18/06/2026
Uauuu! Sete anos atrás, eu não sabia que estava prestes a me encontrar. 🌿
Eu entrei na massagem querendo liberdade. Queria trabalhar pra mim, fazer meu horário ter liberdade e empreender. Mas o que eu não esperava era que, ao colocar as mãos em outra pessoa, eu iria me conectar com minha essência.
A massagem não me ensinou só uma técnica, ela me abriu um mundo inteiro de saberes ancestrais que eu nem sabia que existia dentro de mim.
No começo, eu aprendi fazendo. Fui estudando, praticando, errando, refinando. Cada atendimento me ensinava e ensina algo novo, sobre o corpo, energia até sobre eu mesma.
Antes de começar a aprender massagem, eu já sabia que eu queria ensinar! Eu já havia feito meu “mapa dos sonhos” envolvendo esse curso. A intenção sempre foi me conectar com mulheres, eu sinto que eu tenho força que precisa ser passada a frente, então eu nem penso muito, só faço acontecer.
Depois de quatro anos ensinando ao lado de uma sócia, chegou um momento em que eu precisei me perguntar, quem sou eu nesse trabalho? O que é minha essência aqui?
A resposta veio com o fim dessa sociedade.
Tensa no início. Mas foi nessa força que eu me redesenhei.
Foi aí que o Ayurveda entrou de verdade, não só como técnica, mas como filosofia de atendimento.
E a massagem foi f**ando cada vez mais integrativa, mais intuitiva, mais minha.
Hoje eu continuo. Evoluindo, lapidando, criando, errando, recomeçando. Não tenho um roteiro fixo eu sinto e vou.
É assim que sempre foi, e é assim que eu ensino a ser.
Porque a massagem não é um destino. É um caminho que se revela a cada toque, a cada turma, a cada mulher que passa pelas minhas mãos ou pelo meu curso e sai diferente.
E o meu maior desejo é que cada massoterapeuta descubra o universo infinito que existe dentro das próprias mãos. Que sinta que a massagem é arte, é ancestralidade, é presença, é cura. ✨