Anthurium Cultura e Saúde

Anthurium Cultura e Saúde A Anthurium nasceu da vontade e necessidade de falar de saúde à luz da criação de uma cultura que respeite os ciclos e complexidades da vida. Até o fim.

E por isso nossa construção se ergue sobre os Cuidados Paliativos.

04/06/2026

A família chegou com uma pasta cheia de laudos, receitas e relatórios de cinco especialistas diferentes.

Quando a Dra. Alice começou a organizar tudo, percebeu que nenhum desses médicos sabia o que o outro estava fazendo. Medicamentos interagindo. Doses ajustadas sem comunicação. E o paciente no meio — tentando ser o fio que conecta profissionais que nunca falaram entre si.

Isso não é culpa dos especialistas. É uma falha estrutural do sistema — construído por especialidades, não por pessoas.

A Dra. Alice Pasquali, médica clínica e paliativista da Anthurium, faz o que quase desapareceu da medicina moderna: olha para o conjunto. Sabe o que cada medicamento faz no contexto de tudo que está acontecendo. Percebe quando um sintoma novo é efeito colateral — não progressão da doença. Pergunta ao paciente o que qualidade de vida significa para ele.

Esse médico não substitui os especialistas. Ele existe para que os especialistas façam mais sentido juntos.

Esse é o primeiro de seis episódios sobre medicina que olha a pessoa inteira. Acompanha pelo destaque aqui no perfil e compartilha com quem está se sentindo perdido no meio de muitos médicos e pouca coordenação.

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02/06/2026

Você foi ao médico com dor. Ele disse que era normal.

E você saiu de lá com a mesma dor e com a sensação de que reclamar dela era exagero.

Isso não é cuidado. É normalização. E é uma das falhas mais frequentes e mais cruéis do sistema de saúde.

A OMS reconhece o controle da dor como um direito humano. E ainda assim, estudos mostram que mais da metade dos pacientes com doenças crônicas graves têm dor inadequadamente tratada. Não porque não existe tratamento mas porque ninguém avaliou com seriedade.

A Dra. Laís Krasniak, médica clínica e paliativista da Anthurium com pós-graduação em dor, trata dor como o que ela é: um sintoma que precisa de atenção, avaliação e tratamento. Não normalização.

Se alguém te disse que a sua dor é normal e você tem que aprender a conviver com ela essa conversa merece ser revista.

Esse é o primeiro de seis episódios sobre dor e controle de sintomas. Acompanha pelo destaque dela aqui no perfil e compartilha com quem está sofrendo em silêncio achando que é normal.

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31/05/2026

A família achava que a mãe tinha parado de tomar banho sozinha por depressão. Ou teimosia. Ou desistência.

Quando a Záira foi avaliar, encontrou outra coisa: o box era escorregadio, o braço direito estava mais fraco pela progressão da doença, levantar os braços causava dor.

Não era falta de vontade. Era falta de adaptação.

Com um banco de banho, um suporte de apoio e duas sessões de orientação ela voltou a tomar banho sozinha.

Tomar banho sozinha não é só higiene. É privacidade. É dignidade. É a diferença entre se sentir uma pessoa que ainda cuida de si mesma ou uma pessoa que precisa que cuidem dela em tudo.

A Záira Santos, terapeuta ocupacional da Anthurium, trabalha para devolver exatamente isso. Não recuperação total mas o que ainda é possível. Para que o paciente continue sendo o protagonista da própria vida, mesmo quando o corpo está mudando.

A doença muda muita coisa. Mas o corpo ainda é seu. A vontade também.

Esse é o primeiro de seis episódios sobre autonomia, funcionalidade e dignidade no cuidado. Acompanha pelo destaque aqui no perfil e compartilha com quem está vendo alguém desistir de coisas que ainda seriam possíveis.

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26/05/2026

"Parece que não entra ar."

Falta de ar é um dos sintomas mais angustiantes da doença grave e um dos menos explicados. O paciente descreve o sufocamento. O aparelho mede o oxigênio. Está normal. Aí alguém conclui que está tudo bem.

Mas oxigênio normal não significa ausência de dispneia. Falta de ar é uma experiência subjetiva, é o que o paciente sente, não o que o oxímetro captura.

Em doenças avançadas, o sistema respiratório pode estar sobrecarregado de formas que o aparelho não mede: acúmulo de líquido, fraqueza muscular, anemia, ansiedade que retroalimenta o sufocamento. E a medicina paliativa tem muito mais a oferecer do que oxigênio suplementar: medicamentos com evidência robusta, posicionamento, controle da ansiedade, orientação para a família.

Falta de ar em doença grave não é só respirar menos. É ter medo de dormir. É parar de fazer o que importa porque o corpo não acompanha.

E tem tratamento.

O Dr. Kauê Bonacio, médico clínico e paliativista da Anthurium, abre aqui uma série de seis episódios sobre sintomas que comprometem qualidade de vida e merecem muito mais atenção do que recebem.

Acompanha pelo destaque aqui no perfil e compartilha com quem está convivendo com isso achando que não tem o que fazer.

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19/05/2026

A diminuição da aceitação alimentar gera uma angústia enorme na família de alguns pacientes.

Isso pode acontecer em algumas situações.
E precisamos de calma e conhecimento para enfrentar.

