Universo Pachamama

Universo Pachamama Quando se cura uma mulher, toda a sua linhagem é curada. O objetivo da página é a conexão perdida desse sagrado que possuímos. Pachamama agradece.

Venha despertar essa força e essa sacralidade que por muito tempo foi adormecida. Bem vindos, homens e mulheres, que possamos aprender e curar a nós e a todo o planeta.

A canção de La Loba La Loba é uma velha recolhedora de ossos. Sua caverna é cheia de ossos de criaturas do deserto. Sua ...
27/12/2021

A canção de La Loba

La Loba é uma velha recolhedora de ossos. Sua caverna é cheia de ossos de criaturas do deserto. Sua especialidade são os Lobos.
Quando consegue reunir um esqueleto inteiro, ela senta junto ao fogo e pensa na canção que irá cantar.
À medida que canta, a criatura vai se forrando de carne e pelos.
La Loba canta com tanta intensidade que o chão do deserto estremece e o lobo sai correndo pelo desfiladeiro.
"Cantar significa usar a voz da alma. Significa sussurrar a verdade do poder e da necessidade de cada um, soprar alma sobre aquilo que está doente ou precisando de restauração. Isso se realiza por meio de um mergulho mais profundo do amor e do sentimento, até que nosso desejo de vínculo com o Self selvagem transborde, e em seguida com a expressão de nossa alma a partir desse estado de espírito. Isso é cantar sobre os ossos. Não podemos cometer o erro de tentar extrair esse imenso sentimento de amor de algum ser amado, pois essa função feminina de descobrir o cantar o hino da criação é um trabalho solitário, um trabalho realizado no deserto da psique."
La Loba, a velha, Aquela Que Sabe, está dentro de nós.

Luciana Reis
La Loba. MQCL. Clarissa P. Estés

Imagem: Dos meus momentos com meus instrumentos de poder.
Biana Laa

Celebração do Dia26 DE DEZEMBROCelebração de Lilith, a deusa suméria da sexualidade.Mencionada nos antigos mitos hebreus...
26/12/2021

Celebração do Dia
26 DE DEZEMBRO

Celebração de Lilith, a deusa suméria da sexualidade.
Mencionada nos antigos mitos hebreus como a primeira mulher de Adão, Lilith foi criada ao mesmo tempo que ele, tendo desfrutado dos mesmos direitos. Adão, no entanto, queria que ela fosse mais submissa, ficando sempre por baixo dele durante o ato sexual. Lilith rebelou-se e fugiu, escondendo-se às margens do Mar Vermelho.
Em lugar de Lilith, Deus criou então Eva da costela de Adão. Eva, por não lhe ser igual, precisava acatar sua supremacia, obedecendo a suas regras patriarcais. As escrituras judaicas transformaram então Lilith em uma figura demoníaca, Lilithu, a Mãe dos Demônios, que deu origem, na Idade Média, aos ìncubos e súcubos, vampiros se***is masculinos e femininos. Originariamente, Lilith era a padroeira das gestantes, das mães e dos recém-nascidos, mas as deturpações judaicas denegriram-na, tornando-a Rainha das Bruxas, o demônio que roubava o leite das mães, as almas das crianças e a virilidade dos homens. Recomendava-se usar amuletos cabalísticos contra os poderes nefastos de Lilith e praticar abstinência sexual. Lilith, atualmente, é o nome usado na astrologia para designar tanto a Lua Negra, quanto um asteróide que influencia a sexualidade humana.
Ritual da Dança da Tartaruga, tradição nativa norte-americana celebrando Igaehinvdo, a deusa do Sol e do dia, irmã da deusa da terra Elihino e da deusa do milho Sehu. Se devidamente homenageada, Igaehinvdo não queimará a terra com os seus raios.
Comemoração da deusa nórdica Sunna, a Senhora Solar, a noiva brilhante do céu, responsável pela manutenção da vida na Terra.
Nascimento de Horus, filho da deusa Ísis e do deus Osíris.
Nascimento de Buda, filho da deusa Maya, na Índia.
Festival Junkanoo nas Bahamas, honrando todas as divindades com procissões de máscaras e fantasias, músicas e danças.
Fim dos Dias de Halcyone, dedicado às Plêiades.

