22/05/2026
Em 2025, a OMS lançou a meta de erradicar o câncer do colo do útero no mundo, e, a partir dessa meta, chegamos à necessidade de ampliar as formas de rastreio. Aqui no Brasil, iniciamos uma transformação na saúde pública.
A evolução da biologia molecular no contexto do HPV tem como principal objetivo tornar o rastreio mais sensível e estratégico.
A citologia oncótica, embora seja um excelente método, precisa de repetição para alcançar sensibilidade adequada, além de ter uma cobertura populacional mínima de 70%. A pesquisa de DNA-HPV também precisa de cobertura na mesma magnitude, mas, por ser mais sensível, requer repetição menos frequente.
Uma mudança essencial na lógica da prevenção, com o objetivo de facilitar e acompanhar o rastreio em nível de um país continental.