CETA O Ceta foi criado com objetivo de garantir o melhor tratamento possível aos pacientes com transtorno alimentar.

Tem como meta fomentar discussões sobre o transtorno alimentar, levando conhecimento aos pacientes, familiares e sociedade em geral.

Nos transtornos alimentares, nutrir é muito mais do que prescrever o que comer.É ajudar alguém a reconstruir uma relação...
31/08/2026

Nos transtornos alimentares, nutrir é muito mais do que prescrever o que comer.

É ajudar alguém a reconstruir uma relação com a comida que, muitas vezes, passou a ser atravessada pelo medo, pela culpa, pela rigidez e pelo controle.

É acompanhar a recuperação nutricional sem perder de vista a pessoa que existe para além do prato.

E é fazer isso em diálogo constante com os outros profissionais que participam do tratamento.

Neste Dia do Nutricionista, nosso reconhecimento a quem escolheu exercer a Nutrição com conhecimento, sensibilidade e responsabilidade.

E um carinho especial aos nutricionistas que fazem parte do CETA e compartilham conosco, todos os dias, a construção desse cuidado. 💛

Feliz Dia do Nutricionista!

⚠️Um dos equívocos mais persistentes sobre transtornos alimentares é associar gravidade à aparência corporal.O peso é um...
30/08/2026

⚠️Um dos equívocos mais persistentes sobre transtornos alimentares é associar gravidade à aparência corporal.

O peso é uma informação clínica importante. Mas ele não conta, sozinho, a história de um transtorno alimentar.

Há pessoas em corpos que não correspondem ao imaginário social de “alguém doente” apresentando restrição intensa, comportamentos compensatórios, alterações metabólicas, sofrimento psíquico importante e comprometimento significativo da vida.

➡️Quando usamos o corpo como principal critério para decidir quem parece suficientemente doente para receber ajuda, corremos o risco de reconhecer o transtorno tarde demais.

Gravidade não se enxerga apenas na balança.

Hoje celebramos quem escolheu fazer da escuta, da compreensão e do vínculo instrumentos de cuidado.Nos transtornos alime...
27/08/2026

Hoje celebramos quem escolheu fazer da escuta, da compreensão e do vínculo instrumentos de cuidado.

Nos transtornos alimentares, o trabalho da Psicologia ocupa um lugar essencial: ajuda a compreender o que existe para além do comportamento alimentar, a dar sentido ao sofrimento e a construir, junto ao paciente, novos caminhos possíveis.

Neste Dia do Psicólogo, nosso carinho e reconhecimento a todos os profissionais que exercem esse trabalho com responsabilidade, sensibilidade e compromisso.

E um agradecimento especial às psicólogas que fazem parte do CETA e que, todos os dias, compartilham conosco seus diferentes olhares e sua forma de cuidar.

Feliz Dia do Psicólogo! 💛

20/08/2026

Se você é familiar ou cuidador de alguém com transtorno alimentar, provavelmente já se perguntou muitas vezes:

“Como eu posso ajudar sem piorar?”

Acompanhar alguém durante o tratamento pode trazer medo, insegurança e a sensação de não saber como agir diante de situações difíceis.

Por isso, reunimos uma série de vídeos psicoeducativos voltados a familiares e cuidadores, com habilidades inspiradas no modelo Maudsley para apoio ao tratamento dos transtornos alimentares.

Os conteúdos abordam formas mais úteis de se comunicar, lidar com conflitos, reduzir padrões que podem reforçar a doença e desenvolver uma postura mais segura diante do sofrimento de quem está em tratamento.

Não se trata de substituir o acompanhamento profissional, mas de oferecer recursos para que familiares e cuidadores possam participar do processo de forma mais consciente e consistente.

Se você acompanha alguém com transtorno alimentar e sente que também precisa de orientação para saber como ajudar, esse material foi pensado para você.

As informações para acesso estão no link da bio.

Hoje é Dia do Psiquiatra — e a gente quer falar dele do jeito que ele é aqui no CETA: parte de um time. 🧠Muita gente ach...
13/08/2026

Hoje é Dia do Psiquiatra — e a gente quer falar dele do jeito que ele é aqui no CETA: parte de um time. 🧠

Muita gente acha que psiquiatra é só quem "passa remédio". Mas em transtornos alimentares o papel vai muito além: é ele quem avalia os sintomas, trata as comorbidades e cuida da parte clínica que decide a segurança do tratamento.

E o que ninguém vê? O psiquiatra que escuta. Que reflete sobre o trabalho do outro e colabora. Porque aqui ele não trabalha sozinho — ele pensa junto com psicólogos, nutricionistas e demias profissionais.

Recuperação de verdade não acontece sozinha. Acontece quando cada um faz sua parte — e todos pensam juntos em você. 🤝

Parabéns aos psiquiatras! Vocês fazem a diferença.

