Ena Paula Brito Psicologa

Ena Paula Brito Psicologa Ansiedade e Autocuidado

Você pode começar uma coisa querendo muito.E ainda assim não conseguir sustentar.Não porque não quer.Não porque não tent...
24/08/2026

Você pode começar uma coisa querendo muito.

E ainda assim não conseguir sustentar.
Não porque não quer.
Não porque não tentou.
Mas porque, em algum momento, alguma coisa dentro de você faz você parar.

E quando isso acontece várias vezes, você começa a construir uma conclusão sobre si mesma:
“Eu sou assim.”
“Eu nunca termino nada.”
“Eu não tenho constância.”
“Eu não consigo.”

E o que era um comportamento começa a virar identidade.

É por isso que, no meu trabalho, eu não quero apenas saber o que você não consegue mudar.

Quero entender o que acontece dentro de você quando tenta mudar.

Porque é ali que encontramos o padrão.

E quando você começa a reconhecer esse padrão, pode começar a construir uma resposta diferente.

Não é mágica.
Não é começar outra vez na próxima segunda-feira.
É entender o que faz você parar.

E é justamente esse processo que trabalho na minha mentoria.

Se você está cansada de começar de novo e quer entender o que está por trás desse padrão, preencha o formulário de aplicação no link da minha bio.

24/08/2026

“Eu nunca termino nada.”

Quantas vezes você já disse isso sobre você?

O problema é que uma frase repetida muitas vezes deixa de parecer apenas uma frase.

Ela começa a parecer quem você é.

Você começa algo.

Encontra uma dificuldade.
Pensa “eu sabia”.
Para.

E aquela desistência passa a ser mais uma prova de que você realmente não consegue.

Na próxima tentativa, você já começa desconfiando de si.

É assim que um pensamento pode deixar de ser apenas um pensamento e começar a participar de um padrão.

Por isso, quando você quiser mudar alguma coisa, não olhe apenas para o comportamento.

Olhe para o que você está dizendo para si mesma enquanto tenta.

O que você acredita sobre você quando não consegue?

Essa pergunta pode revelar muito mais do que outra técnica de produtividade.

24/08/2026

Você quer mudar.

Começa animada.

Mas, depois de alguns dias, alguma coisa acontece e você para.

Então vem aquela conclusão:
“Eu não tenho disciplina.”
“Eu não tenho constância.”
“Eu nunca termino nada.”

Só que existe uma pergunta que quase ninguém faz:
O que acontece dentro de você entre o momento em que decide começar e o momento em que desiste?

Porque não é só sobre o que você faz.

É também sobre o que pensa, sente e acredita sobre você enquanto tenta mudar.

Se toda dificuldade vira uma confirmação de que você “não consegue”, cada nova tentativa já começa carregada pela história das anteriores.

E é por isso que eu não acredito em mais uma fórmula para você simplesmente “ter disciplina”.

Eu quero entender o que está fazendo você parar.

É aí que uma mudança mais profunda começa.

Se você se cansou de começar de novo, me acompanhe por aqui. Vou falar mais sobre isso nos próximos conteúdos.

22/08/2026

Uma mensagem sem resposta.

E a sua cabeça já conclui:
“Ela não liga para mim.”
“Eu não sou importante.”
“Ninguém se importa comigo.”

Percebe o que aconteceu?
Um fato virou uma história.
A pessoa não respondeu. Esse é o fato.
O resto são conclusões que sua mente construiu a partir disso.

E quando você repete essa história muitas vezes, ela começa a parecer uma verdade.

Por isso, antes de acreditar imediatamente no que você está pensando, experimente perguntar:
“Que evidências eu tenho de que isso é realmente verdade?”
Não é sobre pensar positivo.

É sobre não transformar uma interpretação em uma verdade absoluta sem antes examiná-la.

Quer aprender a perceber esses pensamentos antes que eles comandem a forma como você se sente? Me siga por aqui.

21/08/2026

Você diz que quer descansar.

Mas quando finalmente tem um tempo livre, arruma alguma coisa para fazer.
Resolve uma pendência.
Responde uma mensagem.
Organiza alguma coisa.
Adianta o que nem precisava ser adiantado.

E chama isso de “não consigo parar porque tenho muita coisa para fazer”.

Só que existe uma diferença entre não ter tempo para descansar e não conseguir descansar quando tem tempo.

Quando sua identidade foi construída em torno de cuidar, resolver e produzir, f**ar sem fazer nada pode começar a parecer culpa, desperdício ou até desconforto.

E é aí que o descanso deixa de ser uma questão de agenda.

Passa a ser uma questão de como você aprendeu a se relacionar com você mesma.

Você não precisa esperar a vida f**ar tranquila para começar a cuidar de si.

Precisa aprender a não se abandonar justamente quando finalmente pode parar.

Se você se reconheceu aqui, o link para conversar comigo está na minha bio.