Já pensou em dieta possível ao invés de dieta perfeita?
Em estímulo ao invés de pressão?

Escute as estratégias da Jessica e se ainda ficar alguma angústia, agende sua avaliação nutricional no link da bio - presencial ou online.

15/05/2026

Você pode estar de luto agora, mesmo que ninguém tenha morrido.

Quando uma doença grave entra na vida, começa um processo que a psicologia chama de luto antecipatório. O luto da vida que existia antes do diagnóstico. Dos planos refeitos. Da versão daquela pessoa que você conhecia antes da doença mudar tudo. Da sua própria identidade: porque quando alguém que você ama adoece gravemente, você também muda.

Esse luto é real. É legítimo. E quase ninguém valida.

O que a família ouve é: "foca no positivo", "não antecipa o sofrimento", "valoriza enquanto está aqui." Como se nomear o que está acontecendo fosse errado.

Não é. Nomear não antecipa a morte. Permite processar o que já está sendo vivido.

A Fabíola Langaro, psicóloga especialista em cuidados paliativos, vai falar ao longo de seis episódios sobre as faces do luto que ninguém nomeia.

Esse é o primeiro. Acompanha pelo destaque dela no perfil do instagram e no tiktok e yooutube da Anthurium. Compartilha com quem está carregando um peso que ainda não conseguiu nomear.

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13/05/2026

"Eu sei que tenho que ser forte."

É uma das frases que o Demian mais ouve no consultório. Como se ser forte fosse uma obrigação que chegou junto com o diagnóstico.

Mas receber um diagnóstico grave e ficar abalado não é fraqueza. É uma resposta humana e proporcional diante de algo que ameaça a vida, os planos, a identidade.

O problema é que quando o paciente acredita que precisa ser forte, ele para de dizer o que está sentindo de verdade. E o sofrimento não vai embora - vai para dentro. E aparece de outras formas: insônia, isolamento, recusa ao tratamento, perda de sentido.

O Demian Bottenberg, psicólogo especialista em psicologia clínica e oncopsicologia da Anthurium, trabalha exatamente nesse espaço. Porque paciente que processa o que está sentindo adere melhor ao tratamento, toma decisões mais alinhadas com o que quer e tem relacionamentos menos destruídos pela doença.

Estar bem emocionalmente não é luxo no adoecimento grave.

É parte do tratamento.

Esse é o primeiro de seis episódios sobre saúde mental no adoecimento. Acompanha pelo destaque aqui no perfil e compartilha com quem precisa de permissão para não estar bem.

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O Dia das Mães não é igual para todo mundo.Para alguns é celebração. Para outros é visita ao hospital, é adaptação da ro...
10/05/2026

O Dia das Mães não é igual para todo mundo.

Para alguns é celebração. Para outros é visita ao hospital, é adaptação da rotina, é tentar encontrar as palavras certas para uma conversa difícil. É saudade de quem já foi. É cansaço de quem ainda está cuidando.

A Anthurium existe para esse dia também: se você está cuidando de uma mãe com doença grave, se você é uma mãe enfrentando um diagnóstico difícil, ou se esse dia chegou com mais peso do que leveza, você não está sozinho.

09/05/2026

Ela tem cinco médicos.

Cardiologista, nefrologista, endocrinologista, neurologista, reumatologista.

E a família pergunta: como ela ainda está piorando?

O sistema de saúde foi construído por órgãos. Cada especialista cuida do seu pedaço e ninguém está olhando para o conjunto.

O paciente idoso com doença crônica não é uma coleção de órgãos. É uma pessoa com um corpo que envelhece inteiro, com medicamentos que interagem, com uma história que explica os sintomas de hoje.

O Dr. Vinícius Rocha, geriatra e paliativista da Anthurium, existe para ser esse médico que olha para o conjunto. Que conhece a história completa. Que percebe quando um tratamento está prejudicando outro. Que pergunta o que realmente importa para o paciente.

Envelhecer com doença crônica é complexo mas não precisa ser caótico.

Esse é o primeiro de seis episódios sobre envelhecimento e doença crônica. Acompanhe pelo destaque aqui no perfil e compartilha com quem está vivendo isso agora.

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06/05/2026

Quando um profissional fala que é paliativista, tem um silêncio. Uma cara constrangida, uma mudança de assunto.
Porque cuidados paliativos, no imaginário de quase todo mundo, significa algo como "desistência".

Está errado. Muito errado!

Existe um estudo famoso publicado no New England Journal of Medicine que mostrou que pacientes com câncer de pulmão avançado que receberam cuidados paliativos desde o diagnóstico viveram em média três meses a mais do que os que não receberam. Com menos sofrimento. Com mais qualidade de vida.

Não porque desistiram. Porque foram cuidados melhor.

Desistência seria abandonar o paciente com a dor que ninguém tratou, a falta de ar que ninguém aliviou, as perguntas que ninguém respondeu.

Cuidados paliativos são o oposto disso.

Esse é o primeiro episódio de uma série de seis. Nos próximos meses, a dra. Lauren vai desconstruir tudo que você acha que sabe sobre cuidados paliativos e mostrar o que eles são de verdade.

Acompanha pelo destaque dela aqui no perfil. E compartilha com quem precisa ouvir isso.

Endereço

R. Idalina Pereira Dos Santos, 67
Florianópolis, SC

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 08:00 - 19:00
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