Dra. Maíra C. Gallucci

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06/06/2026

Deixa eu te fazer uma pergunta que vai doer. ❤️‍🩹

Você cuida de todo mundo. Dos filhos, do marido, da casa, do trabalho, dos seus pais. Quem está cuidando de você?

Você acorda antes de todo mundo, dorme depois de todo mundo, lembra de cada compromisso, cada remédio, cada agenda da família inteira. Você é o pilar invisível que segura tudo de pé. Mas quando foi a última vez que você parou para escutar o que o seu próprio corpo está dizendo?

Porque ele está dizendo. Está dizendo há muito tempo. O cansaço que não passa nem com fim de semana é mensagem. A irritabilidade que escapa com quem você mais ama é mensagem. A libido que sumiu há tanto tempo que você nem fala mais nisso é mensagem. A insônia, o ganho de peso, a sensação de viver no piloto automático, tudo isso é o seu corpo gritando que algo precisa ser olhado. E você está ocupada demais cuidando de todo mundo para escutar.

A maioria desses sintomas tem causa hormonal identificável. Estrogênio, progesterona, testosterona, tireoide, cortisol. Quando esses hormônios saem de equilíbrio, e isso é comum a partir dos 35 e 40, o corpo manda sinais claros. Mas só são interpretados quem para para investigar de verdade. E enquanto você adia a sua própria investigação, esses sinais só pioram.

Em mais de 15 anos de prática, com mais de 10 mil pacientes atendidos, eu vejo isso todos os dias no consultório. Mulheres que finalmente decidem cuidar de si e descobrem que tinham anos de desequilíbrio hormonal não tratado. Anos sofrendo com algo que tinha causa, tinha nome, tinha solução. Quando começam a reposição hormonal individualizada, voltam a ter energia, presença, paciência, libido, autoestima. Voltam inteiras para a vida que construíram.

Cuidar de você não é egoísmo. É o que sustenta tudo o que você cuida.

Se você se identificou, digita aqui hormônio que eu te explico o próximo passo 🌿

Marca uma mulher que precisa ouvir essa pergunta hoje.





Dra. Maíra Gallucci | CRM 28886/PR | Nutrologia RQE 35846 | Hematologia RQE 26586

Hormônios não dependem apenas de medicamentos.Eles respondem diariamente aos hábitos que você repete para o bem ou para ...
06/06/2026

Hormônios não dependem apenas de medicamentos.

Eles respondem diariamente aos hábitos que você repete para o bem ou para o mal.

Dormir melhor, consumir proteína suficiente, manter massa muscular, praticar atividade física, cuidar do intestino, corrigir deficiências nutricionais e controlar o estresse são estratégias que impactam diretamente seu metabolismo, sua energia e seu equilíbrio hormonal.

A boa notícia?

Você não precisa mudar tudo de uma vez.

Pequenas escolhas consistentes costumam trazer mais resultados do que medidas radicais e difíceis de manter.

Seu corpo está se adaptando todos os dias ao ambiente que você oferece a ele.

Por isso, cuidar dos seus hormônios começa muito antes de qualquer exame ou tratamento.
Começa nos hábitos.

✨ Salve este post para consultar sempre.
✨ Compartilhe com alguém que precisa cuidar melhor da saúde hormonal.
✨ Qual desses hábitos você mais precisa melhorar hoje?

Conta aqui nos comentários. 👇

📚 Referências científicas
• Nature Reviews Endocrinology. Lifestyle Interventions and Hormonal Health. 2024.
• The Lancet Diabetes & Endocrinology. Physical Activity, Metabolic Health and Endocrine Function. 2024.
• Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Sleep, Circadian Rhythm and Hormonal Regulation. 2023–2025.
• Nutrients. Micronutrients and Endocrine Function: Updated Review. 2024.
• Gut. Gut Microbiota and Hormonal Regulation. 2024.
• Cell Metabolism. Skeletal Muscle, Insulin Sensitivity and Metabolic Health. 2024.



Dra. Maíra Gallucci
Nutrologia e Hematologia - Curitiba
CRM: 28886PR | RQE:26586 | RQE:35846

05/06/2026

“É a idade.” Quantas vezes você já ouviu essa frase como se fosse uma sentença?

Você chega no consultório cansada. Conta que está irritada, sem libido, dormindo mal, ganhando peso sem entender por quê. E ouve que é a idade. Que é assim mesmo. Que você precisa aceitar e seguir.

Não é idade. São hormônios.

Existe uma diferença gigante entre essas duas frases, e ela muda completamente o que pode ser feito por você.
Idade é algo que você não controla. Hormônio é algo que pode ser investigado, tratado e equilibrado. Aceitar como “idade” é abrir mão de um tratamento que existe e funciona.