08/08/2026

Perguntamos às nossas colabs: o que define uma equipe de verdade?

A resposta foi unânime: não é pensar igual, é pensar junto. É respeitar o trabalho do outro, entender os limites de cada papel e saber escutar — e ser escutado.

É essa troca que faz a diferença no cuidado de cada paciente, porque acreditamos que ninguém cuida sozinho. 🤍

Durante muito tempo, acreditou-se que a boa medicina dependia apenas de aplicar o que estava nos livros. Mas a verdade é...
29/07/2026

Durante muito tempo, acreditou-se que a boa medicina dependia apenas de aplicar o que estava nos livros. Mas a verdade é que cuidar de pessoas exige ir muito além da teoria.

🧠✨A verdadeira prática baseada em evidências une três pilares: a melhor ciência disponível, a bagagem do profissional e, acima de tudo, a realidade e os valores do paciente.
Nos transtornos alimentares, porém, percebemos que falta um elemento nessa engrenagem.

Para nós, o tratamento só ganha força com um quarto pilar: uma equipe integrada, que fala a mesma língua e cuida de toda a jornada do paciente, não apenas de consultas isoladas.

🤝A ciência orienta, a experiência interpreta, o paciente dá o sentido e a equipe transforma. É nisso que acreditamos aqui no CETA.

💬 Como você enxerga a importância de uma equipe integrada no cuidado dos Transtornos Alimentares?

Existe uma diferença que a gente percebe na prática, mas nem sempre consegue nomear.Ter vários profissionais acompanhand...
20/07/2026

Existe uma diferença que a gente percebe na prática, mas nem sempre consegue nomear.

Ter vários profissionais acompanhando um paciente não significa, automaticamente, que existe uma equipe.

Uma equipe de verdade compartilha direção. Não precisa pensar igual — precisa caminhar junta. Precisa conversar, alinhar, discordar quando necessário e reavaliar juntos.

Porque quando cada profissional segue isolado, quem acaba tendo que integrar tudo sozinho é o paciente. E num tratamento de transtorno alimentar, isso não é apenas desconfortável — pode comprometer todo o processo.

No final, o que o paciente busca não são apenas bons especialistas. Ele busca a sensação de que existe um cuidado organizado ao seu redor.

E talvez seja isso, no fundo, que transforma um grupo de profissionais em uma verdadeira equipe.

Você já viveu uma situação em que a falta de alinhamento entre profissionais prejudicou um tratamento?

15/07/2026

O paciente não abandona apenas consultas.

Ele abandona a esperança.

Abandona a confiança de que um tratamento pode realmente funcionar.

Abandona a sensação de que alguém está olhando para ele como um todo.

Nos transtornos alimentares, o abandono raramente acontece de uma vez.

Ele começa quando as consultas deixam de conversar entre si.

Quando cada profissional cuida apenas da sua parte.

Quando a família se sente perdida.

Quando o paciente precisa sustentar sozinho um tratamento que já é, por natureza, complexo.

É por isso que, para mim, cuidar de um transtorno alimentar nunca significou apenas reunir profissionais.

Significa construir uma direção comum.

Porque, muitas vezes, o que mantém alguém em tratamento não é apenas a competência técnica de um profissional.

É a experiência de sentir que existe uma equipe caminhando ao seu lado.

E essa talvez seja uma das maiores responsabilidades de quem escolheu cuidar de pessoas com transtornos alimentares.


Nem sempre a dificuldade está na competência dos profissionais envolvidos.Muitas vezes, o desafio está em algo menos vis...
13/07/2026

Nem sempre a dificuldade está na competência dos profissionais envolvidos.

Muitas vezes, o desafio está em algo menos visível: a forma como essas pessoas se conectam para cuidar de um mesmo paciente.

Nos transtornos alimentares, é comum encontrarmos equipes formadas por excelentes especialistas — psiquiatras, psicólogos, nutricionistas e médicos —, mas que trabalham de maneira isolada, sem uma construção conjunta das decisões.

E quando isso acontece, alguns sinais começam a aparecer:

• A família assume o papel de intermediadora das informações.

• Os objetivos do tratamento deixam de ser claros.

• O paciente recebe orientações que parecem contraditórias.

• Cada consulta parece recomeçar do zero.

• Decisões importantes são tomadas sem alinhamento.

Isso não significa que existam profissionais ruins.

Na maioria das vezes, significa apenas que falta integração.

No CETA, acreditamos que coordenar também é cuidar. Porque casos complexos exigem diálogo, alinhamento e uma equipe que pense junta.

💬 Na sua experiência, qual é o maior desafio para integrar diferentes profissionais em um mesmo tratamento?

Endereço

Rua Marechal José Bernardino Bormann, 450
Curitiba, PR
80440-195

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