Clínica Viver

Clínica Viver Clínica médica e terapêutica. Oferece as especialidades: Psiquiatria, Psicologia, Nutrição, Pne

Viver espaço médico e terapêutico é uma clínica com profissionais especializados, nas áreas:

- Psiquiatria.
- Psicologia.
- Nutrição
- Pneumologia
- Ortopedia

- Dra. Ana Carolina Carvalho Cardoso, Psiquiatra (CRM: 15402 RQE:9262).
- Iana Maíra Sandri, Psicóloga (CRP: 09\005166).
- Bruna Tervizoli Ferraz Lobo, Psicóloga (CRP: 09\8665).
- Dr. Guilherme Chaves Cunha, Ortopedista E Traumatologista

(CRM: 16900).
- Dra. Ana Paula Gouveia Mendes, Pneumologista (CRM: 12.246).
- Lorena Alves Martins, Nutricionista (CRN: 9412). Excelência no atendimento, saúde física e mental para um VIVER com qualidade.

Na Clínica Viver, você encontra diversas especialidades reunidas para cuidar de você e da sua família com atenção integr...
19/09/2025

Na Clínica Viver, você encontra diversas especialidades reunidas para cuidar de você e da sua família com atenção integral:

✅ Psiquiatria
✅ Ortopedia
✅ Endocrinologia
✅ Pneumologia
✅ Psicologia – Psicanálise
✅ Psicologia – Terapia Cognitivo-Comportamental
✅ Cirurgia Vascular

Tudo em um só lugar, com profissionais dedicados ao seu bem-estar. 💜

📲 Marque sua consulta pelo
(64) 3636 - 5043
(64) 3636 - 8831

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar do corpo.A Dra. Ana Carolina Cardoso, médica psiquiatra, está à di...
19/09/2025

Cuidar da saúde mental é tão importante quanto cuidar do corpo.
A Dra. Ana Carolina Cardoso, médica psiquiatra, está à disposição para acolher e orientar você em cada etapa desse cuidado. 💜

📲 Agende sua consulta pelo WhatsApp: (64) 9 9626-1991
📍 Clínica Viver – R. Mineiros, 2040, Jataí-GO

Se Reinvente para 2018É hora de viver o novo, de inventar e reinventar, provar o novo de novo e mais uma vez novos gosto...
26/12/2017

Se Reinvente para 2018

É hora de viver o novo, de inventar e reinventar, provar o novo de novo e mais uma vez novos gostos, novos sabores, novos hábitos, lugares e pessoas. Aprendendo com erros e acertos.

Quem não se reinventa por medo de errar ou por achar que é mais seguro permanecer em uma zona de conforto se congela e faz com que os dias se tornem mornos, beges e sem gosto.

Vivemos numa era de desumanização e incertezas, num mundo dominado pelo imediatismo e tecnologias. Tudo isso traz ansiedade e desequilíbrio.

Você é resultado da soma de vários valores, conhecimentos, traumas e de outras coisas que de alguma forma vieram até você e muitas vezes sem questioná-las, toma como verdades absolutas. Será mesmo que tais verdades não passam apenas de um ponto de vista cômodo?

Na zona de conforto a pessoa não sente medo, porém há diminuição de perspectiva de vida e insatisfação crônica. É no apego ao conhecido é que habita a prisão confortável. E será que existe prisão confortável?

A felicidade carece de movimentação constante, o desconforto é temporário porque temos uma capacidade enorme de aprendizagem e adaptação.

Reviva boas amizades, boas viagens, crie novas memórias, ande de mãos dadas com a felicidade e se arrisque o quanto quiser para encontrar seu caminho.

Quando você sai da sua zona de conforto, cresce como pessoa, é se descobrir novamente a cada dia, criando novas e melhores versões de si mesma.

Luzia Menezes Assis,
Psicóloga Clínica - CRP 9/2705
Atende na Clínica Viver.
(64) 3636-5043

Boas festas a todos!
24/12/2017

Boas festas a todos!

O Diabetes mellitus tipo 2 uma doença crônica e complexa, que exige um tratamento contínuo e com estratégias diversas a ...
21/12/2017

O Diabetes mellitus tipo 2 uma doença crônica e complexa, que exige um tratamento contínuo e com estratégias diversas a fim de reduzir não somente a glicemia como também outros fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

Dentro do plano terapêutico, fortes evidências demonstram que o tratamento da obesidade pode impedir a progressão de pré-diabetes para Diabetes mellitus tipo 2, assim como ter papel importante no controle metabólico de pacientes portadores de diabetes mellitus e com aumento de peso.

