Nutricionista Comportamental Fernanda Rech Rodrigues

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Nutricionista Comportamental Fernanda Rech Rodrigues Nutricionista CRN 10-5523
Abordagem comportamental para melhorar a relação com a comida. Atua em Graduada pela Universidade Federal de Santa Catarina.

Pós-graduada em Saúde da Família através da Residência Multiprofissional em Saúde da Família UFSC. Aperfeiçoada em educação UFSC. Ministras palestras e cursos em saúde da mulher e comportamento alimentar.

A afetividade é como uma gasolina, ela dá energia mas não modifica a estrutura do carro. Li essa metáfora coincidentemen...
27/09/2026

A afetividade é como uma gasolina, ela dá energia mas não modifica a estrutura do carro. 

Li essa metáfora coincidentemente quando estava fazendo um pic-nic sozinha na lagoa.

Entrei na reflexão sobre o entusiasmo de fazer uma refeição solitária. De onde pode vir a energia, essa gasolina, para se entusiasmar para preparar uma comida saudável para comer sozinha? 

Conectando com a ideia de que o afeto é uma energia necessária pra ação, mas que não modifica a estrutura, me peguei pensando no entusiasmo do autocuidado de organizar uma refeição e sair de casa para apreciar X o comer emocional negativo e culposo por buscar esse afeto que precisava na comida.

Para que se tenha afeto é necessário combustível.

Assim como para se ter combustível, energia para seguir a vida, é preciso afeto.

Fui além, e pensei na vida das parceiras e mães que gostam de cozinhar ou ao menos executam o preparado da comida para os outros. Para elas, muitas vezes um lanche é o que der tempo… 

Contudo, quando pensamos que é necessário ter energia para o afeto, num tempo curto durante a correria do dia, essa união otimizada é necessária = comida pela fome + afeto para essa energia de seguir a vida, de prosseguir o cuidado (de si e do outro).

Diariamente construo o espaço de dialogar e questionar os saberes racionais X saberes emocionais. Ou seja, os aprendizados de dieta contra o comer emocional como termômetro dessa necessidade de energia afetiva.

Não é possível comida sem afeto. 

Por isso, o comer emocional faz parte da experiência viva de comer.

Comeremos enquanto estivermos vivos.

Comida é afeto, é cuidado, não combina com culpa.

E então, como é possível culpa no próprio afeto?

Um abraço apertado em quem tem uma relação complicada com a comida. Leia, releia, me peça referências para aprofundar nessa reflexão e depois sinta o coração transbordando quando a culpa sair da mesa. 

Fernanda Rech Rodrigues
Nutricionista
CRN 10 5523

A vontade de doce é uma queda de braço diária?E a sensação que não deveria estar comendo só te faz pensar mais em comer?...
22/09/2026

A vontade de doce é uma queda de braço diária?
E a sensação que não deveria estar comendo só te faz pensar mais em comer?

Então... Eu atendo pessoas que sentem isso com frequência. E a partir da neurociência do comportamento alimentar eu auxílio a enfrentar essa batalha. Já que só tirar o doce coloca a pessoa, muitas vezes num lugar de sofrimento, e COMIDA não é pra ser SOFRIDA.

A saída existe, e não é segurar com mais firmeza. Também não é a permissão total.

Eu te ajudo a encontrar seu ponto de equilíbrio.

Fernanda Rech Rodrigues
Nutricionista CRN 10 5523

Meu 10° dia da nutricionista! E ainda me emociono ao lembrar do primeiro dia de aula na UFSC, e de toda a trajetória até...
31/08/2026

Meu 10° dia da nutricionista!
E ainda me emociono ao lembrar do primeiro dia de aula na UFSC, e de toda a trajetória até hoje.
A colaboração nesse último livro foi especial, um presente, um desafio e uma vitória.
Por isso, comemoro valorizando esse feito: falar da relação com a comida dos homens.

Obrigada a todas as pessoas atendidas nesses anos.

Fico honrada em poder desbravar esse universo interior ajudando a segurar a lanterna.

Abraço demorado 🫂

Se a comida desaparecesse daqui por uma semana, quais seriam seus pensamentos? O que ocuparia esse espaço?E se os corpos...
06/08/2026

Se a comida desaparecesse daqui por uma semana, quais seriam seus pensamentos?
O que ocuparia esse espaço?

E se os corpos "belos e padrão" não aparecessem? Você sentiria menos culpa e comparação?



Comemoração da nossa aprovação na especialização em neurociências na UNIFESP, com a maravilhosa  Curso sobre rastreament...
20/07/2026

Comemoração da nossa aprovação na especialização em neurociências na UNIFESP, com a maravilhosa

Curso sobre rastreamento dos na clínica

💚

Ano que estou me aprofundando nos estudos do que eu tanto amo.

João chega até o consultório buscando ajuda para emagrecer e melhorar a relação com a comida. Tem compulsão alimentar e ...
18/07/2026

João chega até o consultório buscando ajuda para emagrecer e melhorar a relação com a comida. Tem compulsão alimentar e grande insatisfação corporal.

Depois de algumas sessões, começo a orientar alimentos de acordo com seus horários de fome física. E entramos na barreira do trabalho e da praticidade.

Falamos sobre levar lanche de casa e também sobre como se virar na rua, próximo ao trabalho, o que pegar no mercado e na lanchonete em um momento de desorganização alimentar...

