Nutri Lari Malandrino

Nutri Lari Malandrino Tratamento de doenças digestivas, autoimunes e comportamento alimentar. Emagrecimento e saúde. Larissa Malandrino - Nutricionista CRN 39911

Cuidar da sua alimentação é cuidar de uma necessidade básica do ser humano, de extrema importância em sua vida. Saber alimentar-se conforme suas necessidades significa "comer para viver" e não " viver para comer".

Você sente tremores, suor frio, tontura, taquicardia, sensação de desmaio, “crises de ansiedade”, fadiga extrema ou conf...
28/05/2026

Você sente tremores, suor frio, tontura, taquicardia, sensação de desmaio, “crises de ansiedade”, fadiga extrema ou confusão mental após comer… e ninguém consegue explicar?

A ciência finalmente começa a mostrar que, em muitas pessoas com hipermobilidade/SED hipermóvel, isso pode não ser “coisa da sua cabeça”.

Estudos recentes demonstram uma possível conexão entre:
• Hipermobilidade
• Disautonomia/POTS
• Alterações intestinais
• Mastócitos/histamina
• E episódios recorrentes de hipoglicemia

O problema muitas vezes não é excesso de insulina clássica, mas uma desregulação complexa envolvendo sistema nervoso autonômico, intestino e metabolismo da glicose.

Pacientes com hEDS frequentemente apresentam:

* esvaziamento gástrico acelerado,
* dismotilidade intestinal,
* ativação mastocitária,
* neuropatia de pequenas fibras,
* maior instabilidade glicêmica e autonômica.

Por isso, muitas pessoas convivem anos sendo chamadas de “ansiosas”, quando na verdade existe uma desregulação fisiológica acontecendo no corpo.

E o tratamento vai muito além de “comer açúcar”. Ele envolve investigação, ajuste alimentar individualizado, manejo intestinal, estabilização glicêmica e tratamento da disautonomia e da inflamação neuroimune.

DOI dos artigos citados:
• [https://doi.org/10.1210/jcemcr/luae205](https://doi.org/10.1210/jcemcr/luae205)
• [https://doi.org/10.1016/j.eprac.2025.05.112](https://doi.org/10.1016/j.eprac.2025.05.112)

Dor de cabeça, taquicardia, ansiedade, flushing, suor excessivo, pressão oscilando, intestino desregulado e sensação de ...
25/05/2026

Dor de cabeça, taquicardia, ansiedade, flushing, suor excessivo, pressão oscilando, intestino desregulado e sensação de que “qualquer comida faz mal”?

Em algumas pessoas, isso pode ter relação com excesso de tiramina.

A tiramina é uma amina biogênica produzida a partir da tirosina e pode aumentar tanto nos alimentos fermentados e envelhecidos quanto dentro do próprio intestino, especialmente em contextos de disbiose, fermentação excessiva, constipação e má digestão.

Ou seja: às vezes o problema não é apenas o alimento.
É o ambiente intestinal produzindo e acumulando aminas em excesso.

E aqui entra algo muito importante:
o foco não deveria ser apenas “cortar comida”.

A nutrição pode ajudar:
• reduzindo fermentação intestinal excessiva
• melhorando digestão e motilidade
• equilibrando microbiota intestinal
• estabilizando glicemia
• reduzindo inflamação e hiperreatividade mastocitária
• melhorando barreira intestinal
• organizando sono, estresse e rotina alimentar

Muitas vezes, quando o intestino melhora, a tolerância alimentar melhora junto.

Seu corpo não está “louco” e nem “reagindo sem motivo”.
Existe uma fisiologia por trás dos sintomas — e ela precisa ser investigada de forma integrativa. 🤍

Aminas biogênicas: pequenas moléculas, grande impacto no organismo.Elas são produzidas naturalmente pelo nosso corpo, pe...
21/05/2026

Aminas biogênicas: pequenas moléculas, grande impacto no organismo.

Elas são produzidas naturalmente pelo nosso corpo, pela microbiota intestinal e também podem estar presentes nos alimentos. Em equilíbrio, ajudam na comunicação intestino-cérebro, imunidade, motilidade intestinal, reparo celular, secreção gástrica e proteção da mucosa intestinal.

O problema começa quando existe excesso, deficiência ou dificuldade de degradação dessas substâncias.

Histamina, tiramina, putrescina, cadaverina, espermidina e espermina podem participar diretamente de sintomas como:
• distensão abdominal
• refluxo
• náusea
• diarreia
• cefaleia
• ansiedade
• insônia
• flushing
• urticária
• palpitações
• tontura
• hipersensibilidade alimentar

E muitas vezes isso não acontece apenas por causa do alimento.

Disbiose, SIBO/SIFO, trânsito intestinal alterado, hipocloridria, inflamação intestinal, excesso de fermentação e má digestão podem transformar o intestino em um ambiente de produção exagerada dessas aminas.

