04/05/2026
Se a restrição alimentar fosse a solução, ela já teria funcionado.
A ciência mostra o oposto: quanto mais restringimos um alimento, mais o cérebro o deseja. Restrição gera obsessão, não controle. Um estudo publicado no Appetite (2023) reforçou que comportamentos restritivos estão diretamente associados ao aumento de episódios de compulsão alimentar, não à sua diminuição. O corpo interpreta a restrição como ameaça, ativa mecanismos de sobrevivência e intensifica a fome física e emocional. A saída não passa por comer menos ou cortar mais. Passa por entender a relação que você construiu com a comida e reconstruí-la com cuidado, dentro de um processo terapêutico. Se você se identifica com esse ciclo, o CETA pode te ajudar.