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Me chamo Ricardo Salvatierra, sou consultor autônomo e estou aqui para auxiliar
e facilitar o seu acesso aos produtos à base de cannabis medicinal. Neste site você encontrará conteúdos relevantes e informativos sobre os mais diversos
tratamentos com a cannabis medicinal e também poderá encontrar prescritores
capacitados para lhe acompanhar caso ainda não tenha um. Fique à vontade para me enviar suas dúvidas e questionamentos, e eu farei o possível
para responder prontamente.

16/10/2026

Você sabia que a cannabis pode reduzir quase pela metade a quantidade de morfina usada no pronto-socorro?

Quem já teve dor no nervo, como a ciática, sabe o quanto ela pode ser forte. No hospital, o caminho mais comum para aliviar essa dor é a morfina. Ela funciona, mas também traz preocupações, como o risco de dependência e os efeitos colaterais.

Pesquisadores do Centro Médico Hadassah, da Universidade Hebraica de Jerusalém, em Israel, quiseram saber se a cannabis poderia ajudar nesse cenário. Eles acompanharam 69 adultos que chegaram ao pronto-socorro com dor radicular aguda, confirmada por tomografia ou ressonância. Os pacientes foram divididos em três grupos: um recebeu dose alta, outro dose baixa e o terceiro, placebo. A formulação era sublingual e combinava THC, C*D e terpenos.

O resultado chamou atenção. Em 24 horas, quem recebeu a dose alta precisou de 17,4 mg de morfina. No grupo placebo, foram 33,2 mg. Ou seja, 47,6% menos morfina, com a dor controlada da mesma forma.

Isso é o que os cientistas chamam de efeito poupador de opioides. A cannabis não entra no lugar do tratamento, mas pode diminuir a quantidade de opioide que a pessoa precisa usar.

Vale lembrar que este é um estudo único, com poucos participantes. Ainda precisamos de mais pesquisas para confirmar esses resultados. Por isso, este conteúdo é informativo e não substitui a orientação de um profissional de saúde.

E você, já conhecia esse estudo? Conta pra gente nos comentários. Se conhece alguém que convive com dor, compartilha esse vídeo com essa pessoa.

Referência:
Raz N, Eyal AM, Mua H, Kalil S, Fahoum-Khalefa N, Catz O, Schroeder J, Davidson EM. Opioid-sparing effect of a cannabinoid formulation in treating acute radicular pain: a randomized controlled trial. Journal of Cannabis Research, 2026. DOI: 10.1186/s42238-026-00494-w

Se você já pesquisou “cannabis faz mal ao coração?”, provavelmente encontrou respostas opostas. Uns dizem que causa infa...
23/01/2026

Se você já pesquisou “cannabis faz mal ao coração?”, provavelmente encontrou respostas opostas. Uns dizem que causa infarto. Outros afirmam que pode proteger o sistema cardiovascular.
A verdade é mais complexa — e mora no meio do caminho.
O grande erro está em tratar “a cannabis” como se fosse uma coisa só. Na realidade, ela é uma verdadeira farmácia natural, com centenas de compostos, como canabinoides, terpenos e flavonoides, cada um com efeitos diferentes no corpo — inclusive no coração.
THC, por exemplo:
• Em doses muito baixas, mostrou efeito cardioprotetor em estudos experimentais
• Em doses altas, pode aumentar batimentos, pressão e ansiedade — especialmente em pessoas com problemas cardíacos
🧠 C*D, por outro lado, apresenta um perfil mais seguro:
• Ação anti-inflamatória
• Relaxamento dos vasos sanguíneos
• Potencial auxílio no controle da pressão arterial
🌱 E não para por aí. Outros compostos da cannabis também chamam atenção da ciência:
• β-cariofileno → reduz inflamação
• CBG → pode ajudar na pressão e na circulação
• Limoneno → antioxidante e possível efeito antiarrítmico
• Cannflavinas → ajudam a reduzir agregação plaquetária
🔥 Outro ponto crucial: a forma de uso importa.
Fumar cannabis adiciona toxinas que sobrecarregam o sistema cardiovascular. Para quem se preocupa com o coração, óleos, cápsulas ou tinturas tendem a ser opções mais seguras.
📌 No fim, as perguntas certas não são “faz bem ou mal?”, mas:
➡️ Qual composto?
➡️ Qual dose?
➡️ Para qual pessoa?
➡️ Em qual forma de uso?
💡 Cannabis não é um medicamento único. São vários — e a ciência ainda está aprendendo a usá-los com precisão.
👨‍⚕️ Sempre converse com um profissional de saúde com experiência em medicina endocanabinoide, especialmente se você já tem problemas cardíacos.

📚 Fonte: Blog CannaKeys

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Neste post, não estamos falando de C*D ou óleos medicinais; estamos falando do uso recreativo/adulto. É preciso ter matu...
03/01/2026

Neste post, não estamos falando de C*D ou óleos medicinais; estamos falando do uso recreativo/adulto. É preciso ter maturidade para encarar os fatos: qualquer substância psicoativa traz consequências e riscos, e com a cannabis não é diferente. Para algumas pessoas, o uso excessivo pode afetar a motivação, gerar ansiedade, arritimia cardíaca, desencadear esquizofrenia entre outras consequencias.

