27/08/2026
Radioproteção não deve ser entendida apenas como um conjunto de documentos produzidos para atender a uma fiscalização. Ela precisa fazer parte da rotina e da cultura de segurança da instituição.
No Brasil, a RDC 611/2022 – ANVISA, para os serviços de Radiologia, e a Norma ANSN 3.01/2024, aplicada à Medicina Nuclear, estabelecem critérios e requisitos fundamentais para a proteção radiológica.
Na prática, isso significa integrar a radioproteção aos treinamentos das equipes, à organização dos processos, ao acompanhamento dos equipamentos, à definição clara de responsabilidades e à tomada de decisões no dia a dia.
Mais do que atender às exigências regulatórias, desenvolver uma verdadeira cultura de radioproteção contribui para um ambiente mais seguro para pacientes, profissionais e para toda a instituição.
A ÔmegaRad oferece assessoria especializada para apoiar serviços de saúde na estruturação, organização e acompanhamento de seus processos de proteção radiológica.