O que acontece na menopausa não é envelhecimento puro. É uma queda específica de estrogênio, progesterona e testosterona que desencadeia em cadeia todos os sintomas que você está sentindo. O cansaço tem causa. A irritabilidade tem causa. O ganho de peso, a insônia, a queda da libido, tudo tem causa hormonal identificável e tratável.

E quando essa causa é tratada de verdade, o cenário muda completamente. Não porque você ficou mais jovem, mas porque o seu corpo voltou a ter o suporte que ele precisava para funcionar bem. Sono que volta, energia que reaparece, humor que estabiliza, libido que renasce, peso que responde.

Em mais de 15 anos atendendo mulheres na menopausa, com mais de 10 mil pacientes, o que eu vejo todos os dias é que a reposição hormonal individualizada devolve qualidade de vida que parecia perdida para sempre.

Mulheres que voltaram a se mover com disposição, a se sentir bem no próprio corpo, a se reconhecer no espelho.

Não aceite como destino o que é fisiologia tratável. Não é sobre fugir da idade. É sobre não confundir idade com desequilíbrio hormonal.

Se você está cansada de ouvir que é normal e quer entender o que realmente está acontecendo com o seu corpo, digita aqui HORMÔNIO que eu te explico o próximo passo.

Marca uma amiga que também já ouviu que “é a idade” e merece saber que existe saída.




Dra. Maíra Gallucci | CRM 28886/PR | Nutrologia RQE
35846 | Hematologia RQE 265

Quando a ferritina está elevada, muitas pessoas pensam imediatamente em excesso de ferro.Mas essa é apenas uma das possi...
05/06/2026

Quando a ferritina está elevada, muitas pessoas pensam imediatamente em excesso de ferro.

Mas essa é apenas uma das possibilidades.

Hoje sabemos que, na prática clínica, as causas mais frequentes de ferritina elevada estão relacionadas a alterações metabólicas, inflamação crônica e saúde hepática.

Gordura visceral aumentada, resistência à insulina, esteatose hepática, síndrome metabólica e processos inflamatórios podem elevar a ferritina mesmo quando não existe uma verdadeira sobrecarga de ferro.

Por isso, analisar apenas o valor da ferritina isoladamente pode levar a interpretações equivocadas.
A investigação adequada deve considerar:
✔️ Saturação de transferrina
✔️ Perfil metabólico
✔️ Função hepática
✔️ Marcadores inflamatórios
✔️ Composição corporal
✔️ Histórico familiar
✔️ Exames complementares quando necessários

A ferritina não é apenas um marcador dos estoques de ferro.

Ela também pode refletir inflamação, disfunção metabólica e risco cardiometabólico.

✨ Salve este post para consultar depois.
✨ Compartilhe com alguém que tem ferritina elevada.
✨ E lembre-se: tratar apenas o número nem sempre resolve a causa.

📚 Referências científicas
• Nature Reviews Endocrinology. Consensus Statement on the Definition and Classification of Metabolic Hyperferritinaemia. 2023.
• Gut. Serum Ferritin Levels Can Predict Long-Term Outcomes in MASLD. 2024.
• Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Population-Based and Clinical Cohort Validation Studies on Ferritin and Metabolic Dysfunction. 2024.
• Nutrients. Hyperferritinemia Is Associated with Higher Adiposity, Insulin Resistance and Hepatic Dysfunction. 2025.
• Gut. Hyperferritinemia, Liver Fibrosis and Liver-Related Outcomes in MASLD. 2024.



Dra. Maíra Gallucci
Nutrologia e Hematologia - Curitiba
CRM: 28886PR | RQE:26586 | RQE:35846

04/06/2026

Você come e em duas horas já está com fome de novo. E acha que o problema é você. 🌿

Tem vontade de doce o tempo todo. Sente que nunca está satisfeita. E vive se culpando achando que é ansiedade, falta de controle, fraqueza emocional.

Não é nada disso.

O que controla a sua fome não é a sua força de vontade. São dois hormônios que poucas mulheres conhecem. A leptina, que avisa o seu cérebro quando você já comeu o suficiente. E a grelina, que dispara o sinal de fome. Quando esses dois estão desequilibrados, o seu corpo simplesmente não recebe a mensagem de saciedade. Você come e continua com fome porque o seu cérebro não escutou que você já comeu.

Some a isso a resistência insulínica, condição em que a insulina alta mantém você em ciclos constantes de fome, especialmente por doce e carboidrato. E o resultado é uma mulher que se culpa todos os dias por algo que não é falha dela. É fisiologia desregulada.

Você não está com fome. Você está com desequilíbrio que ninguém investigou.

Eu atendo mulheres com essa queixa todos os dias, há mais de 15 anos de prática. Já foram mais de 10 mil pacientes e mais de 20 mil kg eliminados. Quando esse desequilíbrio é identificado e tratado, com o olhar conjunto da nutrologia e da hematologia, a relação com a comida muda completamente. A fome volta a ser real, a saciedade volta a chegar, a compulsão desaparece. Não por força, por equilíbrio.