Você passa tanto tempo tentando f**ar bem que, às vezes, nem percebe o que está tentando não sentir.A tristeza aparece e...
21/08/2026

Você passa tanto tempo tentando f**ar bem que, às vezes, nem percebe o que está tentando não sentir.

A tristeza aparece e você se distrai.
A raiva aparece e você tenta esquecer.
A ansiedade aparece e você ocupa a cabeça.

Mas uma emoção não desaparece só porque você decidiu não olhar para ela.

Antes de fugir, evitar ou tentar fazer passar, experimente perguntar:
“O que está acontecendo comigo?”

Essa pequena pausa pode ser o começo de uma relação diferente com aquilo que você sente.

E é exatamente isso que estamos fazendo no Pílulas de Autoamor.

15 DIAS PARA APRENDER A IDENTIFICAR O QUE VOCÊ SENTE.

Todos os dias, uma pequena pausa para você se observar, entender melhor suas emoções e fortalecer sua Reserva de Vitalidade, caminhando do autoabandono ao autoamor.

É gratuito e você pode começar hoje.

Entre pelo link da minha bio e vem fazer esses 15 dias comigo.

20/08/2026

Uma situação pode ter acontecido uma vez.

Mas a história que você conta para si sobre ela pode continuar acontecendo todos os dias.

“Ele fez isso porque não se importa comigo.”
“Ela fez aquilo para me atingir.”
“Eu sabia que não podia confiar.”

Você repete.
Lembra.
Interpreta.
Revive.
E a emoção volta.

Não signif**a que o que aconteceu não tenha sido importante ou que você precise fingir que não se machucou.

Signif**a que vale separar duas coisas:
o que aconteceu
e
o que você concluiu sobre o que aconteceu.

Na TERAPIA, aprender a questionar essas interpretações pode ajudar você a enxergar uma situação de uma forma mais realista e funcional.

Então, quando uma situação antiga voltar à sua cabeça, experimente perguntar:
“O que aconteceu de fato e o que eu estou concluindo sobre isso?”

Se você quer aprender a olhar para seus pensamentos e emoções de uma forma diferente, me segue por aqui. Vou trazer mais conteúdos para te ajudar a fazer isso na prática.

20/08/2026

Você pega o celular para responder uma mensagem.

Depois, só para dar uma olhadinha.

Mais uma coisa.

Mais um vídeo.

Mais alguns minutos.

E, quando percebe, passou mais uma parte do seu dia na tela.

O problema não é simplesmente usar o celular.

É quando ele começa a ser a sua saída automática para o tédio, a ansiedade, a solidão, a preocupação ou aquele incômodo que você não quer sentir.

Porque, se toda vez que algo aparece dentro de você a tela entra para ocupar esse espaço, você nunca f**a tempo suficiente em silêncio para perceber o que está acontecendo.

Por isso, da próxima vez que pegar o celular sem nem saber por quê, faça uma pausa e pergunte:

O que eu estava sentindo antes de pegar o celular?

Essa resposta pode revelar muito sobre o seu comportamento.

Isso acontece com você? Me conta nos comentários: em qual momento você mais pega o celular no automático?

Se você está com raiva, não faça nada.Não responda a mensagem.Não mande aquele áudio.Não tome aquela decisão.Primeiro, s...
19/08/2026

Se você está com raiva, não faça nada.

Não responda a mensagem.
Não mande aquele áudio.
Não tome aquela decisão.

Primeiro, sinta a raiva.

Depois, entenda o que ela está te mostrando.

Porque sentir raiva não signif**a que você precisa agir a partir dela.

Você não controla a emoção.

Mas pode escolher o que faz enquanto ela está aí.

E, quando a emoção baixar, você pode olhar para a situação com mais clareza e decidir como quer agir.

Se você percebe que muitas vezes reage tomada pela emoção e depois se arrepende, quero conhecer o que você está vivendo.

Escreva “EU QUERO” nos comentários e eu te envio o link do formulário de aplicação.

19/08/2026

A mesma situação.

Dois pensamentos.

E duas experiências emocionais diferentes.

Seu marido chega em casa e passa direto por você.
Você pensa:
“Ele está bravo comigo.”

Você f**a chateada, insegura, irritada.

Mas poderia pensar:
“Ele deve estar preocupado com alguma coisa.”

A situação continua sendo a mesma.

O que mudou foi a interpretação.

É isso que trabalhamos na TERAPIA: aprender a perceber os pensamentos que aparecem diante das situações e questionar se eles são realmente a melhor explicação para o que aconteceu.

Não é fingir que está tudo bem.
Não é pensar positivo.
É buscar uma forma de pensar mais realista e funcional.

E isso pode mudar a maneira como você se sente e como escolhe agir.

Se você quer aprender a olhar para seus pensamentos e emoções de uma forma diferente, me segue por aqui. Vou te mostrar, nos próximos conteúdos, como começar a fazer isso na prática.

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