Projeto Elas Merecem

Projeto Elas Merecem Psicologia on-line, ética e acessível para mulheres.

Quem pode prover o cuidado no seu lugar? 💁🏽‍♀️Quem pode oferecer a segurança que você sustenta?Quem pode assumir o peso ...
17/05/2026

Quem pode prover o cuidado no seu lugar? 💁🏽‍♀️

Quem pode oferecer a segurança que você sustenta?
Quem pode assumir o peso da sobrevivência que hoje repousa sobre os seus ombros?
Quem pode ocupar o lugar da vigilância constante que você mantém para que tudo continue funcionando?

Talvez ninguém possa.

E ainda assim, sem você, a vida seguiria para os demais.

Existe algo brutal em perceber isso. Porque passamos anos acreditando que o mundo depende exclusivamente da nossa exaustão. Como se descansar fosse irresponsabilidade, desejar felicidade fosse egoísmo e viver para além da sobrevivência fosse um privilégio que não merecemos alcançar como pessoas.

Mas cada aniversário também é um lembrete silencioso: nossa vida tem prazo! O tempo continua passando, independentemente do quanto nos sacrificamos.

Então me pergunto: o seu sofrimento é realmente uma necessidade inevitável… ou uma escolha traumática que você aprendeu a repetir para se sentir necessária?

Porque se a vida seguirá mesmo sem você, talvez esteja na hora de parar de adiar a sua própria existência. Não deixe sua vida ser interrompida antes de finalmente permitir que a sua história aconteça.

Busque saúde e felicidade, você merece! 💜

Todo dia é uma nova chance para escolher a sua saúde mental rainha 🫅🏾 Você merece! 💁🏽‍♀️💜✨
14/05/2026

Todo dia é uma nova chance para escolher a sua saúde mental rainha 🫅🏾

Você merece! 💁🏽‍♀️💜✨

Esse é o nosso projeto, se você quiser conhecer… 💁🏽‍♀️Fortalecendo mulheres porque Elas Merecem 💜✨RT: Thaís Soares de Ca...
14/05/2026

Esse é o nosso projeto, se você quiser conhecer… 💁🏽‍♀️

Fortalecendo mulheres porque Elas Merecem 💜✨

RT: Thaís Soares de Carvalho
CRP: 05.56494

⚠️Maternidade no centro da desvalorização da trabalhadora: por que o Brasil paga menos pelo trabalho quando ele é realiz...
01/05/2026

⚠️Maternidade no centro da desvalorização da trabalhadora: por que o Brasil paga menos pelo trabalho quando ele é realizado por uma mulher?

A partir da análise de uma reportagem da BBC News Brasil, que examina transformações recentes na vida das mulheres brasileiras com base em dados do IBGE, é possível deslocar o debate sobre desigualdade salarial para além de explicações individualizantes e compreender sua dimensão estrutural. A matéria evidencia uma contradição central: mulheres estudam mais e ampliam sua participação no mercado de trabalho, mas permanecem em posições de menor remuneração e reconhecimento.
Nesse contexto, a maternidade emerge como operador central dessa desigualdade. Não se trata de um evento privado, mas de uma categoria social que reorganiza o tempo, a inserção laboral e as possibilidades de ascensão. A penalização da maternidade revela como o trabalho reprodutivo — cuidado, manutenção da vida e gestão doméstica — segue naturalizado como responsabilidade feminina, permanecendo invisível às métricas econômicas.
A “dupla jornada” não é um acúmulo eventual, mas a expressão de uma economia sustentada por trabalho não pago. Ao desconsiderá-lo, o mercado reproduz desigualdades ao pressupor uma disponibilidade de tempo que não é distribuída de forma equitativa.
As barreiras à ascensão profissional, frequentemente descritas como “teto de vidro”, articulam-se a uma ordem simbólica que associa liderança ao masculino e o feminino ao cuidado, sustentando a desigualdade material.
Quando atravessada por raça, essa dinâmica se intensifica. Mulheres negras permanecem concentradas nas ocupações mais precarizadas, evidenciando que gênero, classe e raça operam de forma interdependente.
Assim, a desigualdade salarial no Brasil não é uma distorção pontual, mas resultado de uma organização social que depende da desvalorização do trabalho feminino para se reproduzir.