Ao pensar em fruta, sugiro a mais prática do universo: banana e um punhado de amendoim!
E ele é tomado por um pavor, repete que precisa emagrecer e que isso não faz sentido!!!

Entendemos aqui um ponto ➡️ mentalidade de dieta paralisante. Pois é. Isso mostra que a nutrição tradicional para emagrecimento não deve ser utilizada em casos de transtorno de compulsão alimentar. Pois aqui, encontramos medo e resistência, muitas vezes extrema, com grande chances de redução ainda maior da autoestima, por achar que não dará conta e que falta força de vontade. Quando não é!

Se você se identifica com uma série de medos alimentares, vem falar comigo, assim explico para você como seria o tratamento para o seu caso.

Fernanda Rech Rodrigues
Nutricionista CRN 10 5523

25/06/2026

Com treino e uma boa dose de paciência, conseguimos mudar o padrão do ruído alimentar.
Não é só a caneta de Mounjaro que faz.

Nos acompanhamentos nutricionais eu apresento diferentes formas de lidar com isso. Desde o aprofundamento na raiz da questão, até exercícios cotidianos que vão ajudar a reduzir e redirecionar esses pensamentos impertinentes.

Clica no bio e me chama pra entender como posso conduzir o seu caso, e trazer paz e organização pra relação com a comida.

Quanto mais você tenta não pensar em comida, mais ela ocupa espaço na sua cabeça.Isso não é descontrole. É o jeito que o...
18/06/2026

Quanto mais você tenta não pensar em comida, mais ela ocupa espaço na sua cabeça.
Isso não é descontrole. É o jeito que o cérebro funciona.

A restrição (de comida ou de pensamento) não silencia o ruído. Ela amplifica.

A nutrição comportamental conhece esse efeito faz tempo. No estudo clássico de Ancel Keys, pessoas submetidas à restrição alimentar passaram a sonhar com comida, colecionar receitas, pensar em comer o dia inteiro. Não por fraqueza. Porque o corpo em escassez transforma comida em obsessão.
Esse ruído constante sobre comida, peso, calorias e culpa tem nome: food noise.

E aqui está o que muda tudo: a saída não é apagar esses pensamentos. É aprender a se relacionar com eles de outro jeito. Perceber sem obedecer. Observar sem brigar. A psicologia chama isso de desfusão cognitiva: aprender a olhar para o pensamento em vez de obedecer a ele. No acompanhamento, eu traduzo isso para o seu dia a dia.

Liberdade alimentar não é pensar menos sobre comida. É aprender a pensar melhor sobre ela.
Agora imagina almoçar sem o comentário interno vindo logo atrás. Terminar uma refeição e simplesmente seguir com o seu dia. Pensar em comida quando tem fome, e não o tempo todo.

Esse silêncio existe, e ele não vem de mais regras. Vem de aprender, com método e sem culpa, uma nova forma de habitar a sua relação com a comida. É exatamente esse o trabalho que a gente constrói no acompanhamento, no seu tempo e do seu lado.
Se você sente que passa mais tempo pensando em comida do que gostaria, o primeiro passo está no link da bio. Vem comigo.

Fernanda Rech Rodrigues
Nutricionista comportamental | CRN 10 5523

12/06/2026

E se o problema nunca tivesse sido o seu corpo?

E se, durante anos, você estivesse tentando consertar algo que nunca esteve quebrado?

Muitas mulheres passam anos tentando mudar o corpo.

Tentam emagrecer.
Tentam corrigir.
Tentam esconder.
Tentam alcançar uma versão de si mesmas que finalmente pareça "suficiente".

Mas raramente param para perguntar:

"De onde eu aprendi a olhar para mim desse jeito?"

Porque, às vezes, o sofrimento não está no corpo.

Está no olhar construído por anos de comparações, comentários, padrões e críticas que foram sendo acumulando silenciosamente.

E quando você aprende a olhar para si através da rejeição...

qualquer reflexo parece insuficiente.

No acompanhamento, uma parte importante do processo não é apenas mudar comportamentos alimentares.

É ajudar você a construir uma relação menos crítica, mais consciente e mais justa com o próprio corpo.

Porque quando o olhar muda, muita coisa muda junto.

Se esse vídeo fez sentido para você, talvez o que esteja precisando de cuidado não seja o seu corpo.

Talvez seja a forma como você aprendeu a enxergar ele.

O link da bio é para quem deseja começar esse processo.

A maioria das pessoas que chega até mim já tentou de tudo. Planilha, cardápio, aplicativo, grupo de dieta, promessa de s...
02/06/2026

A maioria das pessoas que chega até mim já tentou de tudo. Planilha, cardápio, aplicativo, grupo de dieta, promessa de segunda-feira.

E continua no mesmo lugar. Não porque falta disciplina — mas porque ninguém nunca olhou para o que está por trás do comportamento.

O meu trabalho é exatamente esse. Entender a sua história com a comida, identificar o que te trava e construir um processo individual, com cuidado e técnica que vá direto ao seu ponto. Sem metas genéricas.

Sem regras que não são suas.

Se você se reconheceu em algumas dessas falas, provavelmente já é hora de ter um acompanhamento que realmente te veja. E considere sua história.

Me chama no direct ou pelo link da bio. 🪻

Fernanda Rech Rodrigues/ Nutricionista CRN 10 5523


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Florianópolis, SC

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