Dr Rafael Pimenta

Dr Rafael Pimenta Médico cardiologista
Título de especialista pela SBC

04/06/2026

O estresse não pesa apenas na mente. Ele também pode afetar o sono, a respiração, a pressão, os hábitos e a saúde como um todo.

Existem caminhos simples, mas profundos, que podem ajudar a aliviar a sobrecarga emocional e promover mais equilíbrio, como o perdão, a gratidão e a fé.

Não como fórmulas prontas, mas como parte de uma vida com mais consciência, sentido e cuidado integral.

Se o estresse vem acompanhado de palpitações, falta de ar, pressão alta, insônia ou cansaço persistente, procure avaliação médica.

Dr. Rafael Pimenta | Cardiologista
CRM-PR: 38676 | RQE: 26153

03/06/2026

Com a chegada do frio, aumentam os casos de gripes, resfriados, bronquite, pneumonia e outras doenças respiratórias.

Mas o que muita gente não sabe é que essas infecções também podem sobrecarregar o coração.

Quando o organismo enfrenta uma infecção respiratória, ele precisa trabalhar mais. Pode haver febre, queda na oxigenação, inflamação e aumento da demanda cardíaca. Em pessoas com pressão alta, arritmias, insuficiência cardíaca, doença coronariana ou histórico de infarto, esse esforço extra pode representar um risco maior.

Por isso, no inverno, cuidar da saúde respiratória também é cuidar da saúde do coração.

A vacinação é uma das principais formas de prevenção contra infecções que podem evoluir com complicações, especialmente em grupos de maior risco. A vacina contra a gripe e, quando indicada, a vacina contra o vírus sincicial respiratório, o VSR, fazem parte desse cuidado preventivo.

O mais importante é não tratar sintomas respiratórios como algo sempre “simples”. Falta de ar, dor no peito, palpitações, cansaço intenso ou piora de uma condição cardíaca pré-existente precisam de avaliação médica.

Frio, vírus respiratórios e coração têm mais relação do que muita gente imagina.

Cuide da sua respiração.
Cuide da sua imunização.
Cuide do seu coração.

Dr. Rafael Pimenta
Cardiologista
CRM-PR 38676 | RQE 26153
Especialista pela Sociedade Brasileira de Cardiologia
Atendimento em Maringá e Campo Mourão

Agende sua avaliação cardiológica.

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28/05/2026

A lipoproteína A, também chamada de Lp(a), é um tipo de gordura no sangue que muitas pessoas nem sabem que têm alterada.

Ela é diferente do colesterol comum porque tem forte influência genética. Ou seja: pode estar alta mesmo em pessoas que se alimentam bem, fazem exercício e não sentem nada.

O problema é que níveis elevados de Lp(a) aumentam o risco de formação de placas nas artérias, infarto, AVC e outras doenças cardiovasculares. E como geralmente não causa sintomas, esse risco pode passar despercebido por muitos anos.

Por isso, em alguns casos, principalmente quando existe histórico familiar de infarto precoce, colesterol alto ou doença cardíaca, o médico pode solicitar esse exame para entender melhor o risco cardiovascular do paciente.

Cuidar do coração não é olhar apenas um número no exame. É avaliar a história, os hábitos, a genética, os sintomas e os fatores de risco de forma individualizada.

Agende sua avaliação cardiológica e entenda melhor o seu risco cardiovascular.

Dr. Rafael Pimenta
Cardiologista
CRM 38676 | RQE 26153

Problema no coração nem sempre é dor no peito.Às vezes, ele dá sinais de outros jeitos: cansaço fora do normal, palpitaç...
26/05/2026

Problema no coração nem sempre é dor no peito.

Às vezes, ele dá sinais de outros jeitos: cansaço fora do normal, palpitações, tontura, falta de ar, desmaios, pressão alta, colesterol alterado ou até exames que aparecem fora do esperado.

E é aí que muita gente se confunde.

O cardiologista não cuida apenas de infarto ou pressão alta. Ele também avalia sintomas e alterações que podem indicar risco cardiovascular, necessidade de investigação ou acompanhamento preventivo.

Uma palpitação pode ser algo simples, mas também pode estar ligada a arritmias.
Uma tontura frequente pode ter várias causas, inclusive cardiovasculares.
Um exame alterado pode ser o primeiro sinal de que algo precisa ser olhado com mais atenção.

O objetivo da avaliação cardiológica não é assustar. É entender o que está acontecendo antes que o problema evolua.

Se você sente algum desses sintomas ou tem exames alterados, agende uma consulta e cuide do seu coração com orientação médica.

Dr. Rafael Pimenta
Cardiologista
CRM-PR: 38676 | RQE: 26153

24/05/2026

Você toma estatina e começou a sentir um cansaço fora do normal?

A estatina é uma medicação importante para muitos pacientes, especialmente quando existe colesterol alto ou risco cardiovascular aumentado. Ela pode ajudar a reduzir o risco de problemas graves, como infarto e AVC. Mas nenhum sintoma persistente deve ser ignorado.

Algumas pessoas em uso de estatina relatam cansaço, fraqueza ou desconforto muscular. Isso não signif**a que a medicação seja sempre a causa. O cansaço pode estar ligado a sono ruim, anemia, alterações hormonais, deficiência de nutrientes, excesso de estresse, sedentarismo ou outras condições que precisam ser investigadas.

Em alguns casos, após avaliação médica, a Coenzima Q10 pode entrar como parte de uma estratégia individualizada. Ela participa da produção de energia dentro das células e pode ser considerada quando há suspeita de impacto na disposição, especialmente em pacientes que usam estatinas e apresentam queixas compatíveis.