Os estudos apontam que a cirurgia bariátrica/metabólica pode facilitar a obtenção de controle glicêmico adequado, assim como a melhora de outros fatores de risco cardiovascular. Embora sejam necessários estudos que demonstrem os benefícios em longo prazo com essa modalidade terapêutica, já existem evidências clínicas que permitem incluir a cirurgia entre as opções terapêuticas para o Diabetes mellitus tipo 2 e a obesidade.

Assim, a cirurgia bariátrica já é uma recomendação para o tratamento do paciente com obesidade grau 3 (IMC > 40 Kg/m2) e Diabetes mellitus tipo 2 independente do grau de controle. A mesma recomendação é válida para pacientes com obesidade grau 2 (IMC 35-39,9 Kg/m2) com controle glicêmico inadequado, com medidas de incentivo a mudança de estilo de vida e da terapia clínica mais adequada.

Recentemente a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e a Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (ABESO) emitiram um posicionamento quanto à realização da cirurgia metabólica no paciente diabético com algumas ressalvas.

As sociedades clínicas brasileiras reconhecem que o procedimento cirúrgico pode ser uma alternativa para o tratamento de pacientes portadores de Diabetes mellitus tipo 2 e obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35 kg/m2).

⚠No entanto:

📌a escolha do paciente ideal para esse procedimento ainda é incerta pela inexistência de protocolos de pesquisa validados;

📌os estudos atuais não mostram com clareza qual o perfil do paciente que obterá maior benefício terapêutico com o procedimento cirúrgico;

📌o número de pacientes submetidos ao procedimento cirúrgico em estudos clínicos randomizados ainda é muito pequeno, e com tempo de seguimento inferior a cinco anos, sem que haja dados consistentes sobre riscos do procedimento (deficiência nutricionais, fraturas, etc) ou sobre desfechos (doença cardiovascular ou mortalidade).

Outro ponto importante é que, tanto a cirurgia bariátrica quanto a cirurgia Metabólica não retiram a necessidade de dieta e atividade física como tratamento.

Todo paciente precisa ser muito bem informado disto, pois se ele não adere ao tratamento clínico (não toma os medicamentos corretamente, não cuida da alimentação e não faz exercícios físicos), fazer uma cirurgia metabólica simplesmente não resolverá a situação.

Dra. Mariana Carvalho Garcia
Endocrinologista - CRM 16386 / RQE: 11097
Atende na Clínica Viver.
(64) 3636-5043

Cantora pop Demi Lovato fala abertamente sobre saúde mental. Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar.
15/12/2017

Cantora pop Demi Lovato fala abertamente sobre saúde mental. Ela foi diagnosticada com transtorno bipolar.

Vem sendo cada vez mais comum o atendimento de mulheres que fizeram avaliação dos níveis de testosterona, com resultados...
30/11/2017

Vem sendo cada vez mais comum o atendimento de mulheres que fizeram avaliação dos níveis de testosterona, com resultados baixos, e por vezes até fazendo uso da mesma.

Entretanto, algumas orientações baseadas em posicionamentos de diferentes entidades médicas europeias e americanas devem ser enumeradas:

1. Os métodos de dosagem de testosterona nas mulheres não são confiáveis, uma vez que esses métodos foram desenvolvidos para dosagem de testosterona masculina (3 a 10 vezes superior ao das mulheres);

2. Algumas situações que cursam com redução dos níveis de testosterona, por exemplo, pacientes que retiraram os ovários, não há sintomas ou sinais clínicos que possam ser atribuídos à redução da testosterona (cansaço, redução de massa muscular ou libido).

Na grande maioria das vezes o uso de testosterona tem por objetivo: aumento de massa muscular, redução de cansaço, maior aptidão física, excitação e aumento de libido.
Esse uso, porém, envolve diversos riscos, entre eles:

- alterações no colesterol;
- acne (“espinhas”);
- queda de cabelos;
- engrossamento da voz;
- aumento de pêlos corporais;
-maior isco de diabetes;
- aumento da pressão arterial;
- aumento do risco de câncer de mama e endométrio;
- toxicidade no fígado.

Portanto, as recomendações atuais são claras quando se referem que a dosagem de testosterona em mulheres só tem valor na investigação de hiperandrogenismo, que é o excesso de testosterona.

As mulheres apresentam naturalmente níveis mais baixos de testosterona que os homens e os métodos de dosagem laboratorial não os identificam de forma fidedigna.

Além disso, não há estudos que garantam a segurança do uso de testosterona em mulheres, e não há dose segura!

