Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião

Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião Médico Neurocirurgião que Atua na área de Nervos Periféricos. CRM 33811 - RQE 26510

06/04/2026
30/03/2026

"Dr., meu bebê está com dor?"
Essa é a pergunta mais comum (e dolorosa) que ouço no consultório. Se você vê o bracinho do seu filho parado e seu coração aperta de medo, este texto foi escrito para você.

Quando o diagnóstico de Paralisia Braquial Obstétrica (PBO) surge, a angústia é imediata. O peso da incerteza e o medo do sofrimento físico do recém-nascido tiram o sono de qualquer pai ou mãe. Por isso, antes da resposta técnica, foque nestas dicas cruciais para este início:

Toque com carinho: O estímulo sensorial ajuda o desenvolvimento, mesmo sem movimento.

Cuidado na manobra: Apoie sempre o bracinho; evite trações ou puxões nas trocas de roupa.

Ação Imediata: Fisioterapia precoce e avaliação especializada são os pilares da recuperação.

O alívio vem da compreensão

Mas afinal, ele sofre? A resposta, na imensa maioria dos casos de PBO, é: Não, o bebê não sente dor.

Isso acontece porque o sistema nervoso dele ainda é imaturo. Os "fios" que levam os sinais de dor ao cérebro e a própria capacidade de processar essa sensação não estão completamente formados. O choro do recém-nascido é de fome, sono ou fralda, não da lesão.

Saber disso deve ser um acalento. O sofrimento, agora, é apenas emocional e é seu, não dele. Acalme seu coração: com o cuidado certo e diagnóstico precoce, os caminhos para a recuperação se abrem.

Para entender cada passo dessa jornada e como podemos ajudar, siga o nosso canal.
Dr. Thomas Marcolini
Neurocirurgião | Especialista em Nervos Periféricos
CRM-PR 33.811 | RQE 26.510

20/03/2026

Eu sei que sofrer uma lesão no plexo braquial é um momento de muita angústia e incerteza. A primeira coisa que você ouve é: 'vamos esperar para ver se volta'. Mas é exatamente aí que mora o maior perigo.

Neste vídeo, eu quero te mostrar que esperar demais é o maior erro. O nervo tem um 'prazo de validade' para ser recuperado, e deixar o tempo passar sem uma avaliação especializada pode fechar portas que não abrem mais.

Dicas práticas para quem está passando por isso agora:

Não aceite apenas o 'esperar': Se em 3 meses não houve evolução nenhuma no movimento, você precisa de uma eletroneuromiografia e da opinião de um especialista em nervos.

Estimule o cérebro: Mesmo sem movimento, continue tentando "mandar o comando". A conexão mente-músculo ajuda a manter os circuitos ativos enquanto buscamos a solução.

Cuidado com as articulações: Enquanto o nervo não volta, o ombro e o cotovelo podem "travar". Faça mobilizações passivas para que, quando o nervo recuperar, o braço esteja livre para se mexer.

Se você ou alguém que você conhece está com o braço parado após um trauma, assista até o final. Informação correta é o primeiro passo para a recuperação."

Dr. Thomas Marcolini
Neurocirurgião | Especialista em Nervos Periféricos
CRM-PR 35447 | RQE 27581

Precisa de orientação?
📲 WhatsApp: (41) 99896-1212
🌐 www.nervosperifericos.com.br
📍 Atendimento em Curitiba, São Paulo e por Telemedicina.

29/01/2026

Uma das dúvidas mais comuns é: “quanto tempo demora para a dor melhorar depois de uma cirurgia de nervo?” ⏳⚡

A resposta varia conforme o tipo de lesão, o nervo envolvido e o tempo que ele ficou doente antes da cirurgia.
Mas, de forma geral, o nervo é o tecido mais lento do corpo para se recuperar.

Depois da cirurgia, ele começa a crescer cerca de 1 milímetro por dia — o que significa que, dependendo da distância até o músculo ou a pele, a melhora pode levar semanas ou até meses.
Durante esse tempo, é comum o paciente sentir formigamento, fisgadas ou pequenas dores elétricas, sinais de que o nervo está voltando a funcionar.

👉 O acompanhamento com o médico e a fisioterapia especializada são essenciais para guiar essa regeneração.
E o mais importante: existe sim recuperação — mas ela exige paciência, constância e tempo.