Anuário da Grande Mãe

Litha – Celebração do Solstício - 21 de Junho no hemisfério  Norte. 21 de Dezembro  no Hemisfério  sul.Texto adaptado do...
20/12/2021

Litha – Celebração do Solstício - 21 de Junho no hemisfério Norte. 21 de Dezembro no Hemisfério sul.
Texto adaptado do livro “O anuário da Grande Mãe – Guia prático de rituais para celebrar a Deusa”, de Mirella Faur

Nos primórdios da humanidade, o homem vivia em contato direto e permanente com a Terra, o Sol, a Lua e as estrelas, sintonizado com os ritmos cósmicos e altamente influenciado pelas forças e manifestações da natureza.
Os povos antigos consideravam o movimento circular da Terra ao redor do sol uma roda, representando o eterno ciclo e nascimento e desabrochar, crescimento e florescimento, maturidade e frutificação, envelhecimento e decadência, morte e decomposição e novamente, renascimento, refletido na vida humana e na natureza.
Em sua aparente trajetória anual, o sol atinge dois pontos de afastamento máximo em relação ao equador celeste, tanto para o norte quanto para sul.
Esses pontos são chamados solstícios, o de inverno marcando o dia mais curto do ano e o de verão, o dia mais longo do ano.
Os solstícios são Sabbats celebrados de várias formas e em diferentes lugares do mundo, há pelo menos 12 mil anos, marcando a relação da humanidade com seu meio ambiente telúrico, solar e cósmico.
À medida que nossa sociedade tornou-se cada vez mais tecnológica, eficiente e complexa, os homens se distanciaram – física, psicológica e espiritualmente – de nosso ambiente natural (ecológico e cósmico). Esse distanciamento resultou na atual crise ecológica e planetária, a humanidade tendo esquecido que a Mãe Terra e o Pai Céu criaram e sustentam nossa vida.Para superarmos essa cisão e sabermos honrar a sacralidade da natureza, devemos reconhecer nossa interdependência com suas leis, manifestações e ciclos e relembrar ou recriar festivais que celebrem a passagem do tempo e das estações.
Na Roda do Ano, em Litha, a Deusa e o Deus estão vivendo o êxtase da sua união a natureza comemora com a beleza das flores e abundância dos frutos. A Deusa e a Terra estão plenas de promessas e os rituais visam nutrir e fortalecer a nova vida no ventre humano, animal e no da própria natureza.
A atmosfera deste Sabbat é de plenitude, realização, manifestação e mudança. Todos os desejos podem ser realizados, pois a Deusa e Terra estão plenas de possibilidades e a força vital está em seu auge.

Vamos agendar?11980119761
07/12/2021

Vamos agendar?
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O som do tambor remete ao ritmo do universo, à manifestação do som primordial, esse é seu papel nas mãos de Shiva. Na Ch...
06/12/2021

O som do tambor remete ao ritmo do universo, à manifestação do som primordial, esse é seu papel nas mãos de Shiva. Na China antiga era associado à trajetória do sol e à yang. Na África, os tambores invocam as bênçãos celestes que descem sobre os homens e é considerado o eco sonoro da existência. Devemos citar também os tambores de guerra comumente associados ao raio e ao trovão, sob o seu aspecto destruidor. Em consequência disso, na Índia, o tambor está associado à Indra.
Temos o tambor então como símbolo de uma arma psicológica, algo sagrado, capaz de desfazer as resistências do inimigo; ele troveja, é ungido, invocado e recebe oferendas. Nas mais diversas culturas encontraremos o tambor entre representações mágicas, ritualísticas, de guerra ou mesmo de festejos, seu som ecoa nos ares e nos toca profundamente a alma.
(Texto extraída da Internet )
pachamama

Tambores oceânico. O som do mar.
02/12/2021

Tambores oceânico.
O som do mar.