Por isso, tratar apenas o sintoma ou retirar alimentos indefinidamente nem sempre resolve.
O verdadeiro caminho está em investigar o terreno: microbiota, barreira intestinal, digestão, motilidade, inflamação e metabolismo bacteriano.

Seu intestino fala.
Seu corpo responde.

Salve esse post para estudar depois e compartilhe com alguém que precisa entender isso.

Você sente que alguns alimentos “pesam”, inflamam, causam dor abdominal, refluxo, gases, coceiras, enxaqueca, fadiga ou ...
19/05/2026

Você sente que alguns alimentos “pesam”, inflamam, causam dor abdominal, refluxo, gases, coceiras, enxaqueca, fadiga ou até ansiedade… mas seus exames muitas vezes vêm “normais”? A ciência tem mostrado cada vez mais a conexão entre glúten, mastócitos, hipermobilidade/SED e inflamação intestinal.

Pacientes com Síndrome de Ehlers-Danlos e hipermobilidade frequentemente apresentam alterações na barreira intestinal, disfunção de motilidade, maior ativação imunológica e múltiplas intolerâncias alimentares. E os mastócitos parecem ser uma peça central em tudo isso.

Quando hiperativados, os mastócitos liberam histamina e diversas substâncias inflamatórias que podem afetar intestino, pele, sistema nervoso, hormônios e até a percepção de dor.

Além disso, alguns fragmentos do trigo conseguem ativar inflamação intestinal e mastócitos antes mesmo de uma doença celíaca clássica aparecer nos exames.

Por isso, muitas pessoas vivem anos ouvindo que “é ansiedade”, quando na verdade existe um processo inflamatório, imunológico e intestinal acontecendo no corpo.

Nesse post eu explico:
• a relação entre glúten, mastócitos e SED;
• por que o intestino f**a mais permeável;
• sintomas que podem estar relacionados;
• alimentos que podem piorar a ativação mastocitária;
• e o que pode ajudar no tratamento integrativo.

Se esse conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que também precisa entender o que o corpo está tentando mostrar.

Hoje, no Dia Internacional de Conscientização sobre a Síndrome de Ehlers-Danlos e os transtornos da hipermobilidade, pre...
15/05/2026

Hoje, no Dia Internacional de Conscientização sobre a Síndrome de Ehlers-Danlos e os transtornos da hipermobilidade, precisamos falar sobre algo que ainda é muito invisibilizado: pessoas que passam anos ouvindo que “é ansiedade”, “é frescura”, “é normal ser flexível” ou que “todos os exames estão normais”… enquanto convivem diariamente com dor, fadiga, tonturas, alterações gastrointestinais, luxações, hipersensibilidades e limitações importantes.

A hipermobilidade não é apenas uma característica física. Em muitos casos, estamos falando de alterações do tecido conjuntivo que podem impactar músculos, articulações, intestino, sistema nervoso autonômico, mastócitos e qualidade de vida como um todo.

Muitos pacientes com EDS/hipermobilidade também apresentam associação com:
• disautonomia/POTS
• síndrome de ativação mastocitária (MCAS/SAM)
• intolerâncias alimentares
• sintomas gastrointestinais crônicos
• fadiga persistente
• dores generalizadas

E é justamente aí que a nutrição pode se tornar uma ferramenta importante no manejo dos sintomas, ajudando no controle inflamatório, na saúde intestinal, no suporte nutricional e na melhora da qualidade de vida.

Se você se identif**a com esses sintomas ou suspeita ser hipermóvel, não ignore os sinais do seu corpo.

Preencha meu questionário de rastreamento de sintomas no link da BIO 💜🦓

Se você reage a tudo… talvez o problema não esteja apenas no alimento.Muitas vezes, o intestino inflamado, disbiótico e ...
13/05/2026

Se você reage a tudo… talvez o problema não esteja apenas no alimento.

Muitas vezes, o intestino inflamado, disbiótico e metabolicamente sobrecarregado começa a produzir e acumular aminas biogênicas em excesso, transformando estímulos antes tolerados em grandes gatilhos de sintomas.

Histamina, tiramina, putrescina, cadaverina, espermidina… todas essas moléculas fazem parte da nossa fisiologia e têm funções importantes na imunidade, motilidade intestinal, reparo celular e comunicação intestino-cérebro.

O problema começa quando existe:
• disbiose intestinal
• má digestão
• SIBO/SIFO
• trânsito intestinal alterado
• hipocloridria
• inflamação intestinal
• excesso de fermentação e putrefação

Nesse cenário, o corpo pode começar a responder com:
cefaleia, flushing, urticária, ansiedade, insônia, distensão abdominal, refluxo, diarreia, palpitação, tontura, rinite, sensação de alerta constante e hipersensibilidade alimentar progressiva.

Por isso, nem sempre o caminho é retirar cada vez mais alimentos.
Muitas vezes, o verdadeiro tratamento está em reorganizar o ecossistema intestinal, restaurar barreira intestinal, melhorar digestão, motilidade e modular a microbiota.

O intestino fala.
E o corpo responde.

