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A febre passou, a criança voltou a brincar, mas ainda está com um pouco de tosse ou coriza. Será que já pode retornar à ...
21/10/2026

A febre passou, a criança voltou a brincar, mas ainda está com um pouco de tosse ou coriza. Será que já pode retornar à escola?

De maneira geral, a criança deve estar há pelo menos 24 horas sem febre, sem utilizar antitérmicos, apresentar melhora dos sintomas e ter disposição suficiente para participar das atividades habituais.

A presença de uma tosse residual ou coriza leve, por exemplo, nem sempre impede o retorno. Já episódios de vômitos, diarreia, dificuldade para respirar ou comprometimento do estado geral exigem mais atenção. Nos quadros gastrointestinais, costuma ser recomendado aguardar pelo menos 48 horas após o último episódio de vômito ou diarreia, conforme a causa e as orientações da instituição.

Também é importante lembrar que algumas infecções possuem recomendações específicas de afastamento. Por isso, a decisão deve considerar o diagnóstico, a evolução clínica e as orientações do pediatra.

Respeitar esse período de recuperação contribui para o bem-estar da criança e ajuda a reduzir a transmissão de infecções no ambiente escolar.

Salve este post para consultar quando surgir essa dúvida por aí!

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra CRM 17876 | RQE 14839

Febre, tosse, coriza, olhos vermelhos, vômitos e diarreia. Você sabia que todos esses sintomas podem estar associados ao...
19/10/2026

Febre, tosse, coriza, olhos vermelhos, vômitos e diarreia. Você sabia que todos esses sintomas podem estar associados ao adenovírus?

Esse vírus pode provocar diferentes tipos de infecção. Algumas crianças apresentam sintomas respiratórios, outras desenvolvem conjuntivite ou alterações intestinais. Em determinados casos, essas manifestações aparecem juntas. 

Na maioria das vezes, a recuperação acontece com cuidados de suporte: hidratação, repouso, lavagem nasal quando indicada e medicamentos para aliviar febre ou desconforto, conforme orientação médica.

✨Antibióticos não tratam o adenovírus.✨

Durante a recuperação, é importante observar a respiração, a aceitação de líquidos, a quantidade de urina e o estado geral da criança. Dificuldade para respirar, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou piora progressiva exigem avaliação imediata. Em bebês menores de três meses, febre a partir de 38 °C também precisa de avaliação urgente.

A prevenção envolve lavar as mãos com frequência, higienizar superfícies e evitar compartilhar objetos de uso pessoal durante a infecção.

Se seu filho está apresentando sintomas, a avaliação pediátrica ajuda a definir os cuidados necessários e identificar possíveis complicações.

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

Escolher a medicina foi uma das decisões mais importantes da minha vida. A pediatria me trouxe a oportunidade de acompan...
19/10/2026

Escolher a medicina foi uma das decisões mais importantes da minha vida. A pediatria me trouxe a oportunidade de acompanhar crianças desde seus primeiros dias, conhecer suas famílias e participar de tantas histórias que guardo com carinho.

Com a chegada da maternidade, essa experiência ganhou uma nova perspectiva. Hoje, além do conhecimento e da responsabilidade que a profissão exige, carrego também as vivências de quem conhece de perto as dúvidas, as descobertas e os desafios de cuidar de um filho.

Sou muito grata a cada família que confia a mim o cuidado com o que tem de mais precioso. É essa confiança que me motiva a continuar estudando, aprendendo e exercendo a medicina com dedicação e responsabilidade.

Feliz Dia do Médico a todos os colegas que compartilham dessa missão! ❤️

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

Você entrega um brinquedo, o bebê joga no chão. Você devolve e, poucos segundos depois, lá está ele jogando novamente. P...
15/10/2026

Você entrega um brinquedo, o bebê joga no chão. Você devolve e, poucos segundos depois, lá está ele jogando novamente. Parece uma brincadeira sem fim, não é? 😅

Esse comportamento, bastante comum na segunda metade do primeiro ano de vida, faz parte das descobertas sobre causa e efeito. Aos poucos, o bebê percebe que suas ações provocam resultados: o objeto cai, faz barulho, desaparece do seu campo de visão e pode voltar quando alguém o pega.

A repetição também permite explorar sons, movimentos e a interação com os adultos. É uma forma de experimentar e aprender sobre o ambiente.

E como os pais podem aproveitar essa fase? Oferecendo objetos seguros, brincando de colocar e retirar peças de recipientes e permitindo que a criança explore diferentes movimentos. Vale também estabelecer limites tranquilos quando o comportamento acontece durante as refeições.

Essas pequenas experiências fazem parte do desenvolvimento cognitivo e motor e podem ser estimuladas de maneira simples, na rotina da família.

Me conta: por aí também tem alguém que descobriu a diversão de jogar tudo no chão? 😂

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

13/10/2026

11 meses da nossa Malu! 💗

A cada mês, a gente acha que já conhece todas as formas de se apaixonar por você. E aí você cresce um pouquinho mais, revela um novo jeitinho de ser e nos surpreende com tanto amor e alegria!

Tem sido uma delícia acompanhar sua personalidade florescendo e perceber como a nossa vida ficou ainda mais bonita desde que você chegou.

Falta só um mês para o seu primeiro aniversário, e eu já fico emocionada só de pensar em tudo o que vivemos até aqui.

