tratado como frescura.

O cérebro responde às mudanças hormonais, ao sono, ao estresse, à glicemia, à alimentação e à rotina.

Por isso, o cuidado na menopausa precisa olhar para o corpo inteiro.

Não é só sobre peso.

É sobre qualidade de vida, energia, clareza, saúde metabólica e autonomia.

Compartilhe com uma mulher que precisa saber que isso não é “coisa da cabeça dela”.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

23/07/2026

Depois da bariátrica, a alimentação precisa ser acompanhada com atenção.

Não é apenas sobre comer menos.

É sobre comer melhor, proteger massa muscular, evitar deficiências nutricionais, acompanhar exames e manter saúde no longo prazo.

Produtos “fit” nem sempre são boas escolhas.

O melhor caminho é entender o que o seu corpo precisa, quais são suas tolerâncias e como organizar uma rotina alimentar possível.

Entre em contato pelo WhatsApp se você quer mais conteúdos sobre alimentação no pós-operatório e manutenção de resultados.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Exercício não deve ser visto apenas como uma forma de “queimar calorias”.Ele participa da preservação de massa muscular,...
22/07/2026

Exercício não deve ser visto apenas como uma forma de “queimar calorias”.

Ele participa da preservação de massa muscular, da saúde óssea, da sensibilidade à insulina, da disposição e da autonomia ao longo da vida.

Isso se torna ainda mais importante em fases como menopausa, emagrecimento, pós-bariátrica e uso de GLP-1.

Nutrição e exercício precisam conversar.

Porque o objetivo não é apenas reduzir peso.

É cuidar do corpo que vai sustentar essa mudança.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

Vamos falar de doce sem terrorismo?A melhor hora para comer doce não deveria ser a hora da culpa, da fome extrema ou da ...
15/07/2026

Vamos falar de doce sem terrorismo?

A melhor hora para comer doce não deveria ser a hora da culpa, da fome extrema ou da compensação.

Muitas vezes, a vontade intensa de doce aparece porque o dia inteiro foi desorganizado: pouca proteína, longos intervalos sem comer, sono ruim, estresse e refeições que não sustentam.

Por isso, antes de culpar sua força de vontade, olhe para a construção do seu dia.

O doce pode fazer parte da rotina.

Mas ele precisa entrar com consciência, não como resposta a uma alimentação restritiva e cheia de culpa.

Adriana Angela Roveda | Nutricionista

CRN 8-2821

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