Você sabia que o nervo cresce tão devagar assim? Conta aqui 👇

👨‍⚕️ Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião de Nervos Periféricos
🏥 Consultas online e presenciais em Curitiba e São Paulo
📲 Whatsapp: +55 (41) 9 9696-8526 - CRM 33811 / RQE 26510

25/01/2026

Você sente formigamento, dormência ou fraqueza para levantar o pé? ⚡
Isso pode ser sinal de compressão ou lesão do nervo fibular, o nervo que controla os movimentos do pé e dos dedos.

Quando o nervo fibular é comprimido — geralmente na altura do joelho — o paciente pode notar o chamado “pé caído”, tropeçar com facilidade e ter perda de força ao caminhar.

O tratamento depende da causa e do tempo da lesão:
✅ Nos casos leves, pode incluir fisioterapia e o uso de órteses para proteger o pé.
✅ Quando há compressão evidente, pode ser feita a cirurgia de descompressão do nervo, liberando o ponto de aperto.
✅ Em situações com perda de função mais grave, há opções como reconstrução ou transferência de tendão.

👉 E o mais importante: existe sim tratamento — e quanto antes o diagnóstico for feito, maiores as chances de recuperação completa do movimento.

Você já sentiu o pé “caindo” ao andar? Conta aqui 👇

👨‍⚕️ Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião de Nervos Periféricos
🏥 Consultas online e presenciais em Curitiba e São Paulo
📲 Whatsapp: +55 (41) 9 9696-8526 - CRM 33811 / RQE 26510

24/01/2026

Quando o nervo é lesionado ou comprimido, muita gente pergunta: “preciso operar logo ou devo esperar?” 🤔⚡
A resposta depende do tipo e da gravidade da lesão.

👉 Em lesões leves por compressão (como túnel do carpo ou túnel cubital), o tratamento inicial costuma ser conservador — com fisioterapia, ajustes de postura, talas e medicações.
👉 Já quando há perda de força, dormência constante ou atrofia muscular, é sinal de que o nervo pode estar sofrendo demais — e nesse caso, não vale a pena esperar muito, pois o tempo é essencial para a recuperação.
👉 Em lesões por trauma direto (como cortes, acidentes ou tração), o ideal é avaliar precocemente, pois muitas vezes a cirurgia de reconstrução precisa ser feita nas primeiras semanas.

O nervo tem capacidade de regeneração, mas ela é limitada pelo tempo — quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, melhor o resultado.

👉 E lembre-se: existe sim tratamento, e o tempo certo de agir faz toda a diferença.

Você sabia que o nervo também “envelhece” com a lesão se não for tratado a tempo? Conta aqui 👇

👨‍⚕️ Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião de Nervos Periféricos
🏥 Consultas online e presenciais em Curitiba e São Paulo
📲 Whatsapp: +55 (41) 9 9696-8526 - CRM 33811 / RQE 26510

19/01/2026

Quando há fraqueza, dormência ou perda de movimento no braço após um trauma, o médico pode suspeitar de uma lesão do plexo braquial — o conjunto de nervos que controla o ombro, o braço e a mão.

Para entender a extensão da lesão e planejar o tratamento, são feitos exames específicos, como:

Ressonância magnética, que mostra se houve ruptura ou tração dos nervos.

Eletroneuromiografia (o “exame do choquinho”), que avalia se o nervo ainda conduz impulsos elétricos.

E em alguns casos, exames de imagem com contraste para ver se há avulsão (arrancamento) das raízes nervosas.

Esses exames ajudam a decidir se há chance de recuperação espontânea ou se será necessário tratamento cirúrgico.

👉 O mais importante é saber que existe sim tratamento para a lesão do plexo braquial — e quanto antes o diagnóstico for feito, maiores as chances de recuperar o movimento.

Você ou alguém que conhece já teve uma lesão no braço após um acidente? Conta aqui 👇

👨‍⚕️ Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião de Nervos Periféricos
🏥 Consultas online e presenciais em Curitiba e São Paulo
📲 Whatsapp: +55 (41) 9 9696-8526 - CRM 33811 / RQE 26510

Endereço

Curitiba, PR
80730000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Dr. Thomas Marcolini - Neurocirurgião:

Compartilhar