Dra Laura Gomes Valli

Dra Laura Gomes Valli Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Dra Laura Gomes Valli, Medicina e saúde, Avenida Dona Manoela Lacerda Vergueiro, 200, Jundiaí.

03/09/2026

A criança desmaiou, teve movimentos no corpo e fez xixi na roupa.

Para muita gente, esse último detalhe parece confirmar:
“Então foi uma crise epiléptica.”

Mas não é tão simples, isso também pode acontecer em episódios que NÃO são epilepsia.
Ou seja: fazer xixi durante um evento pode chamar atenção, mas não fecha o diagnóstico.

Na neurologia, a pergunta mais importante não é apenas:
“Fez xixi?”

É entender o que aconteceu antes, durante e depois do episódio.

Porque um detalhe pode parecer decisivo e não ser.

💾 Salve este post. Essa informação pode evitar muita confusão diante de um episódio de perda de consciência.

🧠 Quando entendemos o cérebro, aprendemos a interpretar os sinais no contexto

02/09/2026

Criança que precisa se movimentar não precisa ouvir “f**a quieto” o dia inteiro.

Muitas vezes, funciona melhor oferecer brincadeiras em que ela possa se movimentar com um objetivo: esperar, seguir uma regra, lembrar um comando, parar e recomeçar.

E um lembrete importante: ser muito ativo não signif**a, sozinho, ter TDAH.

A ideia não é “cansar” a criança. É encontrar formas mais inteligentes de direcionar essa energia.

💾 Salve para testar essas brincadeiras em casa.
📩 E envie para quem vive dizendo: “essa criança não para!”

31/08/2026

Um movimento rápido. Depois outro. E mais outro…

À primeira vista, pode parecer apenas um susto ou um movimento normal do bebê.
Mas quando esses movimentos aparecem repetidamente, em sequência, especialmente ao acordar, precisamos pensar em espasmos infantis.

Eles são um tipo de crise epiléptica e precisam de avaliação rápida, porque o tratamento precoce pode fazer diferença para o desenvolvimento da criança.

📱 Percebeu movimentos parecidos? Grave um vídeo e mostre ao médico.

💾 Salve este post.
📩 E compartilhe com quem convive com um bebê.

🧠 Quando entendemos o cérebro, aprendemos a reconhecer sinais que não podem esperar.

25/08/2026

Nem toda criança agitada tem TDAH. E nem todo TDAH se resume à agitação.

A agitação é um comportamento que pode ter muitas causas: desenvolvimento esperado para a idade, temperamento, privação de sono, ansiedade, autismo, dificuldades de aprendizagem ou, sim, TDAH.

Por isso, o diagnóstico não começa pela agitação. Ele começa entendendo por que aquela criança se comporta dessa forma.

Na medicina, sintomas levantam hipóteses. O diagnóstico exige contexto, história clínica e avaliação cuidadosa.

💜 Quanto mais entendemos o cérebro, maiores são as oportunidades de desenvolvimento.

Você já associou agitação ao TDAH? Me conte nos comentários.

20/08/2026

Ninguém nasce sabendo conduzir uma crise de autismo.

E, ainda assim, muitos pais se cobram como se devessem saber exatamente o que fazer.

A verdade é que agir por impulso, no desespero ou seguindo conselhos aleatórios costuma aumentar a insegurança e a culpa.

Foi ouvindo essas famílias no consultório que desenvolvi o Protocolo Autismo: Crise Sob Controle: um guia prático para ajudar pais a compreenderem o que acontece antes, durante e depois das crises, com estratégias organizadas e baseadas em evidências.

Meu objetivo é simples: que você deixe de enfrentar esse momento sozinho e passe a agir com mais segurança e confiança.

💙 O protocolo está disponível no link da bio.

18/08/2026

“Meu filho f**a olhando para o nada...
Será que ele está apenas distraído ou pode estar tendo uma crise de ausência?”

Essa é uma dúvida muito comum entre pais e também entre profissionais da saúde. Vem entender as principais diferenças entre a distração e a crise de ausência e por que nem todo olhar parado signif**a epilepsia.

💾 Salve este vídeo para consultar quando surgir essa dúvida.

📩 Compartilhe com alguém que também pode se beneficiar dessa informação.

🧠 Quando entendemos o cérebro, o medo dá lugar ao conhecimento.

A pseudociência raramente parece absurda. Muitas vezes, ela usa palavras científ**as, explicações convincentes e até est...
08/08/2026

A pseudociência raramente parece absurda.

Muitas vezes, ela usa palavras científ**as, explicações convincentes e até estudos para vender uma promessa.

Por isso, antes de acreditar em um “tratamento revolucionário”, pergunte: existem estudos de boa qualidade mostrando benefício clínico relevante?

💾 Salve este post.

📩 Compartilhe com outras famílias.

🧠 Quando entendemos o cérebro, aprendemos a separar ciência de promessa.

29/07/2026

Um dos erros mais comuns, entre pais e até entre profissionais, é acreditar que o eletroencefalograma confirma ou descar...
28/07/2026

Um dos erros mais comuns, entre pais e até entre profissionais, é acreditar que o eletroencefalograma confirma ou descarta o diagnóstico de epilepsia.

Na prática, não é assim.

O diagnóstico da epilepsia é, antes de tudo, clínico. Ele começa pela história das crises e pelo exame neurológico.

O eletroencefalograma é uma ferramenta extremamente importante, mas deve ser interpretado sempre dentro do contexto clínico. Ele auxilia na investigação, aumenta a confiança diagnóstica quando há achados compatíveis e é fundamental para classif**ar síndromes epilépticas e orientar o tratamento.

Um exame alterado, isoladamente, não faz o diagnóstico. E um exame normal também não exclui epilepsia.

🧠 Quando entendemos o cérebro, aprendemos a olhar a criança antes de olhar o exame.

💾 Salve este post.

📩 Compartilhe com quem acredita que o eletroencefalograma, sozinho, confirma ou descarta epilepsia.

Seu filho anda na ponta dos pés? 👣Muitos pais associam esse comportamento imediatamente ao autismo. Outros acreditam que...
26/07/2026

Seu filho anda na ponta dos pés? 👣

Muitos pais associam esse comportamento imediatamente ao autismo. Outros acreditam que é apenas uma fase. A verdade é que nenhuma dessas respostas está sempre certa.

Andar na ponta dos pés pode acontecer em crianças completamente saudáveis, mas também pode ser um sinal de condições que merecem investigação.

📊 Alguns números ajudam a entender isso:
• Cerca de 2% das crianças sem doenças neurológicas, por volta dos 5 anos, ainda apresentam esse padrão de marcha.
• Já entre crianças com condições do neurodesenvolvimento, como o Transtorno do Espectro Autista, essa frequência pode chegar a 41%.

Existe ainda o chamado andar idiopático na ponta dos pés, quando nenhuma causa é encontrada, mesmo após uma avaliação cuidadosa. Nesses casos, é comum haver outros familiares com a mesma história, sugerindo um componente genético.

A mensagem que quero que você leve é simples:

Andar na ponta dos pés não é um diagnóstico. É um sinal.
E sinais precisam ser interpretados no contexto de cada criança.

💬 Seu filho já passou por essa fase? Em que idade? Conte nos comentários. Sua experiência pode ajudar outras famílias

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Avenida Dona Manoela Lacerda Vergueiro, 200
Jundiaí, SP

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