07/09/2026
PROFISSIONALISMO E ÉTICA NÃO ESTÃO NA QUANTIDADE DE APARELHOS OU NA FUMAÇA PRODUZIDA.
Estão no domínio da técnica, no controle da temperatura, na avaliação do histórico químico e, principalmente, no respeito ao limite de cada cabelo.
Nem sempre mais calor, mais tração, mais passadas de prancha e mais ferramentas significam um cabelo mais liso ou um procedimento mais eficiente. Dependendo da temperatura e do tempo de exposição, o cabelo pode sofrer danos importantes.
Quando uma fonte intensa de calor entra em contato com o cabelo, a água presente em seu interior pode se transformar rapidamente em v***r e formar pequenas bolhas dentro do fio. Essa alteração é conhecida como bubble hair e pode deixar o cabelo mais frágil, áspero e suscetível à quebra.
O calor excessivo e repetitivo também pode provocar o chamado corte térmico. Quando esse dano se soma a descolorações, alisamentos ou outras químicas que já sensibilizaram o cabelo, o risco de uma quebra intensa aumenta ainda mais.
Isso não significa que podemos julgar a segurança dos procedimentos apenas por essas imagens. Não conhecemos os produtos, as temperaturas ou os protocolos utilizados em cada cena. O vídeo, porém, abre uma reflexão importante: um resultado estético imediato nunca deveria custar a saúde e a resistência do cabelo.
Mais calor não significa mais resultado. Técnica também é saber quando parar.
Agora me conta: qual dessas cenas mais deixou você aflita? Envie este vídeo para aquela amiga que também levantaria da cadeira!
Créditos do vídeo original: Hairmaster Kim.