Dra. Lorena Rabelo

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Dra. Lorena Rabelo Médica Pediatra
CRM/PA 15940 | RQE 10830

Acompanhar uma criança crescendo é fazer parte de uma história que está só começando. E poder cuidar dela ao longo desse...
18/10/2026

Acompanhar uma criança crescendo é fazer parte de uma história que está só começando. E poder cuidar dela ao longo desse caminho é uma das maiores alegrias de ser médica. ❤️

Agradeço a Deus pelo dom de cuidar e pela honra de viver essa profissão. A cada família que confia em mim, obrigada por me permitir fazer parte da vida de vocês!

Feliz Dia do Médico a todos os colegas! Que a gente siga acolhendo cada paciente com a atenção que sua história merece. 🩺

16/10/2026

Aquela mancha escura e com aspecto aveludado no pescoço não é “sujeira” e nem sempre melhora esfregando ou usando creme clareador.

Ela pode ser acantose nigricans, uma alteração da pele que, em muitos casos, aparece associada à resistência à insulina e pode ser um sinal de que o organismo está tendo dificuldade para lidar com o açúcar no sangue.

Por isso, mais importante do que tentar clarear a pele é entender por que essa alteração apareceu. Principalmente em crianças e adolescentes, vale investigar o histórico, os hábitos e como está funcionando a saúde metabólica.

A pele também dá sinais. Saber interpretá-los pode fazer toda a diferença.

Dra. Lorena Rabelo | CRM/PA 15940
Pediatra | RQE 10830
Endocrinologista Pediátrica | RQE 11260

Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa e não substitui a avaliação médica individual.

Quando o assunto é crescimento infantil, é comum surgirem dúvidas e informações que nem sempre correspondem à realidade....
13/10/2026

Quando o assunto é crescimento infantil, é comum surgirem dúvidas e informações que nem sempre correspondem à realidade.

O crescimento de cada criança é individual e depende de diferentes fatores, como genética, alimentação, qualidade do sono, hormônios e condições gerais de saúde.

Por isso, o acompanhamento pediátrico é importante para avaliar a curva de crescimento, observar o desenvolvimento ao longo do tempo e identificar quando algo precisa ser investigado.

Informação de qualidade também faz parte do cuidado. 💗

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Pediatra | RQE 10830
Endocrinologista Pediátrica | RQE 11260

10/10/2026

Brincar também é desenvolvimento.

Correr, explorar, criar, interagir com outras crianças e ter contato com ambientes diferentes são experiências que contribuem para o desenvolvimento físico, social e emocional na infância.

Nem todo momento precisa ser preenchido por telas ou atividades programadas. A criança também precisa de espaço para ser criança, descobrir o mundo e aprender enquanto brinca.

Às vezes, uma ida à praça pode oferecer muito mais do que parece.

Dra. Lorena Rabelo
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Pediatra | RQE 10830
Endocrinologista Pediátrica | RQE 11260

Nos primeiros meses de vida, brincar também é uma forma de desenvolver habilidades importantes. Entre 0 e 6 meses, algun...
07/10/2026

Nos primeiros meses de vida, brincar também é uma forma de desenvolver habilidades importantes. Entre 0 e 6 meses, alguns brinquedos simples podem contribuir muito para o desenvolvimento sensorial e motor do bebê.

📚 Livros e cards de alto contraste: ajudam a estimular a atenção visual do bebê, principalmente nos primeiros meses, quando a visão ainda está amadurecendo. Imagens com contrastes marcantes facilitam a percepção de formas e padrões.

🔔 Chocalhos: o som desperta a curiosidade e incentiva o bebê a localizar de onde ele vem. Quando começa a segurar e movimentar o brinquedo, também trabalha a preensão e a coordenação motora.

🦷 Mordedores: além de serem objetos interessantes para o bebê explorar com as mãos e a boca, ajudam na exploração sensorial e no desenvolvimento da coordenação motora.

🤸♀️ Tapete de atividades e tummy time: cria um espaço para o bebê ficar de bruços por períodos adequados e supervisionados, estimulando movimentos e contribuindo para o desenvolvimento motor.

O mais importante é oferecer brinquedos adequados para a idade, seguros e sempre com supervisão. Nessa fase, cada som, textura, movimento e descoberta pode se transformar em aprendizado.

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De acordo com a orientação mais recente da Sociedade Brasileira de Pediatria, a temperatura axilar passa a ser considera...
01/10/2026

De acordo com a orientação mais recente da Sociedade Brasileira de Pediatria, a temperatura axilar passa a ser considerada febre a partir de 37,5 °C.

