30/05/2026
“Isso é emocional.”
“Você precisa parar de pensar nisso.”
“É só ansiedade.”
Na prática, essa visão costuma gerar culpa e frustração.
A verdade é que dor e emoções estão profundamente conectadas, mas isso não torna a dor menos real.
Quando a dor persiste por muito tempo, ela passa a influenciar relações familiares, trabalho, lazer, autoestima e até os planos para o futuro. Aos poucos, a pessoa deixa de fazer atividades que gostava, evita compromissos e adapta a vida em função do sofrimento.
Por isso, na medicina da dor, não avaliamos apenas onde dói. Também procuramos entender como essa dor está impactando a rotina, o comportamento e a qualidade de vida de cada paciente.
Tratar a dor é ajudar o paciente a recuperar movimento, autonomia, confiança e bem-estar.
Dra. Suellen Luciano
CRM/SP 159190 | RQE 79104