Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda

Dra Priscilla Leitner - Método pra Vida Toda Esta página é dedicada a ajudar pessoas que tem um Comer Emocional e Transtornos Alimentares de uma f

Olá, sou Priscilla Leitner, Psicóloga e Especialista em Comportamento e Transtornos Alimentares. Sou pioneira no tratamento de problemas alimentares e desenvolvi ao longo dos anos uma abordagem gentil para lidar com questões do corpo, alimentação e saúde mental. Fundadora do Instituto de Pesquisa do Comportamento Alimentar de Curitiba
Idealizadora do Método pra Toda Vida

CRP 08/19772

23/05/2026

Tem uma coisa que pouca gente fala sobre a seletividade alimentar infantil: o nível de exaustão que essas mães vivem todos os dias. Enquanto muitos olham e pensam “é só comida”, dentro de casa existe uma batalha emocional, sensorial e familiar acontecendo em cada refeição. Tem mãe tentando não chorar na frente do filho enquanto prepara a comida de diversas formas diferentes, tem mãe negociando colheradas como quem tenta salvar o mundo antes do almoço.

E sabe o que mais me preocupa? Profissionais da saúde que saem da graduação sem preparo para manejar casos assim. Sem entender os traços emocionais, sensoriais e comportamentais envolvidos. Sem conseguir conduzir a família com segurança. A criança sofre, a mãe sofre e o profissional também, porque sente que não consegue avançar no tratamento.

Quem aprende comportamento e transtornos alimentares com profundidade deixa de atender no improviso. Passa a ter repertório clínico, estratégia de manejo e confiança para transformar casos difíceis em evolução real. E isso muda tudo: resultado do paciente, reconhecimento profissional e crescimento financeiro.

A demanda só aumenta. As famílias estão desesperadas por profissionais preparados. E a verdade é que quem se especializa primeiro ocupa um espaço que ainda tem poucos especialistas de verdade.

Se esse vídeo te fez lembrar de uma mãe que está tentando ser forte todos os dias na hora das refeições, compartilhe com ela. E se você é profissional da saúde, segue esse perfil. Porque quanto mais entendemos sobre comportamento alimentar, mais famílias conseguimos acolher de verdade.

Tenho muito orgulho de cada mãe que continua tentando, mesmo cansada, frustrada e emocionalmente esgotada. Muitas vezes, elas só precisam encontrar um profissional preparado para caminhar junto 💛

22/05/2026

Sexta-feira é dia de react da série Quilos Mortais. E hoje analisamos a história de Lupe Samano (parte 1), um episódio que traz reflexões importantes sobre o tratamento da obesidade grave e os desafios emocionais envolvidos nesse processo.

Existe um momento em que o paciente precisa deixar de ocupar apenas o lugar da dor e começar a participar ativamente do próprio tratamento. Mas isso não acontece através da crítica, do medo ou da culpa. Acontece quando existe vínculo, direção e profissionais preparados para conduzir conversas difíceis com técnica, responsabilidade e humanidade.

Criar vínculo também signif**a sustentar limites, trabalhar autonomia e compreender que muitos comportamentos alimentares estão profundamente conectados à história emocional daquele paciente. Afinal, tratar obesidade grave não é apenas falar sobre comida e sim entender sofrimento, dinâmica familiar, dependências emocionais e tudo aquilo que aquele corpo comunica sem precisar dizer uma palavra.

No caso da Lupe, a mudança começou quando ela foi confrontada com responsabilidade. Não como punição, mas como parte do tratamento. Muitos pacientes com obesidade grave apresentam dificuldades importantes de autonomia, manejo emocional e auto responsabilização. Sem compreender isso, o profissional corre o risco de reforçar dependências, manipulações e ciclos de adoecimento. Atender obesidade grave exige muito mais do que prescrever dieta ou orientar comportamento. Exige leitura clínica, manejo de vínculo, estratégia e sensibilidade.

Se você quer aprender a olhar para comportamento alimentar com mais profundidade, entendendo o que existe por trás da compulsão, da obesidade, da relação com o corpo e das dores emocionais que tantos pacientes carregam em silêncio, esse perfil é para você. Aqui, a gente fala sobre saúde mental, alimentação e estilo de vida sem fórmulas rasas e sem discursos prontos.