Mas por que o estigma é tão maior com ela?

Durante décadas, a maconha foi pintada como a "porta de entrada" para o abismo. A ciência moderna, porém, desmente esse conceito. Se existe uma porta de entrada real, ela é o álcool e o cigarro — substâncias legais, incentivadas socialmente e que, estatisticamente, são o primeiro contato da maioria dos usuários com o mundo das dr**as.

A ciência também nos mostra algo surpreendente: para muitos, a cannabis atua como uma "porta de saída". Através da Redução de Danos, ela tem sido usada para ajudar dependentes de substâncias muito mais letais, como o crack e os opioides, a controlarem a fissura e recuperarem a dignidade.

O objetivo aqui não é incentivar o uso, mas sim substituir o medo pela informação. O proibicionismo e o mercado ilegal são portas muito mais perigosas do que a planta em si.

Confira as evidências científicas que embasam essa visão:

🔹 O mito da porta de entrada (National Academies): https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK423845/

🔹 Álcool como o principal preditor de risco (Journal of School Health): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/22712674/

🔹 Cannabis como substituta para opioides e redução de danos: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC5569620/

🔹 Estudo brasileiro sobre cannabis e dependência de crack (USP): https://bdta.abcd.usp.br/item/003068673

Qual é a sua opinião sobre esse tema? Deixe sua opinião nos comentários. 💬👇

2025 pode ser lembrado como um verdadeiro ponto de virada para a cannabis medicinal. Ao longo do ano, a ciência deixou c...
31/12/2025

2025 pode ser lembrado como um verdadeiro ponto de virada para a cannabis medicinal. Ao longo do ano, a ciência deixou cada vez mais claro que não estamos falando de achismos, modismos ou experiências isoladas, mas de um campo terapêutico que amadurece com base em dados, revisões robustas e estudos clínicos cada vez mais bem desenhados.

Um dos grandes destaques foi a publicação de estudos de alto nível de evidência, como meta-análises e revisões sistemáticas, que analisam milhares de trabalhos anteriores. Esse tipo de estudo é fundamental porque ajuda a separar o que realmente funciona do que ainda precisa de mais investigação. No contexto do câncer, por exemplo, os dados reforçam o papel da cannabis no controle de sintomas como dor, náuseas e perda de apetite, além de apontarem caminhos promissores para novas pesquisas antitumorais.

Outro avanço importante foi o aprofundamento do conhecimento sobre a interação dos canabinoides com medicamentos tradicionais, como os quimioterápicos, abrindo espaço para uma medicina mais integrada e personalizada. Ao mesmo tempo, estudos sobre dor crônica e saúde global mostram que o impacto da cannabis medicinal vai além de uma única especialidade médica, alcançando qualidade de vida, funcionalidade e bem-estar de pacientes em diferentes contextos clínicos.

Estudo mega meta-analítico em câncer (Frontiers in Oncology):
https://www.frontiersin.org/journals/oncology/articles/10.3389/fonc.2025.1490621/full

Cannabinoides e quimioterapia (Pharmacology & Therapeutics):
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0163725825000634

Efeitos da cannabis na dor crônica (Brasil):
https://doi.org/10.36557/2674-8169.2025v7n2p353-367

Cannabis medicinal e saúde global:
https://doi.org/10.1016/j.ctim.2025.103205

Revisão sistemática sobre cannabis e dor (AHRQ – NCBI):
https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK618045/

Revisão brasileira: C*D e autismo (notícia científica):
https://news.scientificsociety.net/2025/11/22/brasil-pesquisas-cannabis-anvisa-autoriza-embrapa-potencial-cbd-autismo/

Olhando para 2026, o que você acha que podemos esperar da evolução da cannabis medicinal?
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Muita coisa ficou para trás…Projetos inacabados, objetivos esquecidos e justificativas que se repetem para adiar por mai...
19/12/2025

Muita coisa ficou para trás…
Projetos inacabados, objetivos esquecidos e justificativas que se repetem para adiar por mais tempo, sob desculpas como: “ano que vem eu faço” ou “agora não é o momento”.

Na maioria das vezes, isso não está relacionado à falta de disciplina, mas a limites emocionais e cognitivos que comprometem foco, constância e tomada de decisão. Ansiedade, distúrbios do sono, estresse crônico e esgotamento mental impactam diretamente a capacidade de executar planos e sustentar hábitos.

Cuidar da saúde mental é um passo fundamental para sair do ciclo de adiamento. Quando indicada e acompanhada por um profissional habilitado, a cannabis medicinal pode integrar um plano terapêutico individualizado, auxiliando no equilíbrio do sistema nervoso e no manejo de sintomas que limitam o dia a dia.

Inicie um novo ano com novas perspectivas e, principalmente, com o cuidado adequado com sua saúde mental.



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