Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica

Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica CRM-SC 13963 | RQE 12386
Oncologista clínica em Florianópolis

11/09/2026

Saber a hora certa de iniciar os exames de rastreamento faz toda a diferença.

Neste quinto trecho da minha participação no programa Show da Tarde, no canal Primer TV (veiculado em 24/07/2026), conversamos sobre quando devemos começar a investigar o câncer colorretal.

Para a população em geral, a recomendação é iniciar a prevenção aos 45 anos, mesmo que a pessoa não apresente nenhum sintoma. Já para quem possui histórico familiar de câncer ou diagnóstico de doença inflamatória intestinal, esse acompanhamento deve ser individualizado e pode ser indicado ainda mais cedo.

O grande benefício de realizar um exame como a colonoscopia é a possibilidade de identificar e retirar pólipos antes mesmo que eles possam evoluir para um tumor maligno.

No vídeo, eu explico os detalhes sobre essas recomendações de rastreamento. Dê o play para conferir e siga Dra. Patrícia Arent | oncologia clínica para continuar acompanhando conteúdos sobre prevenção e cuidados na oncologia.


Ao longo do tratamento, é comum que o paciente chegue depois de algumas sessões de quimioterapia com perguntas como: "No...
08/09/2026

Ao longo do tratamento, é comum que o paciente chegue depois de algumas sessões de quimioterapia com perguntas como: "No ciclo passado eu fiquei bem, por que desta vez me sinto tão mal se a quimio é a mesma?". Hoje vamos conversar para entender por que isso acontece.

O tratamento, a medicação e a dose podem ser os mesmos, mas o seu organismo não é o mesmo a cada nova infusão.

Conforme as sessões avançam, o corpo pode acumular o impacto de alguns medicamentos e pode precisar de mais tempo para se recuperar. Além desse efeito cumulativo, a rotina influencia diretamente como você vai se sentir após a infusão.

Alguns fatores que impactam a sua disposição incluem:
💤 Qualidade do sono nos dias anteriores
💧 Alimentação e nível de hidratação diários
📉 Perda de peso ou diminuição de massa muscular
🩸 Alterações nos exames de sangue, como quadros de anemia
🤒 Pequenas infecções ou outros problemas de saúde simultâneos

Cada ciclo é absolutamente único. Por isso, evite comparar a sua experiência com a de outras pessoas ou até com as suas próprias sessões anteriores. Sentir os efeitos de forma mais forte não significa que o tratamento está falhando. É apenas o seu corpo respondendo nas condições exatas daquele momento.

Se uma etapa estiver mais difícil que o habitual, não guarde isso para você. Converse com o oncologista e com a equipe que o acompanha. Muitas vezes, pequenos ajustes nas medicações de suporte, na hidratação ou alimentação podem devolver o seu conforto entre os ciclos. É importante também investigar outras causas que possam afetar sua qualidade de vida e buscar soluções para amenizar o problema.

Se você conhece alguém que está passando pelo tratamento oncológico, envie este post para que ele(a) possa buscar o próprio bem-estar durante o tratamento 💜



04/09/2026

Conhecer os sinais de alerta do câncer colorretal pode fazer toda a diferença na nossa saúde.

Neste corte da minha entrevista para o programa Show da Tarde, da Primer TV (veiculado em 24/07/2026), o foco da nossa conversa foram os sintomas que não devemos ignorar.

O nosso corpo costuma dar avisos de que algo não está funcionando como deveria. No caso dos tumores de intestino, mudanças no hábito intestinal (como uma constipação repentina ou episódios frequentes de diarreia), presença de sangramento e até quadros inexplicáveis de anemia são indícios que merecem investigação. Perceber essas alterações na rotina é o ponto de partida para buscar uma avaliação médica sem demora.

Falo um pouco mais sobre cada um desses indícios durante o bate-papo. Dê o play para entender os detalhes e siga Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica para receber mais orientações seguras sobre oncologia.


O câncer de endométrio é um dos tumores ginecológicos que mais nos dá a chance de atuar com a prevenção ativa através do...
01/09/2026

O câncer de endométrio é um dos tumores ginecológicos que mais nos dá a chance de atuar com a prevenção ativa através do controle de fatores de risco modificáveis e da atenção aos sinais do próprio corpo. Vamos conversar sobre isso para entender melhor o que você pode fazer.

O principal fator de risco modificável para esse tipo de tumor é a obesidade, que pode aumentar a chance de desenvolvimento da doença de 2 a 4 vezes. Isso acontece porque o excesso de tecido adiposo aumenta a exposição do corpo ao estrogênio sem a oposição da progesterona. Ou seja: manter o peso adequado e cuidar da saúde metabólica é, na prática, prevenir o câncer.

