13/10/2026
A resistência à insulina é a raiz de todas as doenças que nós não queremos ter, e ela aparece no corpo anos antes de a glicose subir no exame.
Quando as células deixam de responder bem à insulina, o pâncreas compensa fabricando cada vez mais. A glicose segue normal, mas a insulina alta passa a agir no corpo inteiro. No cérebro, os neurônios usam pior a glicose e acumulam as lesões do Alzheimer, que por isso já é chamado de diabetes tipo 3. Nos ovários, ela estimula a produção de testosterona em excesso e trava a ovulação, que é o que acontece na SOP e na infertilidade que vem junto.
No fígado, a insulina alta transforma o excesso de açúcar e de frutose em gordura, e hoje 1 em cada 4 adultos no mundo tem gordura no fígado sem beber álcool. Nos rins, ela faz o corpo segurar sódio e água, e a pressão sobe. Nas artérias, inflama a parede e favorece a placa que leva ao infarto, mesmo em quem ainda não tem diabetes.
O diabetes tipo 2 é o destino final dessa história, quando o pâncreas já não consegue compensar. Por isso a glicose sozinha chega tarde, e a insulina de jejum mostra o problema anos antes. Aqui no Instituto Avantgarde, a resistência à insulina é tratada na raiz, com comida de verdade no lugar do açúcar e da farinha, treino de força e sono, em vez de tratar cada doença separada.
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Este conteúdo tem caráter educativo e informativo. Não substitui avaliação médica individualizada.