15/06/2026
Entre exames, resultados e cuidados com a saúde, também encontramos histórias que merecem ser contadas. ❤️
Durante uma visita, tivemos a alegria de conversar com o Carlin Carroceiro e ouvir um pouco da sua trajetória, suas lembranças e suas reflexões sobre a vida.
Em um mundo cada vez mais acelerado, dedicar tempo para ouvir quem tem tantas experiências para compartilhar é um presente. Entre uma lembrança e outra, ele contou sobre os tempos em que trabalhou no Rio de Janeiro, em Inhapim e em Ubaporanga. Recordou com detalhes quando comprou, em um ferro-velho no Rio, um Aero Willys por 3 milhões e 500 mil cruzeiros. Disse que rodou muito com o carro até o dia em que sofreu um acidente. O veículo parou em uma árvore, que acabou impedindo que ele caísse no mar.
No meio da conversa, perguntou sobre Boaz e Helena. “Devem estar grandes, né?”, comentou com um sorriso no rosto.
Hoje, ele não trabalha mais desde que sofreu um acidente e precisou até vender o seu b***o. Mas continua carregando consigo algo muito valioso: suas histórias, experiências e memórias de um tempo tão diferente do que vivemos atualmente.
Em certo momento, ele fez uma observação que nos fez refletir: disse que hoje as pessoas ficam muito no celular e já não conversam como antigamente.
E talvez seja justamente por isso que encontros como esse sejam tão importantes. Ouvir quem viveu outras épocas é aprender com experiências que livro nenhum ensina. São histórias que carregam lições, valores e lembranças que merecem ser compartilhadas e preservadas.
Obrigado, Carlin, pela conversa e por nos lembrar da importância de parar um pouco e simplesmente ouvir.