21/05/2026

Tem profissionais da saúde que passam meses “processando”, estudando mais um curso, esperando a confiança aparecer… enquanto o paciente segue precisando de ajuda agora. E claro que acolhimento emocional importa, técnica sem escuta vira protocolo vazio. Mas tem hora que o profissional precisa ouvir um carinhoso: senta a bunda na cadeira e faz 😂.

Crescimento profissional também exige ação. Exige parar de romantizar a insegurança e começar a construir repertório clínico, posicionamento e experiência prática. Na clínica, nos negócios e na vida, maturidade é conseguir equilibrar as duas coisas: acolher a própria história sem usar ela como prisão. Ter alguém que te ajude a enxergar o que precisa ser desenvolvido, mas também alguém que te lembre da potência que existe em você.

Os profissionais que mais transformam vidas não são os que sabem tudo mas sim os que decidem se movimentar, aprender, aplicar e sustentar o processo.

É por isso que existe a Comunidade IPCAC. Um espaço para profissionais da saúde que querem parar de caminhar sozinhos, desenvolver segurança clínica, crescer no mercado e construir uma carreira com técnica, estratégia e pertencimento. Se você quer fazer parte de uma comunidade de especialistas que transforma vidas enquanto constrói negócios sólidos na saúde, vem com a gente. Comenta COMUNIDADE aqui embaixo ou me chama no direct.

Talvez o próximo passo da sua carreira esteja mais perto do que você imagina ✨.

20/05/2026

Quando uma pessoa relata um episódio de mania com leveza nas redes, muita gente assiste sem perceber o tamanho do sofrimento que existe ali. A euforia pode parecer liberdade, coragem, impulsividade divertida. Mas, na prática clínica, o que vemos são decisões precipitadas, rompimentos, compulsões, abandono de tratamento e uma vida inteira tentando lidar com os prejuízos depois.

O mais delicado é que, durante a virada maníaca, o paciente raramente consegue perceber sozinho o que está acontecendo. Por isso acompanhamento, rede de apoio e manejo adequado fazem tanta diferença.

E para os profissionais da saúde, f**a um ponto importante: quem aprende a enxergar além do sintoma consegue transformar vidas de verdade. Técnica e sensibilidade caminham juntas. Profissionais que dominam comportamento alimentar e saúde mental não apenas aceleram seus resultados e crescem na carreira, mas ampliam profundamente o impacto que geram no mundo.

Se esse tipo de conteúdo faz sentido pra você, acompanha meu perfil. Aqui falamos sobre comportamento alimentar, saúde mental, estilo de vida e formação de profissionais que querem construir uma carreira com propósito, reconhecimento e resultado.

19/05/2026

Ainda existe profissional da saúde tentando tratar comportamento alimentar com planilha, protocolo engessado e um “come direitinho” dito com convicção. Depois não entende por que o paciente abandona o tratamento na terceira sessão. Mas quando você aprende a olhar para comportamento, história de vida, emoções e manejo clínico com profundidade, o atendimento muda de nível. O paciente se sente compreendido, adere ao processo e finalmente começa a ter resultado de verdade. E sim, isso também muda a sua carreira.

Porque o profissional que domina comportamento alimentar deixa de ser apenas mais um no mercado. Ele constrói autoridade, atrai os pacientes certos, fideliza, cresce financeiramente e cria um trabalho que faz sentido todos os dias.

A demanda só aumenta. A pergunta é: você vai continuar atendendo no automático ou vai se tornar a profissional que sabe conduzir casos complexos com técnica, segurança e coração?

Se você quer crescer na profissão sem perder a sensibilidade no atendimento, me acompanha por aqui. Todos os dias eu compartilho conteúdos sobre comportamento alimentar, prática clínica e construção de carreira para profissionais que querem gerar transformação real na vida das pessoas e também construir um negócio sólido, reconhecido e financeiramente saudável.

E se você é paciente e busca compreender sua relação com a comida, com o corpo e com a própria história de forma mais gentil e profunda, esse espaço também foi feito para você. Porque saúde mental e comportamento alimentar precisam ser discutidos com técnica, humanidade e menos superficialidade.

