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Gosto das conexões e quem me conhece sabe que não gosto do comum, tenho amigos de todas as tribos, dos loucos aos corret...
17/07/2026

Gosto das conexões e quem me conhece sabe que não gosto do comum, tenho amigos de todas as tribos, dos loucos aos corretinhos… porém muitas vezes eu me surpreendo com suas histórias …sinto que todos nós temos algo precioso ou algo que fizemos que é fora do comum … em minhas andanças ouvi muitas histórias , fiz e vi coisas estranhas , e coisas surpreendentes !
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Nesse meu post inusitado( rsrsrs)eu quero ver o humano das pessoas e não o que geralmente mostramos para um mundo virtual perfeito! Então: Vai …Me conta algo curioso sobre você que quase ninguém sabe e que, se descobrisse, as pessoas provavelmente diriam:
“Nossa, eu nunca imaginaria isso!”
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Pode ser um dom, uma aventura, um medo vencido, uma habilidade inusitada, um sonho, uma coincidência da vida , uma história engraçada ou qualquer curiosidade.
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Eu prometo ler cada comentário. E quem sabe você também descubra coisas incríveis por aqui. ✨
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👇 Qual é a sua curiosidade?
Se quiser marca uma pessoa que certamente tem uma história surpreendente para contar.
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HistóriasDeVida

PARTES I: EDUCAÇÃO FÍSICA - O início de tudo!:Quase ninguém sabe, mas minha primeira graduação foi em Educação Física.So...
06/04/2026

PARTES I: EDUCAÇÃO FÍSICA - O início de tudo!
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Quase ninguém sabe, mas minha primeira graduação foi em Educação Física.Sou formada pela Universidade Federal do Ceará há 23 anos! Acreditem!
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A Educação Física me abriu portas que eu nem imaginava que existiam e muitas delas me conduziram exatamente até onde estou hoje. Tive habilitação em Psicomotricidade e Cinesiologia, e minha primeira experiência profissional aconteceu no SESC Fortaleza – Centro, onde atuei como psicomotricista com crianças de 2 a 7 anos, na escola-creche da instituição.
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Foi um tempo precioso.O convívio com as crianças me permitiu ver, na prática, aquilo que antes estava apenas nos livros: o corpo como linguagem,
o movimento como expressão da alma,
o brincar como forma legítima de existir no mundo.Ali, o aprendizado era vivo.
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Também fui professora de natação para bebês, trabalhei com alongamento consciente, estagiei em escolas públicas com Ginástica Rítmica com a supervisão da prof Esther Vieira e em determinado momento, criei uma academia chamada Corpus Vitae. Um nome que já dizia muito do que eu buscava: um corpo vivo, habitado, integrado.Nesse espaço conviviam diferentes práticas : Tai Chi Chuan, dança contemporânea, yoga e alongamento consciente — e foi ali que tive um contato mais profundo com o Qigong e com as práticas orientais, que silenciosamente foram redesenhando minha forma de olhar o corpo e a vida.
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Pratiquei Karatê Shotokan e cheguei à faixa marrom. A disciplina, o silêncio e o respeito ao tempo do corpo me atravessaram profundamente. Foi a Educação Física que me conduziu às filosofias orientais, e esse período se tornou um terreno fértil que mais tarde desembocaria na minha profissionalização na dança e na Acupuntura , que fiz paralelamente a faculdade e durou três anos(mas isso f**a para outro momento). Ainda na UFC, fui bolsista do CNPq e atuei em espaços profundamente humanos e desafiadores, como asilos e hospitais psiquiátricos, entre eles o Hospital Psiquiátrico Mira y López.
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Lembro de estudar História da Loucura e Vigiar e Punir de Michel Foucault e reconhecer, na prática, tudo aquilo que os livros anunciavam.
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Continua nos comentários abaixo 👇

