Letícia Carvalho - Astrologia

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13/08/2026

Amor próprio é um processo, não se cobre.

Que essa nova Lunação de Leão que estamos dando início hoje 12/08 com Eclipse Solar, saibamos nos amar na mesma medida em que aprendemos a nos desmerecer.

E vou além, que tripliquemos essa medida, sempre pro mais.

❤️‍🔥

03/08/2026

A raiva nunca é passageira como dizem... Se olharmos um pouco mais fundo, veremos que ela sempre surge em cima de um mesmo assunto ou situação.

Aqui no caso estou falando da raiva que não é permitida ser expressa, da raiva que não nos autorizamos sentir, dialogar ou expressar, e ela aparece em ambos os casos:

As mulheres que costumam explodir, às vezes sentem que estão "em dia" consigo mesmas, mas em análise profunda vemos que apenas brigar, falar alto, é uma forma de se defender (o que é bom em casos de desrespeito, claro) mas que quando vira rotina, mais a afasta de si mesma, do que a ajuda a enxergar em si as necessidades que precisa validar.

E para as mulheres que aprenderam a "implodir" (guardar a raiva) e não expressar nada (porque racionalizam muito o processo), é preciso um olhar interno de longo prazo para desbloquear e limpar resquícios energéticos e emocionais que possíveis traumas criaram em si, pois a raiva que implode corrói o nosso próprio sistema, lentamente.

Todas nós fomos ensinadas a falar, mas nenhuma de nós foi incentivada a se expressar verdadeiramente.

A alma feminina grita por expressão e a primeira que foi arrancada de nós foi o nosso: posicionamento, que na astrologia é visto pelo signo de Áries, o primeiro fogo do Zodíaco.

Como você expressa sua raiva?

Eu fui feita de muitas águas. No fogo eu crio vida, na terra aprendi a ser ritmada e com o ar, sigo aprendendo a ser inf...
23/07/2026

Eu fui feita de muitas águas. No fogo eu crio vida, na terra aprendi a ser ritmada e com o ar, sigo aprendendo a ser infinita.

Sol em caranguejo 🦀 | Lua na balança ⚖️ | Ascendente em 🐟 | Vênus de 🦁 | Saturno de 🦬

Uma mistura de muitas emoções, pensamentos, e ideias, com forte chamado para o desenvolvimento do prazer, presença e confiança na vida.

Prazer, Letícia C.S. 27 anos. Mulher ☆ Mãe ☆ Poetisa ☆ Curandeira ☆ Artista.

A vida inteira senti culpa por sentir demais, desejar demais, e por sonhar muito alto. Passei boa parte da minha vida procurando por aceitação, validação e vagando perdida em busca de um signif**ado que a sociedade não podia me entregar.

Honro toda minha bagagem e histórias que me atravessaram. Mas, compreendi que ser cada vez mais eu, era realmente o meu propósito: feliz, intuitiva, profunda, inspirada, otimista, criativa, realizadora, intelectual, confiante, amante da arte, da dança, e do céu.

Uma parte de mim ama o sensorial, o intuitivo e o misterioso. Outra parte ama o ritmo, as estratégias e a liderança.

Como toda mulher fui ensinada a não falar, a me diminuir, e a me desmerecer. E com o tempo entendi que descentralizar o que não alimenta minha vida, era estratégia para que eu conseguisse ocupar o meu próprio centro.

Hoje sigo devocionando, vivendo, sustentando e me abrindo para os constantes aprendizados da vida diária e ordinária. Se estou de pé, foi porque muita magia preta me sustentou e muita magia feminina me preencheu.

Ori me sustenta | Orixá é minha base | Maria Magdalena me guia | Sara la Kali me liberta e me protege.