18/05/2026

Tem muito profissional incrível, com técnica, sensibilidade e vontade genuína de ajudar… mas que ainda sente dificuldade na hora de mostrar o próprio trabalho e ocupar espaço.

A verdade é que muitos não têm medo de vender. Têm medo do desconforto de ouvir um não. E isso trava posicionamento, comunicação, crescimento e principalmente o impacto que poderiam gerar. Nenhuma faculdade ensina a construir presença, comunicar valor ou desenvolver autoridade. Mas o paciente não consegue confiar em quem ele não vê, não entende e não sente conexão.

Venda, na saúde, não deveria carregar culpa. Quando existe ética, técnica e intenção genuína de ajudar, comunicar o seu trabalho passa a ser responsabilidade. Porque tem gente precisando daquilo que você sabe fazer.

Profissionais que crescem mais rápido entendem isso cedo: posicionamento não é vaidade, é ponte entre conhecimento e transformação. Se você é profissional da saúde e sente que chegou a hora de parar de atuar no improviso, sem segurança clínica ou sem direcionamento estratégico, talvez o que esteja faltando não seja mais um curso solto.

A Especialização em Comportamento e Transtornos Alimentares foi criada para formar profissionais que querem dominar comportamento e transtornos alimentares com técnica, prática, supervisão e visão de crescimento profissional. Porque ser especialista muda a forma como você atende, comunica, transforma vidas e constrói a sua carreira.

Digite ESPECIALISTA que te conto mais.

17/05/2026

Tem uma coisa que me preocupa profundamente na saúde mental hoje: profissionais desatualizados falando sobre diagnósticos complexos com uma segurança que não deveriam ter.

No vídeo, a Ana Castela comenta sobre uma possível hipótese de TDAH e, no meio da conversa, aparece um erro técnico básico que já mostra o quanto ainda existem profissionais conduzindo avaliações sem o mínimo compromisso com atualização científ**a. Informação errada muda a forma como uma pessoa entende a própria vida, isso não é um detalhe.

Diagnóstico não é trend de TikTok, nem rótulo para justif**ar comportamento. Exige avaliação séria, escuta clínica, investigação e responsabilidade. Ao mesmo tempo, quando um paciente finalmente encontra um profissional preparado, muitas coisas começam a fazer sentido. A vida destrava, o sofrimento ganha nome, manejo e caminho.

Por isso eu bato tanto na tecla da especialização. O mercado está cheio de profissionais generalistas tentando atender demandas cada vez mais complexas. Quem estuda profundamente comportamento alimentar e saúde mental consegue transformar vidas de verdade e construir uma carreira sólida, respeitada e escalável.

Se você acredita que saúde mental merece profundidade, técnica e humanidade, me acompanha por aqui. Eu falo sobre comportamento alimentar, transtornos alimentares, carreira na saúde e o que realmente faz diferença na vida de quem atende e de quem precisa de cuidado.

16/05/2026

Ontem finalizamos os 3 cortes do episódio de Quilos Mortais com o participante Sean Milliken. Eu saí tocada pela história dele, pela coragem de se expor, pela tentativa de reconstruir a própria vida. E depois do react veio a notícia do falecimento do Sean, aos 29 anos, por complicações de uma infecção. Confesso que meu coração ficou apertado e eu quis trazer esse recorte aqui porque a 0besidade é uma doença grave e ainda tratada por muita gente com superficialidade.

Sean chegou a pesar mais de 450 quilos. E quando assistimos histórias assim, f**a impossível ignorar o quanto trauma, sofrimento emocional, abandono e dor podem atravessar a relação de uma pessoa com a comida e com o próprio corpo. O corpo entra em colapso aos poucos. A saúde física perde força, mas a saúde mental também vai f**ando esmagada no caminho.

Como profissional que trabalha há anos com comportamento alimentar, eu preciso dizer com toda responsabilidade: tratar 0besidade salva vidas. E salvar vidas exige acolhimento, técnica, acompanhamento e consciência.

