02/06/2026
Erro silencioso no planejamento de enxerto ósseo
O erro mais comum na regeneração óssea não está na técnica, está no ponto de partida do planejamento.
Muitos casos são conduzidos a partir de um protocolo fixo, quando o correto seria iniciar pela análise biológica do defeito.
Defeitos ósseos não são iguais.
Variam em estabilidade do enxerto, capacidade de contenção do espaço, padrão de vascularização, qualidade dos tecidos moles e potencial de revascularização.
Ignorar essas variáveis reduz a previsibilidade clínica, mesmo quando a execução cirúrgica é tecnicamente adequada.
O protocolo deve ser consequência da análise biológica, nunca o contrário.
Em regeneração óssea, previsibilidade não vem da repetição, mas da leitura correta do defeito.
Compartilhe com colegas que ainda estruturam o planejamento baseado apenas em protocolo fixo.