11/09/2026
Quando se fala em derrame pleural, é comum imaginar que a única forma de resolver o acúmulo de líquido é retirá-lo por meio de um procedimento.
Mas nem sempre é assim.
Dependendo da causa, do volume de líquido, dos sintomas e da evolução do quadro, o próprio organismo pode reabsorver esse líquido à medida que a condição responsável pelo derrame é tratada.
E onde entra a fisioterapia respiratória?
Quando indicada, ela pode fazer parte desse processo de recuperação, com técnicas e recursos direcionados à expansão pulmonar, melhora da ventilação, mobilidade da caixa torácica e recuperação da função respiratória.
Isso é especialmente importante porque o derrame pleural pode limitar a expansão do pulmão e tornar atividades simples , como caminhar, tomar banho ou subir alguns degraus, mais cansativas.
É importante reforçar: nem todo derrame pleural terá a mesma evolução e nem todo paciente poderá evitar a drenagem. Existem situações em que o procedimento é necessário e a definição da conduta depende do quadro clínico e do acompanhamento médico.
A fisioterapia respiratória não substitui esse cuidado. Ela integra o tratamento quando existe indicação, ajudando o paciente a recuperar algo que vai muito além de uma imagem melhor no exame: a capacidade de respirar e se movimentar com mais eficiência.
Você ou alguém da sua família está passando por um quadro de derrame pleural?
Entre em contato para saber como a fisioterapia respiratória pode participar da recuperação.
📍 Atendimento em Jundiaí/SP.