Na prática:
🌡 Até 37,4 °C: dentro da normalidade
🌡 A partir de 37,5 °C: já é febre
🌡 39 °C ou mais: febre alta e merece atenção redobrada

Mas o número do termômetro não deve ser avaliado sozinho. O estado geral da criança também é muito importante. Observe sinais como prostração, dificuldade para respirar, vômitos frequentes, irritabilidade intensa, sonolência excessiva ou dificuldade para acordar.

A febre, quando medida por temperatura axilar, é geralmente definida como uma temperatura igual ou superior a 37,5°C (correspondendo
a 38°C quando medida por temperatura oral ou retal). Febre por si só não é doença, é uma reação de defesa do nosso organismo, é um sinal que estamos sofrendo uma “agressão”. Ela ajuda a aumentar nossas defesas contra agentes agressores, destacando que 90% deles são vírus, não bactérias, portanto, não precisa de antibióticos.

👶 Em bebês com menos de 3 meses, temperatura igual ou superior a 37,5 °C precisa de avaliação médica.

Salve este conteúdo e compartilhe com outras famílias.

Dra. Lorena Rabelo | Pediatra
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01/10/2026

Um caroço ou aumento na região das mamas durante a adolescência pode assustar tanto o adolescente quanto a família, mas, na maioria das vezes, estamos diante da ginecomastia puberal.

Ela acontece por causa das oscilações hormonais próprias da puberdade, pode surgir apenas de um lado, causar sensibilidade ao toque e, muitas vezes, regride espontaneamente com o tempo.

Mas alguns sinais merecem avaliação, principalmente quando o aumento aparece antes da puberdade, cresce rapidamente, persiste por muito tempo ou vem acompanhado de outras alterações no desenvolvimento.

E existe também uma parte que nenhum exame mede: o constrangimento. Evitar piscina, educação física ou usar roupas largas para esconder o corpo pode mostrar o quanto essa mudança está afetando o adolescente.

Informação, acolhimento e avaliação adequada fazem toda a diferença. 💙

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Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa e não substitui a avaliação médica individual.

28/09/2026

Os hormônios funcionam como a parte elétrica do nosso corpo, e a hipófise é como um verdadeiro quadro de luz, responsável por comandar funções importantes como crescimento, puberdade e funcionamento da tireoide.

Eu explico que, quando a radioterapia atinge essa região, algumas alterações podem surgir ao longo do tempo, como crescimento fora do esperado, puberdade precoce ou tardia, tireoide mais lenta, fragilidade óssea, ganho de peso e até impactos na fertilidade.

Por isso, quem venceu um câncer na infância precisa manter o acompanhamento hormonal mesmo muitos anos após o fim do tratamento.

Cuidar depois da cura também faz parte da jornada. 💙

Dra. Lorena Rabelo | Pediatra
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O tratamento terminou, mas alguns cuidados precisam continuar. 💙Crianças e adolescentes que passaram pelo tratamento do ...
25/09/2026

O tratamento terminou, mas alguns cuidados precisam continuar. 💙

Crianças e adolescentes que passaram pelo tratamento do câncer podem apresentar, ao longo dos anos, alterações no crescimento, na puberdade, na tireoide, na saúde óssea, no metabolismo e até na fertilidade.

Por isso, o acompanhamento após a cura é fundamental. Muitas dessas mudanças podem surgir de forma silenciosa e só serem percebidas muito tempo depois.

Vencer o câncer é uma grande conquista. Cuidar da saúde depois dele também faz parte dessa vitória.

🎥 Aguarde o vídeo e entenda por que esse acompanhamento é tão importante.

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Dra. Lorena Rabelo | Pediatra
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Este conteúdo tem finalidade educativa e informativa e não substitui a avaliação médica individual.

22/09/2026

O câncer infantil nem sempre começa com um sinal óbvio. Muitas vezes, ele pode se apresentar por meio de sintomas comuns, como dor na perna, palidez ou um caroço no pescoço.

Eu sempre reforço que nenhum desses sinais, de forma isolada, significa câncer. O que merece atenção é quando os sintomas persistem, se repetem ou começam a interferir na rotina da criança.

O diagnóstico precoce e o tratamento em centros especializados fazem toda a diferença e podem aumentar significativamente as chances de cura.

E o cuidado não termina com a alta. Tratamentos como quimioterapia, radioterapia e cirurgias podem deixar repercussões ao longo do tempo, por isso o acompanhamento contínuo também é fundamental.

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