09/09/2026
A aluna não estava espiritualmente sozinha.
Era uma aula ao vivo, como tantas outras. Até que, no meio dela, algo se manifestou através de uma das participantes. Uma voz que dizia que a vida era difícil demais, que não valia a pena seguir estudando espiritualidade, porque quanto mais ela buscava, mais a vida parecia piorar.
Quando a professora Patrícia perguntou quantos estavam ali, por trás daquele sofrimento, a resposta veio: 500.
E aqui está o que torna esse momento tão bonito. A Patrícia não lutou. Não expulsou. Não tratou aquilo como inimigo.
Ela acolheu.
“Vocês são bem-vindos. Todos que viveram a vida difícil. Eu amo vocês. Eu vejo vocês.” (E a Apometria continuou…)
E foi o amor, o acolhimento, que desmanchou a escuridão. Não a força. Não o combate. O reconhecimento.
Porque, no fundo, o que estava ali era dor. Presenças que um dia foram gente, que viveram vidas difíceis, e que só queriam ser vistas. Exatamente como acontece numa constelação, quando aquilo que foi excluído volta pedindo um lugar, e é o olhar com amor, não a rejeição, que traz a paz.
É isso que une a apometria à constelação na água, à hipnose, a todas as terapias sistêmicas que ensinamos: a compreensão de que o que se acolhe se transforma, e o que se rejeita, insiste. Cada ferramenta olha para uma camada diferente. Mas todas partem do mesmo princípio, o amor que inclui é o que cura.
A apometria é uma dessas ferramentas. E ela pode somar ao trabalho que você já faz, alcançando camadas que, sozinhas, as outras abordagens não chegam.
Neste sábado, 12/09, acontece a nossa Imersão em Apometria. Um dia para você conhecer, na prática, essa forma tão poderosa e tão amorosa de cuidar do invisível.
As inscrições estão no link da bio. Vem com a gente! 🥰😉