Muita gente acha que os sintomas da menopausa acontecem apenas pela “queda hormonal”. Mas hoje a ciência já mostra que e...
11/05/2026

Muita gente acha que os sintomas da menopausa acontecem apenas pela “queda hormonal”. Mas hoje a ciência já mostra que existe uma conexão profunda entre hormônios, mastócitos, histamina, intestino e sistema nervoso.

E talvez isso explique por que tantas mulheres começam a sentir:
• fogachos
• ansiedade
• palpitação
• insônia
• intolerâncias alimentares
• urticária
• rosácea
• piora intestinal
• sensação de inflamação corporal
• tontura e fadiga

principalmente após os 40 anos.

Os mastócitos possuem receptores para estrogênio. Isso signif**a que as oscilações hormonais da perimenopausa e menopausa podem ativar essas células e aumentar a liberação de histamina e outros mediadores inflamatórios.

Ao mesmo tempo, alterações intestinais, disbiose, piora do sono, estresse e inflamação metabólica também podem reduzir a tolerância à histamina nessa fase da vida.

E isso ajuda a entender por que algumas mulheres pioram muito com determinados alimentos, suplementos ou até reposição hormonal, enquanto outras melhoram quando o organismo é tratado de forma individualizada e integrativa.

Menopausa não é apenas hormônio.
É neuroinflamação, imunidade, intestino, cérebro e metabolismo conversando o tempo inteiro.

Se você sente que seu corpo ficou mais reativo, inflamado ou intolerante nos últimos anos, talvez exista muito mais acontecendo por trás dos seus sintomas.

05/05/2026

Seu corpo muda ao longo do mês…
mas o que pouca gente te explica é por quê.

O estrogênio influencia diretamente a liberação de histamina —
e a histamina também influencia o estrogênio.

Isso cria um ciclo que, em algumas fases, pode intensif**ar sintomas como:

dor de cabeça, inchaço, coceira, intestino desregulado, ansiedade no corpo e até piora digestiva.

E quando existe intolerância à histamina, disbiose ou ativação mastocitária, isso f**a ainda mais evidente.

Por isso, não é “coincidência” você piorar sempre na mesma fase.
É padrão.

E padrão a gente investiga — não ignora.

Se você já percebeu isso no seu corpo, vale olhar com mais profundidade.

Me conta aqui: você piora em alguma fase do ciclo?

E se quer entender melhor o qubiostá por trás dos seus sintomas, clica no link da bio e preenche meu questionário.

A dor da endometriose não é só hormonal… e talvez seja por isso que tanta mulher não melhora mesmo fazendo tratamento.Ho...
04/05/2026

A dor da endometriose não é só hormonal… e talvez seja por isso que tanta mulher não melhora mesmo fazendo tratamento.

Hoje a ciência já mostra que existe um ciclo muito mais complexo acontecendo no corpo: estrogênio, mastócitos e sistema nervoso interagem o tempo todo, criando um ambiente que amplif**a e perpetua a dor.

O estrogênio estimula inflamação, ativa mastócitos e aumenta a sensibilidade dos nervos. Esses mastócitos liberam histamina e outras substâncias inflamatórias, que aumentam ainda mais a dor… e estimulam novamente esse ciclo.

Com o tempo, isso não f**a só local. O sistema nervoso passa a reagir de forma exagerada, mantendo dor mesmo quando o estímulo já não é tão intenso.

Por isso, muitas vezes, tratar apenas o hormônio não resolve.
Porque o problema não está só no hormônio… está na forma como o corpo responde a ele.

Se você tem endometriose e sente que:
• a dor persiste
• seu corpo reage a tudo
• seu intestino também sofre

Talvez seja hora de olhar além do óbvio.

E me conta: você sente que sua dor muda ao longo do mês?

Seu corpo muda ao longo do mês… e se você tem intolerância à histamina, isso não é detalhe — é peça-chave do quebra-cabe...
27/04/2026

Seu corpo muda ao longo do mês… e se você tem intolerância à histamina, isso não é detalhe — é peça-chave do quebra-cabeça.

Muitas mulheres percebem que os sintomas pioram em fases específ**as do ciclo, mas não entendem o porquê. E a verdade é que existe uma conexão direta entre estrogênio, mastócitos, histamina e intestino.

Quando o estrogênio sobe, a histamina tende a aumentar. Quando a progesterona entra, pode haver mais estabilidade. E quando tudo isso oscila, o corpo responde — com sintomas.

Por isso, não é “coincidência” você piorar na TPM, na ovulação ou até durante a menstruação. Existe um padrão. E quando você começa a observar esse padrão, você deixa de tratar no escuro e passa a agir com estratégia.

Se você sente que seu corpo muda ao longo do mês, principalmente com sintomas digestivos, enxaqueca, inchaço, ansiedade ou reatividade alimentar… vale investigar mais a fundo.

E me conta: em qual fase do seu ciclo você sente que piora mais?

Endereço

Fortaleza, CE
60160140

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