Pare de se culpar pelo que é fisiológico. Pare de tentar vencer no esforço o que precisa ser resolvido na causa.

Se você se identificou, digita aqui EMAGRECIMENTO que eu te explico o próximo passo ❤️‍🔥

Marca uma amiga que também sente fome o tempo todo e se culpa por isso.





Dra. Maíra Gallucci | CRM 28886/PR | Nutrologia RQE 35846 | Hematologia RQE 26586

Muitas pessoas acreditam que a preparação para uma gravidez começa quando param o anticoncepcional ou decidem tentar eng...
04/06/2026

Muitas pessoas acreditam que a preparação para uma gravidez começa quando param o anticoncepcional ou decidem tentar engravidar.

Mas a verdade é que a fertilidade começa muito antes disso.

A saúde dos óvulos, dos espermatozoides, dos hormônios, do metabolismo e até mesmo do intestino pode influenciar as chances de concepção e a evolução da gestação.

Por isso, uma avaliação pré-concepcional adequada permite identificar precocemente alterações que muitas vezes não causam sintomas, mas que podem impactar a fertilidade do casal.

Além dos exames hormonais, laboratoriais e ginecológicos, também é importante avaliar:
🌷 Composição corporal
🌷 Massa muscular
🌷 Qualidade do sono
🌷 Saúde intestinal
🌷 Inflamação sistêmica
🌷 Deficiências nutricionais

E não podemos esquecer de algo fundamental:
A fertilidade não é apenas da mulher. A investigação e os cuidados com a saúde masculina são igualmente importantes.

Preparar o terreno é tão importante quanto plantar a semente.

✨ Salve este post para consultar depois.
✨ Compartilhe com alguém que sonha em engravidar.
✨ E lembre-se: fertilidade é cuidado do casal.

📚 Referências científicas
• American Society for Reproductive Medicine (ASRM). Fertility Evaluation of Infertile Women. 2024.
• European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE). Guideline on Female Fertility Assessment. 2023.
• European Society of Human Reproduction and Embryology (ESHRE). Recurrent Pregnancy Loss Guideline Update. 2023.
• Human Reproduction Update. Preconception Care and Reproductive Outcomes. 2024.
• Fertility and Sterility. Male Fertility Evaluation Updates. 2024.

SaúdeMasculina

Dra. Maíra Gallucci
Nutrologia e Hematologia - Curitiba
CRM: 28886PR | RQE:26586 | RQE:35846

04/06/2026

Exames normais. Mas você sabe que algo está errado. ❤️‍🩹

Você fez tudo o que pediram. Marcou consulta, esperou o resultado, levou o laudo cheio de expectativa. E ouviu a frase que tantas mulheres conhecem bem: “está tudo dentro do esperado”. Voltou para casa com o papel na mão e o corpo gritando o contrário.

Essa sensação de não ser ouvida tem um peso enorme. Porque os sintomas continuam reais. A exaustão que não passa. A irritabilidade que machuca quem você ama. O sono que não restaura nada. A libido que sumiu sem se despedir. A sensação de viver no piloto automático de uma vida que era para ser sua.

E aí vem a pergunta silenciosa: será que sou eu que estou exagerando?

Não está. O que acontece é que o sistema laboratorial trabalha com faixas amplas de referência, criadas para identificar doença, não para garantir qualidade de vida. Você pode estar tecnicamente dentro do normal e funcionalmente muito abaixo do que o seu corpo precisa para se sentir bem. A diferença entre “não estar doente” e “estar bem” é gigante. E quase ninguém olha para esse espaço.

Em mais de 15 anos de prática, com mais de 10 mil pacientes atendidos, é essa lacuna que eu trabalho todos os dias. Mulheres que chegaram desacreditadas, com exames perfeitos no papel e uma vida que tinha perdido o brilho. Quando a investigação é feita com profundidade, considerando sintomas, fase de vida, perfil hormonal completo, e a reposição é construída de forma individualizada, a transformação é nítida. O sono se restaura. A energia retorna. A libido renasce. A mulher se reconhece de novo.

Você merece mais do que o mínimo aceitável. Merece se sentir bem de verdade, não apenas “dentro da normalidade”.

Se você se identificou, digita aqui hormônio que eu te explico o próximo passo 🌿

Marca uma amiga que também já saiu do consultório com a mesma frustração.





Dra. Maíra Gallucci | CRM 28886/PR | Nutrologia RQE 35846 | Hematologia RQE 26586

Você já percebeu que muitas mulheres começam a sentir mudanças importantes muito antes da menopausa?Alterações no sono, ...
03/06/2026

Você já percebeu que muitas mulheres começam a sentir mudanças importantes muito antes da menopausa?