Se esse conteúdo falou com você, acompanha aqui. E se você é profissional da saúde e quer aprender a olhar para comportamento alimentar com profundidade, sensibilidade e estratégia, esse espaço também é seu.

15/05/2026

No react de hoje da série Quilos Mortais, analisamos a história de Sean Milliken (parte 3/3).

Existe um momento no tratamento da 0besidade grave em que o paciente precisa sair do lugar de impotência e começar a assumir uma posição ativa diante da própria vida. E isso não acontece na base da humilhação, do medo ou da culpa. Acontece quando existe vínculo, verdade e profissionais preparados para sustentar conversas difíceis com técnica e humanidade.

No caso do Sean, a mudança começou quando ele foi confrontado com responsabilidade. Não como punição, mas como parte do tratamento. Muitos pacientes com 0besidade grave apresentam dificuldades importantes de autonomia, manejo emocional e autorresponsabilização. Sem compreender isso, o profissional corre o risco de reforçar dependências, manipulações e ciclos de adoecimento.

Atender 0besidade grave exige muito mais do que prescrever dieta ou orientar comportamento. Exige leitura clínica, manejo de vínculo, estratégia e sensibilidade.

Amanhã vou postar um disclaimer importante sobre esse episódio, porque existem pontos dessa história que merecem uma conversa ainda mais profunda e cuidadosa.

E se você quer entender mais sobre comportamento alimentar, saúde mental, 0besidade e o impacto do estilo de vida na vida real, acompanha o perfil. E se você é profissional da saúde, talvez esteja percebendo que seus pacientes precisam de algo que a formação tradicional nunca ensinou.

14/05/2026

Você já percebeu como alguns pacientes têm mais medo da comida do que da própria cirurgia?

No react de hoje, eu comento um relato muito comum no pós-operatório: o medo de comer, o medo de o corpo “não aceitar”, o medo de engordar de novo, a culpa surgindo junto com a introdução alimentar. E isso faz sentido quando entendemos que alimentação nunca foi só sobre comida. Existe história, emoção, medo, expectativa e uma relação inteira com o próprio corpo atravessando cada garfada.

Por isso, conduzir um paciente bariátrico exige muito mais do que protocolo. Exige técnica, manejo emocional e sensibilidade clínica para enxergar o que está por trás do comportamento alimentar. Profissionais que estudam comportamento alimentar de verdade conseguem atender com mais segurança, acelerar resultados clínicos e construir uma carreira forte em uma área que cresce todos os dias, porque aprendem a manejar o que existe por trás do sintoma.

Se esse tema faz sentido pra você, me acompanha por aqui. Tem muito conteúdo sobre comportamento alimentar, saúde mental e estilo de vida, para quem quer viver melhor e para profissionais da saúde que desejam construir autoridade, impacto e transformação real na vida das pessoas.

13/05/2026

Nesse corte da minha conversa com a .tucunduva falamos sobre um ponto que muita gente simplif**a demais quando o assunto é comportamento alimentar.

Quando a comida vira o único recurso para aliviar ansiedade, tristeza ou exaustão, a gente deixa de falar apenas de “comer um chocolatinho” e começa a olhar para algo muito mais profundo: dificuldade de regulação emocional. É por isso que tantos profissionais se frustram no consultório... Tentam controlar comportamento alimentar focando só na comida, enquanto o paciente está tentando sobreviver emocionalmente do jeito que consegue.
Quem trabalha com comportamento alimentar precisa enxergar além do sintoma, porque quando você entende a função que a comida ocupa na vida daquela pessoa, o manejo muda, o vínculo muda e os resultados aparecem de verdade.
A demanda por profissionais preparados só cresce. E quem desenvolve técnica, repertório clínico e posicionamento consegue transformar mais vidas, ganhar reconhecimento e construir uma carreira sólida sem precisar atirar para todos os lados. O mercado precisa de especialistas que saibam acolher sem perder profundidade técnica.

Se você quer se tornar referência na área, aprender a manejar casos com segurança e construir uma carreira sólida em comportamento e transtornos alimentares, comenta ESPECIALISTA. Porque talvez o próximo passo da sua trajetória profissional seja parar de tentar fazer tudo sozinha e entrar para o ecossistema certo.

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