🐝

🗝 Amor próprio • Intimidade emocional • Presença

Axé! 🦋

Tem mulheres que chegam na meia-idade achando que estão “estranhas”:O corpo muda, o humor muda, a paciência diminui, e o...
31/05/2026

Tem mulheres que chegam na meia-idade achando que estão “estranhas”:

O corpo muda, o humor muda, a paciência diminui, e o cansaço aumenta. De repente, aquela mulher que sempre sustentou tudo, começa a sentir que não consegue mais continuar do mesmo jeito.

Mas talvez o que esteja acontecendo não seja fraqueza, talvez seja o corpo pedindo para ela parar de sobreviver no automático.

A menopausa e a crise da meia-idade não mexem só com os hormônios. Mexem com a identidade também.

Porque muitas mulheres passaram a vida inteira sendo úteis, fortes, disponíveis… e chegam nessa fase sem saber mais quem são além disso. É quando aparecem perguntas que antes eram abafadas pela correria:

“Quem sou eu agora?”
“O que ainda faz sentido pra mim?”
“Por que eu me sinto tão cansada, mesmo quando descanso?”

E não… isso não é “drama”, não é exagero, e nem falta do que fazer.

É uma travessia real, profunda e silenciosa.

No dia 06 de junho, eu vou conduzir uma palestra gratuita no Instituto Elisa Vicentini sobre:

“A crise da meia-idade e a menopausa.”

Uma conversa acolhedora sobre exaustão emocional, mudanças de valores, corpo feminino, reconstrução de identidade e reconexão consigo mesma — pela visão do Sagrado Feminino e da Ginecologia Natural.

📍 Rua Ester, 230 - Vila Alpina - Santo André
🕑 Sábado | 14h às 15h
🎟️ Gratuito

Se você conhece uma mulher que está vivendo essa fase tentando sustentar tudo sozinha… talvez ela precise escutar que o que ela sente faz sentido.

27/05/2026

O amor próprio virou uma das categorias mais lucrativas do mercado de bem-estar, e essa lucratividade diz algo importante sobre o que está sendo vendido e o que está sendo deixado de fora.

O que está sendo vendido é a ideia de que amor próprio é uma prática: que ele se constrói com consistência, com hábito, ou com a rotina certa. Que se você ainda não se ama o suficiente, é porque ainda não praticou o suficiente — e portanto o que você precisa é de mais uma ferramenta, mais um método, ou mais um produto.

Essa lógica tem uma premissa silenciosa que quase nunca é questionada: a de que o amor próprio é algo que você ainda não tem, que ele está faltando em você, que ele precisa ser construído do zero.

E essa premissa muda tudo: porque ela parte do defeito. Ela coloca a mulher na posição de alguém que está incompleta e precisa se completar; que está errada e precisa se corrigir. Que ela é um projeto em andamento que ainda não chegou onde devia...

Mas e se o amor próprio não for algo que falta — e sim algo que foi retirado de você?

Essa distinção é necessária. Ela muda o ponto de partida inteiro do processo. Quando você parte da falta, você tá partindo da culpa: da ideia de que o problema está em você. Quando você parte da retirada, você parte da história (do reconhecimento de que algo aconteceu, que esse algo tem origem, e que aquilo que foi tirado pode ser recuperado).

A mulher que entende essa diferença para de se tratar como problema a ser resolvido: e começa a se tratar como alguém que merece receber de volta o que é seu.

E se sentir merecedora é algo desafiante demais, mas por enquanto vamos f**ar com isso.

✦ Como você entendia o amor próprio antes de ler isso? Me conta nos comentários.

A palavra autoabandono tem um problema: ela soa dramática demais para descrever algo que na maioria das vezes, é absolut...
21/05/2026

A palavra autoabandono tem um problema: ela soa dramática demais para descrever algo que na maioria das vezes, é absolutamente silencioso.

Quando a gente pensa em abandono, pensa em uma ruptura. Em algo que aconteceu de forma visível, que teve um antes e um depois claro. Mas o autoabandono raramente funciona assim. Ele não tem data de início. Não tem evento inaugural. Ele acontece em gestos mínimos, repetidos por tanto tempo que deixam de parecer escolha e passam a parecer caráter.