Alterações no sono, ansiedade, TPM mais intensa, dificuldade para emagrecer, redução da libido, ondas de calor, cansaço e ganho de gordura abdominal nem sempre surgem de uma hora para outra.

Na verdade, as mudanças hormonais costumam começar anos antes da última menstruação.

Por isso, muitas mulheres passam anos acreditando que estão apenas “envelhecendo”, quando na realidade seu corpo já está passando pela transição hormonal.
Entender essas mudanças permite agir mais cedo para preservar:
✨ Massa muscular
✨ Energia e disposição
✨ Saúde óssea
✨ Saúde cardiovascular
✨ Qualidade de vida

A menopausa não é uma doença.

É uma fase natural da vida da mulher que merece informação, acolhimento e acompanhamento individualizado.

Quanto antes você entende o que está acontecendo com seu corpo, mais ferramentas você tem para atravessar essa fase com saúde e bem-estar.

🌷 Qual desses sintomas mais te incomoda hoje?
Conte aqui nos comentários.

📩 E envie este post para uma amiga que precisa ler isso.

E digita RECOMEÇO para receber um presente que pode te ajudar a passar melhor por esse fase de transformação!

📚 Referências científicas
• The 2023 Nonhormone Therapy Position Statement of The Menopause Society.
• 2024 Menopause Hormone Therapy Guidelines – International Menopause Society (IMS).
• The Lancet. Menopause Series. 2024.
• Nature Reviews Endocrinology. Menopause and Healthy Aging. 2024.
• Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism. Midlife Women’s Health Updates. 2023–2025.

# Nutrologiacuritiba

Dra. Maíra Gallucci
Nutrologia e Hematologia - Curitiba
CRM: 28886PR | RQE:26586 | RQE:35846

03/06/2026

Proteína demais vira gordura?

Essa é uma das frases mais repetidas na nutrição, mas a fisiologia é muito mais interessante do que isso.

Um estudo publicado no Cell Reports Medicine mostrou que a ingestão de 100 g de proteína após treino resistido gerou uma resposta anabólica maior e mais prolongada do que 25 g, com baixo impacto na oxidação de aminoácidos.

Isso não significa que todo mundo deve consumir 100 g de proteína por refeição.

Mas mostra que o corpo tem uma capacidade maior de aproveitamento proteico do que se imaginava, especialmente quando existe treino de força.

Na prática, proteína é uma ferramenta poderosa para emagrecimento porque aumenta saciedade, tem maior efeito térmico, ajuda a preservar massa muscular e melhora a qualidade da perda de peso.

Emagrecer bem não é só perder quilos.

É perder gordura preservando músculo.

Salve este post para lembrar: proteína não é detalhe da dieta. É estratégia metabólica

Dra. Maíra Gallucci
Nutrologia e Hematologia - Curitiba
CRM: 28886PR | RQE:26586 | RQE:35846

02/06/2026

Se você está tentando engravidar há alguns meses sem sucesso, existe um erro muito comum que pode estar atrasando esse sonho. E ele acontece antes mesmo da primeira tentativa.

Não investigar o seu corpo antes.

A maioria das mulheres entra na tentativa fazendo apenas o básico. Ácido fólico, calendário, ovulação. E só depois de meses, às vezes anos, sem resultado, começa a investigar a fundo. Mas a verdade é que esse tempo todo poderia ter sido evitado se o corpo tivesse sido olhado de verdade desde o começo.

Existem fatores silenciosos que impactam diretamente a sua capacidade de engravidar e que quase nunca aparecem na investigação convencional. Deficiência de ferro, mesmo sem anemia diagnosticada. Vitamina D baixa. B12 abaixo do ideal. Desequilíbrios sutis de tireoide. Inflamação crônica. Todos esses fatores reduzem a qualidade do óvulo, dificultam a ovulação, comprometem a implantação e aumentam o risco de perda gestacional precoce.

Como hematologista e nutróloga, eu olho para esse momento com uma lente diferente. Porque a fertilidade não está só nos hormônios reprodutivos. Está no terreno completo do seu corpo. No sangue, na nutrição, na inflamação, no equilíbrio metabólico.

Em mais de 15 anos acompanhando mulheres e casais nessa jornada, o que eu vejo com clareza é que quem investiga a fundo desde o começo encurta o caminho. Pequenas correções mudam completamente o cenário. Mulheres que tentavam há tempo finalmente engravidam quando o corpo recebe o que faltava.

Não cometa o erro de tentar sem preparar. O seu corpo precisa ser olhado antes do positivo, não depois da frustração.

Se você está nessa jornada e quer encurtar o caminho, digita aqui FERTILIDADE.



Dra. Maíra Gallucci | CRM 28886/PR | Nutrologia RQE 35846 | Hematologia RQE 26586

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