📌referências no comentário fixado!

🚨🚨🚨Enquanto o projeto de lei descansa na gaveta de Hugo Motta, o ódio contra nós segue trabalhando em regime de urgência...
08/04/2026

🚨🚨🚨Enquanto o projeto de lei descansa na gaveta de Hugo Motta, o ódio contra nós segue trabalhando em regime de urgência!

Ao adiar a votação da lei contra a m1s0g1n14 para depois das eleições, a liderança da Câmara não está apenas “ajustando a agenda”; está emitindo uma licença temporária para o 0d10.

A desculpa?

👉🏽 Uma campanha digital que grita que proteger mulheres é “censurar homens”. 🤡

Mas a antropologia explica o que está por trás desse pânico. Confira a minha análise técnica sobre o adiamento orquestrado pela presidência da Câmara:

1️⃣ A Inversão do Agressor: Segundo a filósofa Kate Manne (2020), a misoginia funciona como um sistema de policiamento. Quando grupos afirmam que a lei é “censura”, eles estão defendendo o que Pierre Bourdieu (2012) chama de Violência Simbólica. Eles não temem a falta de liberdade; temem perder o poder de humilhar e silenciar mulheres sem sofrer consequências.

2️⃣ O 0d10 como Estratégia Eleitoral: Por que 2027? Porque em 2026 temos eleições. Como aponta Flávia Biroli (2016), a m1s0g1n14 digital é uma ferramenta de exclusão política. Manter a internet sem lei durante as eleições garante que candidatas mulheres continuem sendo alvo de ataques coordenados, preservando o poder nas mãos de quem já o detém!

3️⃣ A Economia da Hostilidade: Antropólogas como Letícia Cesarino (2022) mostram que o algoritmo lucra com o conflito. A “manosfera” mobiliza esse pânico moral de “censura” para manter a impunidade digital, transformando o 0d10 de gênero em engajamento e capital político.

📌O recado do Congresso foi dado e ele é amargo: a nossa segurança é moeda de troca⁉️

(Fontes no comentário fixado 👈🏾)

O que você achou dessa “prioridade” do nosso Congresso?

Prezada .orix , você sabe o proporcionou para todas nós, mulheres brasileiras⁉️Você tem noção do que a sua vitória signi...
08/04/2026

Prezada .orix , você sabe o proporcionou para todas nós, mulheres brasileiras⁉️

Você tem noção do que a sua vitória significa para todas nós, mulheres negras, mulheres de periferia, mulheres de territórios desafiadores, que vivemos sufocadas por notícias ruins todos os dias?

Nós queremos te agradecer, devemos. Obrigada por não ter deixado sua voz se apagar no caminho entre Cachoeira Porteira, em Oriximiná, e os grandes centros acadêmicos. Quando soubemos que você se tornou a primeira professora quilombola da UFOPA, algo em nós também se fortaleceu. 🎓🌿

Sua trajetória é o maior manifesto de feminismo negro que poderíamos ler em 2026. Você não é “apenas” uma Doutora em Antropologia com passagens pela ONU e pela UNESCO; você é a prova viva de que a nossa intelectualidade é imparável e que o nosso saber tem lugar no topo.

Disseram por séculos que o lugar das mulheres de comunidades tradicionais era ser “objeto de estudo”. Você foi lá e subverteu a lógica: tornou-se a mestre, a pesquisadora e a autoridade que hoje assina os mapas e representa os direitos do seu próprio povo. ✍🏾🗺️

Juliene, quando você ocupa essa cadeira de professora na universidade, você leva consigo o cheiro da mata, a força das nossas ancestrais e a esperança das meninas negras que, antes de você, não tinham em quem se espelhar na cátedra acadêmica local.