Além do estilo de vida, é fundamental estar atenta ao principal sinal de alerta: o sangramento uterino anormal, especialmente nas mulheres que já passaram pela menopausa.

⚠️ IMPORTANTE: Qualquer sangramento na pós-menopausa NÃO é normal.

Caso você venha a ter um sangramento, não precisa se desesperar, mas o quadro deve ser investigado rapidamente. Isso porque esse sintoma está presente em mais de 90% dos casos, daí a importância de procurar o ginecologista o quanto antes.

A regra muda um pouco para mulheres que já possuem fatores hereditários conhecidos. A síndrome de Lynch, por exemplo, é uma condição genética que aumenta o risco de câncer de endométrio. Para mulheres que apresentam mutações genéticas de alto risco, uma alternativa de prevenção pode ser a cirurgia de extração dos órgãos relacionados, como o útero. Essa decisão deve ser sempre alinhada com o oncologista, para juntos avaliarem riscos e benefícios do procedimento.

Envie este post para uma mulher que você ama para que ela possa cuidar da sua saúde e, se necessário, saiba como agir para investigar.


28/08/2026

O diagnóstico precoce é o nosso maior aliado para alcançar a cura no câncer de intestino.

Neste terceiro trecho da minha participação no programa Show da Tarde, no canal Primer TV (veiculado em 24/07/2026), conversamos sobre esse passo que é fundamental na oncologia.

Muitas vezes, os tumores colorretais se desenvolvem de forma completamente silenciosa, sem apresentar sintomas na fase inicial. É por isso que os exames de rastreamento são tão importantes. Ao detectarmos a doença logo no começo, as opções de tratamento se tornam muito menos invasivas e as chances de cura passam a ser mais altas para o paciente.

No vídeo, nós conversamos um pouco mais sobre esse impacto positivo. Dê o play para conferir e siga Dra. Patrícia Arent - oncologia clínica para acompanhar mais conteúdos informativos sobre oncologia.


Sentir uma exaustão profunda que não melhora nem mesmo após uma longa noite de descanso é uma queixa muito comum entre p...
25/08/2026

Sentir uma exaustão profunda que não melhora nem mesmo após uma longa noite de descanso é uma queixa muito comum entre pacientes em tratamento oncológico. Chamamos isso de Fadiga Relacionada ao Câncer: um sintoma físico e emocional real, que vai além do cansaço do dia a dia e impacta diretamente a qualidade de vida.

Por muito tempo, acreditou-se que o repouso absoluto era a única solução para essa fadiga. No entanto, diretrizes científicas recentes da ASCO reforçam que ficar parado por longos períodos pode, na verdade, intensificar a sensação de fraqueza.

O que pode ajudar a recuperar a disposição e a energia ao longo da jornada são algumas ações como:

🟣 Caminhadas e exercícios leves
Movimentar o corpo no seu próprio ritmo é uma das ferramentas mais potentes contra o cansaço.

🟣 Terapia cognitivo-comportamental (TCC)
Auxilia no manejo da ansiedade, do sono e das emoções durante o processo.

🟣 Práticas de mindfulness
Exercícios de atenção plena e relaxamento ajudam a reduzir a carga de estresse e renovar o bem-estar mental.

Se você tem enfrentado essa fadiga, não sinta vergonha de relatar ao seu médico. Existem estratégias eficazes para devolver o conforto e a vitalidade à sua rotina – podem ser essas ou outras, dependendo do caso.

Salve o post para conversar com seu oncologista ou envie para alguém que está em tratamento.

21/08/2026

A prevenção do câncer começa nas pequenas escolhas que fazemos todos os dias.

Neste segundo trecho da minha participação no programa Show da Tarde, no canal Primer TV (veiculado em 24/07/2026), conversamos sobre uma questão essencial quando falamos em prevenção do câncer.

Quando pensamos em prevenir doenças complexas, é comum imaginarmos logo exames ultrassofisticados. No entanto, o poder de evitar diversos tipos de tumores está, em grande parte, em nossas próprias mãos. São hábitos de vida que atuam não só na prevenção do câncer, mas na qualidade de vida como um todo, para cada pessoa.

No vídeo, a gente comenta sobre esse assunto. Dê play no vídeo e siga Dra. Patrícia Arent | oncologia clínica para acompanhar mais sobre oncologia.


O câncer de mama triplo negativo sempre foi cercado de muito medo por ser um dos subtipos mais desafiadores. Mas a oncol...
18/08/2026

O câncer de mama triplo negativo sempre foi cercado de muito medo por ser um dos subtipos mais desafiadores. Mas a oncologia evoluiu muito e, hoje, esse diagnóstico está longe de ser uma sentença.

