28/08/2026
Tem coisa que só quem cresceu no Norte entende. 💚
O cheiro do cupuaçu, o tucumã no café da manhã, o taperebá que faz a boca “até fechar” de tão azedinho… 😂
Quando um bebê começa a comer, é natural que os pais comecem a olhar para a própria mesa com outros olhos:
“Será que ele já pode comer o que a nossa família sempre comeu?” 💭
E essa é uma oportunidade muito bonita: a alimentação complementar também pode aproximar a criança da cultura alimentar da família. Não precisamos criar um cardápio infantil completamente separado da nossa realidade.
Precisamos aprender a adaptar os alimentos da família para que sejam seguros e adequados à fase da criança. E talvez esse seja um dos maiores presentes que podemos oferecer: permitir que nossos filhos cresçam conhecendo os sabores que fazem parte da nossa história.
A recomendação geral é que a alimentação complementar seja baseada em alimentos in natura ou minimamente processados, variados e adequados ao desenvolvimento da criança. O Guia Alimentar para Crianças Brasileiras Menores de 2 Anos, do Ministério da Saúde, reforça justamente a importância de valorizar os alimentos e a cultura alimentar brasileira.
Qual alimento da sua infância você faz questão de apresentar ao seu filho? 💬 Não vale responder só “cupuaçu”! 😂
Dr. Fábio Giordani
Pediatra em Manaus
CRM-AM 4925 RQE 1824
📍 Conteúdo informativo. Não substitui consulta médica.