16/04/2025
Você sabia que mais de 85% das crianças autistas possuem níveis insuficientes de vitamina D? Essa vitamina não é importante apenas para os ossos, mas também desempenha um papel fundamental no desenvolvimento do cérebro.
Estudos recentes publicados na Nature (2024) apontam que a deficiência de vitamina D pode interferir no metabolismo cerebral. Isso significa que processos essenciais, como a produção de serotonina, a regulação da inflamação e o controle do estresse oxidativo, podem ser impactados – fatores cruciais para o bem-estar neurológico.
Além disso, em um estudo realizado em 2025, crianças autistas com deficiência de vitamina D apresentaram 1,65 vezes mais risco de desenvolver sintomas graves, como irritabilidade, distúrbios do sono e hiperatividade.
A boa notícia é que ensaios clínicos já demonstraram que a suplementação supervisionada dessa vitamina pode melhorar o sono, a atenção e o comportamento dessas crianças.
Esse cenário reforça a importância de uma avaliação cuidadosa e personalizada no acompanhamento clínico de crianças autistas e com TDAH. Monitorar e corrigir a deficiência de vitamina D é uma medida simples, segura e acessível — que pode transformar vidas!