É a mulher que cede antes de ser pedida: não uma vez, mas sempre, até que ceder vire um reflexo. É a mulher que preenche cada intervalo de silêncio com alguma coisa: série, scroll, qualquer ruído, não porque não goste de quietude, mas porque o silêncio traz o que ela ainda não está pronta para ouvir.

É a mulher que começa processos de mudança com intenção genuína e para no meio: não por preguiça, mas porque cada recomeço chegou carregando o peso de todos os anteriores.

Nenhum desses comportamentos parece autoabandono enquanto está acontecendo. Parece adaptação. Parece responsabilidade. Parece, muitas vezes, amor.

E é exatamente por isso que é tão difícil de nomear — e tão importante que alguém nomeie.

Porque você não consegue se afastar de algo que ainda não viu com clareza. E você não consegue ver com clareza algo que foi sendo normalizado gesto a gesto, dia após dia, até parecer que sempre foi assim.

Nomear não resolve, mas é o que torna qualquer movimento possível.

✦ Qual comportamento você nunca havia lido como autoabandono antes? Me conta aqui nos comentários.

20/05/2026

Existe uma pergunta que eu levei tempo para conseguir responder com honestidade: o que me fez querer trabalhar com isso?

Não com a terapia de forma genérica... Com isso: com a mulher que funciona, que entrega, que sustenta, que está presente para todo mundo, e que vai dormir com uma sensação estranha de que passou o dia inteiro se movendo sem ter estado em lugar nenhum.

A resposta honesta não começa pela minha formação. Começa por um período da minha própria vida em que eu conheci essa mulher por dentro.

Em que eu entendia, racionalmente, que algo não estava certo comigo, e ainda assim continuava me colocando em último lugar com uma competência que, olhando de fora, até parecia virtude.

O que me moveu para esse trabalho não foi só o estudo, foi por eu me reconhecer nele. A percepção de que o que eu vivia não era um problema individual, não era falta de força, não era ingratidão diante de uma vida que funcionava. Era um padrão. Uma resposta que eu aprendi. Algo que tinha nome, que tinha origem, e que podia ser trabalhado de forma real.

Hoje eu sei ler esse padrão nas mulheres que chegam até mim. Sei identif**ar onde ele começou, o que o sustenta, o que o corpo carrega que a mente ainda não conseguiu nomear.

E sei, acima de tudo, que o amor próprio que essa mulher procura não é algo que ela ainda não desenvolveu. É algo que foi sendo retirado dela, aos poucos, por muitas mãos, ao longo de muito tempo...

Um amor que pode ser devolvido, recuperado.

✦ Se você chegou até esse perfil, provavelmente não foi por acaso. Me conta nos comentários: o que te trouxe até aqui?

Tem uma armadilha muito silenciosa aí: você aprende a fazer tudo certo… e vai sendo cada vez menos você no processo.Porq...
29/04/2026

Tem uma armadilha muito silenciosa aí: você aprende a fazer tudo certo… e vai sendo cada vez menos você no processo.

Porque ser “boa” quase sempre veio junto com se ajustar demais.

Não criar problema, não pesar o ambiente, não ser “difícil”. E aos poucos isso vai virando um jeito automático de existir (você se antecipa, se adapta, resolve… mas não se inclui em nada). E o mais confuso é que por fora, parece muito com maturidade, mas por dentro, você f**a vazia.

E não tem nada de errado em você por estar se sentindo assim. Só não dá pra continuar vivendo uma vida onde você não participa de verdade. Voltar pra si não é sobre largar tudo e virar "a loka". É sobre começar a se considerar nas pequenas coisas da vida, e isso muda muito mais do que parece!

Então entenda, não é sua vida que precisa melhorar. É você que precisa voltar pra si. 🌺

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