24/05/2026
Mais que um evento, um reencontro com a essência do cuidar. 🧠✨
Mergulhar no 12º Congresso de Nutrição Comportamental é sempre uma oportunidade de silenciar os ruídos e voltar os olhos para o que realmente importa na nossa profissão: o ser humano por trás do prato.
A nutrição não é linear, não se resume a calorias e, definitivamente, não funciona sob a ótica da culpa e do controle rígido. Volto para o consultório e para as salas de aula com a bagagem cheia de insights, artigos científicos e reflexões profundas que esses dias intensos nos provocaram:
1️⃣ Comportamento é uma construção: Nossos circuitos neurobiológicos em relação à comida começam a ser desenhados na infância. O comer que acalma, que recompensa ou que alivia não é “falta de força de vontade”, é um comportamento aprendido que precisa ser compreendido, e não apenas modulado de forma impositiva.
2️⃣ O preço do controle rígido: Quanto mais tentamos aprisionar o comer em regras inflexíveis, maior o conflito interno. A culpa é uma das maiores desreguladoras do comportamento alimentar e o nosso papel é ajudar a desarmar esse campo de batalha.
3️⃣ As múltiplas camadas do “pensar em comida”: Quando alguém pensa em comida o tempo todo, a resposta nunca é simples. Pode ser sinal de restrição física, mas também envolve nossa cultura, o papel social de cuidar do outro, as emoções e a nossa saúde mental.
4️⃣ Acolhimento e Autocompaixão: Discutir a relação entre mulheres, corpo e emoções nos lembra da urgência de ensinar nossos pacientes a honrarem a própria história e terem gratidão pelo corpo que os mantém fortes.
Dividir esses dias com grandes referências que moldam a nossa história, parceiros de profissão e mentes brilhantes do mundo inteiro renova a minha certeza de que a nutrição do futuro é humanizada, empática e profunda.
Assista ao vídeo para sentir um pouquinho da energia que foram esses dias! 🎥❤️
, gratidão 🌷
ental ComerComAfeto Nutricionista
congressonutriçãocomportamental