16/05/2023
Os gânglios linfáticos foram observados primeiramente no ano 450 a.C, quando Hipócrates descobriu este sistema através de dissecações.
Embora Hipócrates, conhecido como o pai da medicina, tenha percebido a existência do sistema linfático no ano 450 a.C, somente muito depois foi que o italiano Gaspar Asseli, professor, dentre outros anatomistas, puderam confirmar tal observação de forma científica e desenvolver seus estudos através da observação de veias em animais.
Logo, em 1651, um médico francês, Jean Pecquet, se dedicou ao estudo do conduto linfático, e descobriu em um cadáver humano, a existência de um ducto torácico e uma espécie de receptáculo no seu início, que denominou de “cisterna de Chily, ou cisterna de Pecquet”.
A primeira descrição a respeito da drenagem linfática aconteceu no século XIX, por Winiwarter, austríaco, professor de cirurgia.
Em 1912, Aléxis Carrel conquistou o prêmio Nobel de medicina por seus trabalhos com o propósito de regeneração celular, mostrando o fundamental da linfa nos tecidos vivos. Realizou sua experiência com o coração de um frango cujas células stavam constantemente regeneradas pela linfa.
Somente em 1930, o Dr Emil Vodder, tratou pacientes acometidos de gripes, que viviam na úmida e fria Inglaterra. Em suas observações, manipulando suavemente os gânglios linfáticos do pescoço, percebeu que estes se apresentavam inchados e duros. Intuitivamente iniciou o uso de uma massagem suave nos locais com a finalidade de melhorar o estado geral dos pacientes. Com os bons resultados, Dr Vodder disciplinou o método e, seu primeiro relato escrito surgiu no ano de 1936, em uma exposição de saúde em Paris.
Na década de 70, o professor Leduc demonstrou com uma filmagem e radioscopia, a ação da drenagem linfática manual.
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