Para você entender como a ciência vem transformando essa realidade, separei os três maiores avanços no tratamento do câncer de mama triplo negativo:

🟣 Imunoterapia
Essa classe de medicamentos ensina o seu próprio sistema imunológico a reconhecer e combater as células cancerígenas. Ela tem trazido resultados excelentes, aumentando consideravelmente as taxas de cura nos estágios iniciais e ajudando a controlar a doença por muito mais tempo.

🟣 Anticorpos conjugados (ADCs)
São conhecidos como "cavalos de T***a". São medicamentos que navegam pelo corpo e entregam a quimioterapia diretamente dentro da célula do tumor, poupando ao máximo as células saudáveis. É uma verdadeira revolução, especialmente para quem tem a doença em estágio avançado.

🟣 Biomarcadores e te**es genéticos
O tratamento hoje é totalmente individualizado. Através de exames que avaliam a biologia do tumor e a genética da paciente (como a pesquisa de mutações nos genes BRCA1 e BRCA2), conseguimos escolher a medicação que trará a melhor resposta para cada caso específico.

Conhecer as opções terapêuticas é o primeiro passo para enfrentar essa doença com mais segurança. Cada dia mais, vemos mulheres que, buscando tratamento e seguindo as orientações médicas, vivem por muitos anos – e com qualidade de vida, o que é o mais importante.

Se você ou alguém que você ama teve esse diagnóstico recentemente, não se desespere. A ciência está do nosso lado e, juntas, podemos traçar o melhor caminho 🤝🏼.



14/08/2026

Uma vez mais, participei do programa Show da Tarde, na Primer TV, para ajudar a desmistificar a doença oncológica. Dessa vez, focamos no câncer colorretal, em um bate-papo super leve que foi ao ar no dia 24/07/26 no canal da Primer TV | Comunicação | TV por Streaming

Ajudar a combater o preconceito: essa é uma das minhas missões como oncologista. É por isso que participo de programas de entrevistas como este – e por isso que estou aqui no Instagram 😉.

Esse pensamento, ainda muito comum na nossa sociedade, de que, se uma pessoa tem câncer, "não há mais nada a ser feito", isso é um grande mito. A realidade atual é bem diferente: a ciência avança rapidamente e, hoje, temos diversos tratamentos eficazes que proporcionam controle da doença, mais tempo e qualidade de vida.

O conhecimento diminui o medo e abre portas para o tratamento adequado e para a esperança. O câncer assusta, eu sei, mas há muita vida durante e após o tratamento.

Ao longo das próximas semanas, vou trazer alguns trechos do programa para compartilhar informação e conhecimento, especialmente falando sobre o câncer colorretal.

Se você quer saber mais sobre o tema, siga meu perfil Dra. Patrícia Arent | oncologia clínica


O câncer de laringe, que faz parte do grupo de tumores de cabeça e pescoço, muitas vezes começa de maneira muito sutil. ...
11/08/2026

O câncer de laringe, que faz parte do grupo de tumores de cabeça e pescoço, muitas vezes começa de maneira muito sutil. Com a correria da nossa rotina, é comum ignorarmos pequenos desconfortos, mas, na oncologia, o tempo é sempre o nosso maior aliado.

Quero chamar a atenção para sintomas que podem parecer inofensivos, mas que merecem uma avaliação médica cuidadosa se persistirem:
🟣 Rouquidão contínua por mais de 2 semanas;
🟣 Dor ao engolir;
🟣 Sensação persistente de um "caroço" na garganta;
🟣 Episódios de falta de ar.

Embora esse tipo de tumor atinja majoritariamente homens acima dos 40 anos, o cuidado com a saúde e a atenção aos sinais do corpo são atitudes essenciais para todos nós.

Quando detectamos a doença em suas fases iniciais, aumentamos (e muito) as chances de cura e de tratamentos que permitam a preservação do órgão. Adiar a busca por ajuda, por outro lado, aumenta os riscos de um diagnóstico tardio e de esbarrarmos na necessidade de procedimentos mais radicais que podem impactar a qualidade de vida e a capacidade de comunicação.

Por isso é tão importante conhecer o seu próprio corpo e ouvir os alertas que ele dá. Se você notar algum dos sinais acima que “veio e não vai embora”, não tenha medo de investigar. O diagnóstico precoce faz toda a diferença!

Hoje é o Dia Nacional de Prevenção do Câncer de Laringe. Compartilhe esta postagem e ajude a levar informação adiante.

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Florianópolis, SC

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