26/05/2026
✅Gestação e primeira infância começam muito antes do nascimento.
✅Deficiências nutricionais como ferro, vitamina D, ômega 3, zinco e cálcio podem impactar desenvolvimento, imunidade e saúde metabólica futura.
✅ Os análogos de GLP-1 vão muito além do emagrecimento.
✅ Quando bem indicados, podem auxiliar em compulsão alimentar, ansiedade, vícios, depressão e doenças neurodegenerativas.
✅ Dieta elementar surge como estratégia promissora para SIBO e IMO. Mas exige acompanhamento criterioso, individualização e monitorização clínica.
✅A microbiota intestinal está cada vez mais “visível”.
Novos te**es conseguem avaliar metabólitos e padrões funcionais que ajudam a entender casos complexos e refratários.
✅A genética reforça aquilo que já vemos na prática:
o que funciona para um paciente pode não funcionar para outro.
✅ Estratégias como jejum intermitente e dieta cetogênica exigem adaptação metabólica prévia.
Controle glicêmico e flexibilidade metabólica vêm antes da restrição.
✅ Fitoterápicos também exigem estratégia. Uso contínuo e em altas doses pode reduzir eficácia e aumentar risco de hepatotoxicidade.
✅ Em dietas low carb ou durante o uso de análogos, eletrólitos fazem diferença.
* Reposição adequada pode melhorar sintomas como fadiga, tontura e cefaleia.
✅ A metabolômica amplia nossa visão clínica.
* Em muitos casos, consegue mostrar alterações funcionais antes mesmo dos exames tradicionais — embora ainda tenha alto custo.
✅ Peptídeos são sinalizadores, não milagres.
* Sem corrigir nutrientes, massa muscular, intestino e metabolismo, os resultados podem ser limitados.
✅ Sobre as “canetas emagrecedoras”:
* sem desmame estruturado, o risco de reganho aumenta muito
* sem treino e suporte nutricional, pode ocorrer perda importante de massa magra
* intestino desregulado pode comprometer resposta ao tratamento