Celebração do Dia1° DE NOVEMBRONos países eslavos e nórdicos, havia verdadeiros banquetes nos cemitérios confraternizand...
01/11/2021

Celebração do Dia
1° DE NOVEMBRO

Nos países eslavos e nórdicos, havia verdadeiros banquetes nos cemitérios confraternizando os mortos e os vivos.
Na Escandinávia, faziam-se rituais e oferendas, invocando as deusas Hel, a senhora do mundo das almas e Tuonetar, a Rainha dos Mortos, para que elas cuidassem e orientassem as almas durante sua passagem e espera para uma nova reencarnação.
Na Inglaterra, as pessoas oravam enquanto comiam os bolos de oferendas ainda quentes. Depois, saíam às ruas coletando dinheiro para preparar as celebrações comunitárias. Esse hábito degenerou nos atuais costumes de Halloween, nos Estados Unidos, com as brincadeiras de “trick or treat”, com as crianças indo de casa em casa pedindo doces, frutas e moedas. Esse costume lembra as antigas crenças de oferecer “subornos” aos espíritos zombateiros e aos seres elementais para que eles não perturbassem as celebrações.
Na Irlanda, comemoravam-se as Banshees, espíritos ancestrais femininos que choravam anunciando que alguém em suas antigas famílias havia morrido. As pessoas temiam que essas Fadas Escuras pudessem raptar ou prejudicar os mortais. Para repeli-las, usavam objetos de ferro. Para conquistar sua boa vontade, faziam-se rituais, acendendo fogueiras e fazendo oferendas. As chaminés das casas eram limpas e o fogo era mantido aceso o tempo todo, aquecendo e iluminando os espíritos familiares que vinham visitar sua antiga moradia. As pessoas jogavam nozes, avelãs e maçãs nas fogueiras buscando presságios e fazendo adivinhações para o resto do ano.
Dia consagrado a todas as deusas “escuras” como Cailleach, Cerridwen, Ereshkigal, Hécate, Hel, Kali, Morrigan, Nephthys, Oya, Samia, Scota, Sedna e Tara.
Dia considerado extremamente nefasto para casamentos, atraindo azar, trazendo divórcio ou viuvez.
Celebração, no Egito, do quinto dia de Isia, o encontro do corpo de Osíris por Ísis e Nephtys. Procissões de barcos levavam as réplicas de Osíris morto para seus templos. As pessoas choravam e lamentavam sua perda. A dor de Ísis causava a seca do rio Nilo.
No calendário cristão, celebra-se o Dia de Todos os Santos, criado no século II para assimilar as antigas celebrações celtas de Samhain. As fogueiras foram trocadas por velas e as antigas divindades foram substituídas por todos os santos.
Na Bretanha, neste dia, ofereciam-se bolos, vinho e leite nos túmulos dos entes queridos; a família permanecia em vigília a noite toda à luz das tochas, que iluminavam o caminho das almas que retornavam para comemorar junto com os parentes vivos.

Anuário da Grande Mãe

Romã 🍊Nativa da Pérsia Na Grécia, fruta consagrada a Demeter. Na Roma  antiga,  também consagrada a Afrodite por simboli...
28/10/2021

Romã 🍊
Nativa da Pérsia
Na Grécia, fruta consagrada a Demeter.
Na Roma antiga, também consagrada a Afrodite por simbolizar fertilidade.
Simbolizada para os fenícios como o próprio sol. 🌞
💥Anti - inflamatória
💥Rejuvenescedora
💥Alivia os sintomas da menopausa.
💥Rica em cálcio
💥Regenera as células, ajudando contra o câncer de mama.
Na vaporização uterina, além de suas propriedades anti-inflamatoria, ativa o amor próprio e a fertilidade.
Regula o fluxo menstrual.
(Biana Laa)

27/10/2021
20/10/2021

Sagrado feminino

Endereço

Rua Jovita Ana De Jesus 72
Guarulhos, SP
07154100

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