Gente, eu, Fabíola, preciso expressar o que sinto após receber algumas mensagens.O 8 de março não deveria ser apenas um ...
08/03/2026

Gente, eu, Fabíola, preciso expressar o que sinto após receber algumas mensagens.O 8 de março não deveria ser apenas um dia de exaltação.O mundo se apressa em oferecer flores às mulheres ,mensagens bonitas.Falam de força e delicadeza,são gestos gentis, mas não suficientes.
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Existe, porém, uma pergunta incômoda que quase nunca aparece nesse dia: Por que ainda precisamos de um Dia da Mulher?
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O Dia Internacional da Mulher não nasceu da celebração — nasceu da ruptura.Nasceu quando mulheres, cansadas de séculos de silêncio, exploração e invisibilidade,começaram a dizer que suas vidas não eram menores, nem descartáveis, do cansaço,da revolta.De mulheres que foram exploradas, silenciadas e que precisaram transformar a dor em luta.
Se as mulheres são tão admiradas,por que ainda precisamos lutar tanto para sermos respeitadas?
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E, enquanto as flores são entregues, muitas mulheres ainda vivem o outro lado dessa história.Mulheres que ainda precisam provar que estão dizendo a verdade quando denunciam violência,que vivem relações abusivas dentro da própria casa. Mulheres que carregam no corpo e na alma as marcas de abusos que quase sempre são silenciados.Meninas que aprendem cedo demais a se proteger de olhares, mãos e palavras que nunca deveriam existir.Mulheres que ainda são assassinadas simplesmente por existirem , que têm medo de andar sozinhas.E, pior: depois de tudo, ainda as fazem sentir culpa.
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Existir como mulher ainda é perigoso. Talvez por isso o 8 de março não devesse ser apenas um dia de exaltação.Talvez devesse ser, antes de tudo, um dia de CONSCIÊNCIA COLETIVA
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Talvez o verdadeiro gesto de respeito hoje não seja apenas homenagear mulheres,mas encarar a realidade que ainda nos ameaça.Porque o que muitas mulheres precisam não é de pedestal, nem de idealização,nem de um único dia para serem lembradas.
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Precisamos de algo muito mais básico —
e, ainda assim, profundamente revolucionário:RESPEITO.SEGURANÇA E O DIREITO SIMPLES DE VIVER.Sim!flores são bonitas.Mas o dia em que nenhuma mulher precisar ter medo de ser mulher talvez seja o primeiro 8 de março que realmente poderá ser apenas de celebração.
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Aqui você pode ser e manifestar sua opinião, se quiser!

Gente, eu, Fabíola, preciso expressar o que sinto após receber algumas mensagens.O 8 de março não deveria ser apenas um ...
08/03/2026

Gente, eu, Fabíola, preciso expressar o que sinto após receber algumas mensagens.O 8 de março não deveria ser apenas um dia de exaltação.O mundo se apressa em oferecer flores às mulheres ,mensagens bonitas.Falam de força e delicadeza São gestos gentis, mas não suficientes.
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Existe, porém, uma pergunta incômoda que quase nunca aparece nesse dia: Por que ainda precisamos de um Dia da Mulher?
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O Dia Internacional da Mulher não nasceu da celebração — nasceu da ruptura.Nasceu quando mulheres, cansadas de séculos de silêncio, exploração e invisibilidade,começaram a dizer que suas vidas não eram menores, nem descartáveis, do cansaço,da revolta.De mulheres que foram exploradas, silenciadas e que precisaram transformar a dor em luta.
Se as mulheres são tão admiradas,por que ainda precisamos lutar tanto para sermos respeitadas?
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E, enquanto as flores são entregues, muitas mulheres ainda vivem o outro lado dessa história.Mulheres que ainda precisam provar que estão dizendo a verdade quando denunciam violência,que vivem relações abusivas dentro da própria casa. Mulheres que carregam no corpo e na alma as marcas de abusos que quase sempre são silenciados.Meninas que aprendem cedo demais a se proteger de olhares, mãos e palavras que nunca deveriam existir.Mulheres que ainda são assassinadas simplesmente por existirem , que têm medo de andar sozinhas.E, pior: depois de tudo, ainda as fazem sentir culpa.
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Existir como mulher ainda é perigoso. Talvez por isso o 8 de março não devesse ser apenas um dia de exaltação.Talvez devesse ser, antes de tudo, um dia de CONSCIÊNCIA COLETIVA
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Talvez o verdadeiro gesto de respeito hoje não seja apenas homenagear mulheres,mas encarar a realidade que ainda nos ameaça.Porque o que muitas mulheres precisam não é de pedestal, nem de idealização,nem de um único dia para serem lembradas.
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Precisamos de algo muito mais básico —
e, ainda assim, profundamente revolucionário:RESPEITO.SEGURANÇA E O DIREITO SIMPLES DE VIVER.Sim!flores são bonitas.Mas o dia em que nenhuma mulher precisar ter medo de ser mulher talvez seja o primeiro 8 de março que realmente poderá ser apenas de celebração.
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Aqui você pode ser e manifestar sua opinião, se quiser!