Dra. Mariana Carvalho Garcia
Endocrinologista - CRM 16386 / RQE: 11097
Atende na Clínica Viver.
(64) 3636-5043

Como você faz suas escolhas amorosas?A todo momento estamos fazendo escolhas na vida. Historicamente optamos pelo mais f...
28/11/2017

Como você faz suas escolhas amorosas?

A todo momento estamos fazendo escolhas na vida. Historicamente optamos pelo mais fácil, e muitas vezes escolhemos o que os outros escolhem, por isso nos decepcionamos com frequência.

Repetimos diversas vezes nossos padrões familiares e crenças limitantes que fomos internalizando ao longo do nosso processo educacional. Aprendemos que para sermos amados deveríamos ser fiéis a esses ditos. Nem sempre questionamos se essas heranças nos fazem felizes ou não.

Por trás de nossas escolhas amorosas existe uma complexa trama de afetos, memórias e ideais, isso se dá a partir da forma como se estabeleceu a relação amorosa com os pais. Não tem problema escolher alguém com traços da mãe ou do pai, o mais importante é estabelecer uma relação sadia, mais para o lado da satisfação que do sofrimento.

Quando parece haver um padrão, que a pessoa reproduz o que a faz sofrer, entende-se que algo na formação dos seus afetos, foi frustrado e como forma de evitar o luto, diminuir a angustia e calar o sofrimento frente às perdas e decepções afetivas, segue a vida com o mesmo padrão de relacionamento, mais da mesma conhecida e saturante infelicidade.

A chave para sair dessa tendência de entrar sempre numa relação com a pessoa errada é ter um maior conhecimento de si mesmo, de sua verdadeira forma de ser e de suas reais necessidades psíquicas e afetivas.

Conhecer e interpretar os sinais que o inconsciente nos dá nem sempre é uma tarefa fácil. E diversas técnicas da psicanálise podem ajudar a desvenda-los.

Luzia Menezes Assis,
Psicóloga Clínica - CRP 9/2705
Atende na Clínica Viver.
(64) 3636-5043

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não é algo exclusivo das crianças.  Hoje acredita-se que cerc...
22/11/2017

O Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) não é algo exclusivo das crianças.

Hoje acredita-se que cerca de 50% das pessoas que apresentaram TDAH na infância irão manter o transtorno na idade adulta, independente de terem feito ou não o tratamento.
Mas é importante lembrar que o contrário não ocorre. Trata-se de um transtorno com início na infância, portanto, o que pode ocorrer é um prolongamento dos sintomas na fase adulta .
Esses sintomas quando não tratados levam a um impacto negativo muito grande na qualidade de vida.

ATENÇÃO, ter TDAH não é só ter dificuldade pra estudar ou esquecer aonde guardou as coisas de vez enquando por estar sobrecarregado. TDAH é algo complexo que interfere muito na qualidade de vida do indivíduo em vários aspectos.
Sintomas frequentes:
- Redução de performance ocupacional, esquecer compromissos importantes;
- Dificuldade de iniciar e finalizar projetos;
- Tomar decisões de forma impulsiva, o que pode gerar muitos conflitos nos relacionamentos;
- Dirigir de forma distraída ou em alta velocidade e se envolver em acidentes ou receber muitas multas de trânsito;
- Atrasos frequentes para o trabalho, faculdade, eventos sociais;
- Muita dificuldade para seguir regras ou instruções;
- Procrastinação. Sempre deixar tudo para depois;
- Dificuldade em manter-se no trabalho ou na faculdade;
- Falta de concentração e organização;
-Esquecimentos constantes;
-Falta de planejamento.

Nunca é tarde para mudar, busque uma qualidade de vida melhor .
Se os sintomas descritos aqui soam semelhantes ao que você ou alguém que gosta apresenta, procure um médico especialista e converse sobre o assunto.
O diagnóstico é clinico, ou seja, feito através da consulta médica mas podem ser necessários alguns exames para excluir outras causas de tais sintomas.

Dra. Ana Carolina C. Cardoso
Médica Psiquiatra - CRM 15.402 / RQE:9262
Atende na Clínica Viver.
(64) 3636-5043

É possível ter uma vida longa,feliz e saudável mesmo sendo DIABÉTICO. Tenha boas orientações e aprenda a conviver com a ...
14/11/2017

É possível ter uma vida longa,feliz e saudável mesmo sendo DIABÉTICO. Tenha boas orientações e aprenda a conviver com a doença, transformando em mais um motivo para cuidar da sua saúde.

Endereço

R. Mineiros, 2040/Samuel Graham
Jataí, GO
75804-050

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