Obrigada por carregar o nosso território na sua caneta! Por transformar o seu pós-doutorado em uma ferramenta de fortalecimento para todas nós. Por você, o quilombo não é só resistência; o quilombo é ciência, é doutorado e é orgulho nacional! 👣🔥

Ocupa tudo, Dra. Juliene. O presente é seu, mas a alegria de ver uma de nós vencendo assim é o que nos mantém de pé! ✊🏾✨

Com admiração e profundo respeito,
Em nome de todas as mulheres que caminham um pouco mais felizes por causa de você. 🫂

(📌Link da fonte na legenda👇🏽)

Psicóloga Thaís Soares de Carvalho
CRP: 05.56494
RT do projeto Elas Merecem ✨

🚫 Não trabalho por interesse em um fã clube, quero impactar o acesso das mulheres ao cuidado em saúde mental no país! 🇧🇷...
06/04/2026

🚫 Não trabalho por interesse em um fã clube, quero impactar o acesso das mulheres ao cuidado em saúde mental no país! 🇧🇷✊🏽

Trabalhar mais de 16 horas por dia durante mais de um ano não é um troféu de produtividade que eu exibo para receber aplausos. Na verdade, esse feito não me motivaria o bastante para mudar toda a minha vida radicalmente. O que me faz abrir mão do repouso tem outro nome: propósito. 🤎

O projeto Elas Merecem é sério, responsável, ético e, acima de tudo, ele não sou eu. Ele é um organismo vivo, muito maior do que a minha figura.

Hoje, ao ver mais de 1.000 mulheres realizando acompanhamento com as psicólogas da nossa rede, eu tenho a prova real do poder da união feminina. Esse é o impacto de fazer a diferença naquilo que realmente importa. 👍🏽

Eu acredito profundamente que posso ser instrumento de Deus na vida de muitas pessoas. Sou fruto do investimento deste país na minha educação, e cada programa de ensino que acessei me preparou para este momento. Retribuir isso ao meu povo não é um favor, é a minha missão.

Por isso, peço desculpas por prezar pela lei, pelo respeito e pela seriedade no meu trabalho. Eu nem lamento por quem espera que eu caiba em uma caixa de expectativas. Eu não quero agradar ninguém. Eu prefiro gastar a minha energia mudando vidas e democratizando a oportunidade de cuidado a quem deseja e pode ser cuidada.

Se você também acredita que não dá para ser feliz e agradar a todo mundo, curte e comenta aí para que este post chegue até aquela mulher que, hoje, está exausta de agradar o mundo e precisa começar a cuidar de si. 👇🏼😉

31/03/2026

Você está percebendo esse Adoecimento social? 😢

👉🏽 A v10l3nc14 contra mulheres no Brasil deve ser compreendida como fenômeno estrutural, inscrito nas relações sociais e na organização simbólica de gênero. Não se trata de eventos isolados, mas de uma dinâmica persistente que articula poder, controle e produção de sofrimento.

Do ponto de vista da antropologia da saúde, esses episódios expressam processos de adoecimento social. Além disso, análises sobre v10l3nc14 de gênero evidenciam que essas práticas estão ancoradas em estruturas sociais que produzem e reproduzem desigualdades, operando como mecanismos de controle e dominação sobre os corpos femininos (IPEA, 2023).

❌ Essas verdadeiras cenas, que parecem saídas de “filmes de terror”, simultaneamente denunciam fenômenos social, político e de saúde pública. A saúde das mulheres é historicamente destruída por ataques sucessivos que sempre foram minimizados diante de nossos olhos (FOLHA DE S.PAULO, 2026).

Agora estamos no ano de 2026 e novos sopros rumam nossos destinos políticos de existência como mulheres. 👉🏽 Mas nada disso vai funcionar sem o seu despertar! 🚨
Basta de tolerância quanto à manutenção desse status quo que constroe as mulheres no lugar de vítimas, extremamente pobres e extremamente exploradas em carga de trabalho diário para sustentar a sociedade brasileira (RASEAM 2025).

Por isso, o grito de vigilância é urgente ‼️

👉🏽 Entenda, mulher, você vive em um tempo que, como no de nossas ancestrais, não é desenhado para seu bem-estar social. Você precisará se manter vigilante e buscar o quanto antes seu fortalecimento psicológico, seu autocuidado é lutar pela sua vida.
Se cuide,

🌸✨ Você Merece viver com dignidade, felicidade e segurança!

(Fontes no comentário fixado👇🏽)

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