QUEM SOU EU ? que pergunta difícil.Talvez essa seja a pergunta que me acompanha desde sempre.Sou muitas: Sou feita de te...
02/03/2026

QUEM SOU EU ? que pergunta difícil.Talvez essa seja a pergunta que me acompanha desde sempre.Sou muitas: Sou feita de tempos, encontros, silêncios e travessias.Sou aquilo que fui, aquilo que deixei de ser e aquilo que ainda se desenha, lentamente e ainda não se vê . Sou tantas e tanto que, às vezes, nem sei por onde começar a me definir. Dizem até que tenho 100 vidas (rs).
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Já tentei entrar na lógica das redes sociais, nessa necessidade de se explicar, se enquadrar, se apresentar.Confesso: não é simples para mim. Sou do encontro.Do real que acontece no corpo.Do olhar. Da escuta. O virtual, por vezes, me causa uma certa agonia ,e ainda assim, algo em mim perguntou: como estar próxima de quem está longe? E aqueles que me procuram, pedindo auxílio? como estar perto, mesmo à distância?
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Levei essa inquietação comigo e como boa psicóloga junguiana que estou me tornando,levei a pergunta para o sonho. O inconsciente — esse velho sábio — respondeu com delicadeza:Fale das suas experiências.Do que atravessou o corpo. Do que transformou a alma.Seja você.E ali, algo se organizou dentro de mim.
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Percebi que posso falar por partes , porque sou muitas — e todas legítimas.Partes que mudam, que se integram. Partes que morreram para que outras pudessem nascer.E sigo nesse movimento contínuo de construir e desconstruir, como ensina a impermanência da vida,como sopra o Tao, sem esforço.
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As inúmeras Fabíolas não se perderam,elas se integraram e seguem comigo,me tornando quem sou hoje e quem ainda estou me tornando.É desse lugar — imperfeito, vivo e verdadeiro —que venho partilhar um pouco do que sou com a vida.Vivo esse processo no cotidiano: no maternar, no ser filha, no amar, no ensinar e aprender ,na mulher brasileira casada e nordestina de 48 anos na entrada da menopausa, aquariana que observa o mundo com estranhamento e ternura, na estudante curiosa,na terapeuta que escuta atenta, na humana-com qualidades, sombras e contradições.Este espaço nasce como um lugar de passagem. Não de verdades prontas, mas de vivências e fragmentos do que sou agora. Quem sentir de caminhar junto vamos partilhar essas experiências . Aqui, que haja espaço para ser quem se é.
Eu:Fabíola de Paula

Primeira foto com 4.8… abrindo a temporada de Aquário !
21/01/2026

Primeira foto com 4.8… abrindo a temporada de Aquário !

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Fortaleza, CE
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