Te amamos infinitamente, nossa Maria Luísa! 🩷

Tem uma coisa que nenhum livro de pediatria consegue descrever direito: o que é ter uma criança em casa.A bagunça que ap...
12/10/2026

Tem uma coisa que nenhum livro de pediatria consegue descrever direito: o que é ter uma criança em casa.

A bagunça que aparece do nada. O riso que vem do nada também. A energia que não tem explicação clínica suficiente para dar conta do que a gente vê.

A Malu me ensina isso todos os dias. Que crescer é barulhento, é intenso, é cheio. E que uma casa com criança dentro é uma casa que respira diferente.

Feliz Dia das Crianças para todas as famílias que têm esse privilégio perto delas. 🤍

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

Tela na infância é um dos temas que mais gera dúvida, e mais desinformação, nos consultórios e nas redes sociais. Com o ...
08/10/2026

Tela na infância é um dos temas que mais gera dúvida, e mais desinformação, nos consultórios e nas redes sociais. Com o Dia das Crianças chegando, vale ter clareza sobre o que a ciência recomenda.

A Sociedade Brasileira de Pediatria é direta: zero telas para crianças menores de 2 anos. Nenhuma. Nem para acalmar, nem para distrair, nem para "aprender". O cérebro nessa fase precisa de estímulo humano, olho no olho, conversa, exploração do ambiente.

Entre 2 e 5 anos, até uma hora por dia, com conteúdo de qualidade e sempre com a presença de um adulto. Assistir junto não é perda de tempo, é o que transforma tela em aprendizado.

Acima de 6 anos, limites claros de tempo e tipo de conteúdo, com acordos estabelecidos em família.

O problema não é só o tempo de tela. É o que a tela substitui: brincadeira livre, interação social, movimento, sono. Cada hora na frente de uma tela é uma hora a menos de algo que o desenvolvimento infantil precisa.

Presentear com experiências, brinquedos que estimulam criatividade e movimento, e tempo de qualidade juntos é o que realmente faz diferença nessa fase.

📌 Salva para compartilhar com famílias que estão nessa dúvida agora.

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

A consulta pré-natal pediátrica ainda é pouco conhecida, e é uma das orientações que mais dou para gestantes que chegam ...
05/10/2026

A consulta pré-natal pediátrica ainda é pouco conhecida, e é uma das orientações que mais dou para gestantes que chegam ao consultório.

A ideia é simples: conhecer o pediatra antes do bebê nascer. O impacto é grande.

Entre a 34ª e a 36ª semana, a família e o pediatra se encontram pela primeira vez sem a pressão do pós-parto. Tempo suficiente para absorver as orientações antes do nascimento e próximo o suficiente para que as dúvidas já sejam reais.

O que a gente resolve nessa consulta: primeiros cuidados com o recém-nascido, amamentação, rotina, vacinas, enxoval, sinais de alerta e todas as perguntas que já estão na sua cabeça agora.

Você sai sabendo o que esperar. E sabendo para quem ligar quando precisar.

Os primeiros dias com um recém-nascido são intensos. Ter um pediatra de referência já escolhido muda completamente essa experiência.

Se você está grávida ou conhece alguém que está, o link da bio está aberto para agendamento.

📌 Salva e compartilha com gestantes que ainda não fizeram essa consulta.

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

03/10/2026

Sair de casa com bebê pequeno tem uma curva de aprendizado real. E cada saída ensina alguma coisa nova sobre o que não pode faltar.

O que eu aprendi: organização dentro da bolsa vale mais do que a quantidade de itens. Saber exatamente onde está cada coisa no momento que você precisa é o que transforma uma situação de estresse em algo resolvido em segundos.

E uma orientação que vale para qualquer família: converse com o pediatra do seu filho sobre o que ter na bolsinha de remédios. O que é essencial varia de criança para criança e ter o item certo faz toda a diferença numa emergência fora de casa.

E aí, qual é o item que não pode faltar na bolsa de vocês? Conta nos comentários, pode ser novidade para alguém. 👇

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

Quem está em Fortaleza sabe: conjuntivite viral está circulando com força agora. Consultório cheio, escolas comunicando ...
30/09/2026

Quem está em Fortaleza sabe: conjuntivite viral está circulando com força agora. Consultório cheio, escolas comunicando casos, famílias inteiras pegando uma após a outra.

O que está acontecendo é esperado para essa época do ano, ambientes fechados, contato próximo entre crianças e um vírus com transmissão muito fácil formam a combinação perfeita para surtos.

O que você precisa saber:

A conjuntivite viral não tem tratamento específico. Ela se resolve sozinha em 7 a 14 dias. Colírio antibiótico não trata vírus, só deve ser usado se houver suspeita de infecção bacteriana, com indicação médica.

O que ajuda no conforto: compressas frias, higiene cuidadosa dos olhos com soro fisiológico e evitar coçar. Coçar os olhos e depois tocar em superfícies é a principal forma de espalhar o vírus.

Como evitar a transmissão: higiene das mãos com frequência, não compartilhar toalhas, fronhas ou travesseiros, e afastar a criança da escola enquanto os olhos estiverem com secreção ativa. A transmissão cai muito quando a secreção diminui.

Quando buscar avaliação médica: dor intensa nos olhos, muita sensibilidade à luz, queda de visão ou ausência de melhora após 10 dias.

Na dúvida, entre em contato com o pediatra antes de usar qualquer colírio por conta própria.

📌 Salva e compartilha para ajudar a conter a transmissão.

Dra. Cristiana Rôla | Pediatra
CRM 17876 | RQE 14839

Endereço

Fortaleza, CE

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