Mas atenção: isso não signif**a que todo paciente que toma estatina deve usar Coenzima Q10. E muito menos que deve usar por conta própria, seja em cápsula, injetável ou qualquer outra forma.

O mais importante é entender a causa do sintoma antes de tomar qualquer decisão. Não suspenda sua estatina e não comece nenhum medicamento ou suplemento sem orientação médica.

Se você usa estatina e sente cansaço, fraqueza ou dor muscular com frequência, marque uma avaliação cardiológica para investigar com segurança.

Dr. Rafael Pimenta | Cardiologista
CRM-PR: 38676 | RQE: 26153

19/05/2026

A homocisteína alta é como um “aviso” que aparece no sangue.

Ela não deve ser olhada sozinha, como se fosse a única culpada pelos problemas do coração. Mas, quando está alta, pode mostrar que algo no corpo precisa de atenção.

Algumas vitaminas ajudam o corpo a controlar melhor essa substância, principalmente as vitaminas B6, B12 e B9. Elas funcionam como ajudantes: ajudam o organismo a transformar e reduzir o excesso de homocisteína no sangue.

Estudos científicos mostram que essas vitaminas do complexo B podem ajudar a diminuir os níveis de homocisteína. Mas existe um ponto importante: diminuir a homocisteína não signif**a, automaticamente, impedir um infarto ou um AVC. Por isso, o acompanhamento médico é essencial. Fonte: Revisão Cochrane sobre vitaminas B e homocisteína.

Na prática, não é para sair tomando vitamina por conta própria.

O correto é investigar com exames:
como está a vitamina B12;
como está a vitamina B9;
como estão o colesterol, a pressão, a glicose e o risco do coração.

O coração não deve ser cuidado olhando apenas um número no exame. Ele precisa ser avaliado como parte de um corpo inteiro.

Agende sua consulta para uma avaliação cardiológica individualizada.

Dr. Rafael Pimenta
Cardiologista
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Alguns dos gestos mais importantes da vida não fazem barulho: o cuidado diário, a preocupação silenciosa, o abraço que a...
10/05/2026

Alguns dos gestos mais importantes da vida não fazem barulho: o cuidado diário, a preocupação silenciosa, o abraço que acolhe e a força que sustenta uma família inteira.

Neste Dia das Mães, f**a a homenagem a todas as mulheres que dedicam amor, tempo e cuidado de forma tão única e inesquecível.

Feliz Dia das Mães.

Dr. Rafael Pimenta - Cardiologista
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09/05/2026

O risco cirúrgico, também chamado de avaliação pré-operatória, é uma consulta médica feita antes de uma cirurgia para entender como está a saúde do paciente e reduzir possíveis complicações durante e após o procedimento.

Na cardiologia, essa avaliação é especialmente importante porque analisa fatores como pressão arterial, histórico de doenças cardíacas, uso de medicamentos, exames anteriores, sintomas, idade, hábitos de vida e o tipo de cirurgia que será realizada.

O objetivo não é “liberar” ou “impedir” uma cirurgia de forma automática, mas avaliar o risco individual de cada paciente e orientar os cuidados necessários para que o procedimento aconteça com mais segurança.

Muitas vezes, problemas silenciosos podem ser identif**ados nessa etapa, como hipertensão descontrolada, arritmias, alterações no eletrocardiograma ou sinais de maior risco cardiovascular.

Por isso, o exame pré-operatório não deve ser visto como uma burocracia. Ele é uma etapa essencial para proteger a saúde do paciente e ajudar a equipe médica a tomar decisões mais seguras.

Se você vai passar por uma cirurgia, converse com seu médico sobre a necessidade da avaliação cardiológica pré-operatória.

Dr. Rafael Pimenta
Cardiologista
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03/05/2026

O herpes zoster, também conhecido como cobreiro, é causado pela reativação do vírus da catapora. Ele costuma provocar dor, ardência e bolhas na pele, mas seus efeitos podem ir além.

Estudos mostram que pessoas que tiveram herpes zoster podem apresentar maior risco de problemas cardiovasculares, como infarto, AVC e doença coronariana, principalmente quando já existem fatores de risco, como pressão alta, diabetes, colesterol alto, obesidade, tabagismo ou histórico familiar.

Isso não quer dizer que toda pessoa que teve herpes zoster terá uma doença no coração. Mas signif**a que esse episódio merece atenção, especialmente em adultos acima dos 50 anos ou abaixo dessa idade que já tem alguma doença crônica.

Depois de uma infecção importante, o corpo pode passar por um processo de inflamação que também afeta os vasos sanguíneos. Por isso, avaliar a saúde do coração pode ser uma atitude preventiva.

Se você teve herpes zoster recentemente ou possui fatores de risco, agende uma avaliação cardiológica.

Dr. Rafael Pimenta - Cardiologista
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Nem sempre o problema está no que você sente.Muitas vezes, está no que ainda não apareceu.As vitaminas do complexo B são...
30/04/2026

Nem sempre o problema está no que você sente.
Muitas vezes, está no que ainda não apareceu.

As vitaminas do complexo B são um bom exemplo disso. Elas atuam em processos silenciosos do organismo, mas que fazem diferença direta na saúde do coração ao longo do tempo.

O ponto principal não é decorar nomes ou funções.
É entender que pequenos desequilíbrios, quando ignorados, podem se acumular.

E é exatamente aí que entra a importância de uma avaliação mais completa.

Cuidar do coração não é agir quando algo dá errado.
É antecipar o que pode dar.

Se você quer sair do básico e realmente entender como está sua saúde cardiovascular, agende sua consulta.

Dr. Rafael Pimenta - Cardiologista
CRM-PR 38676 | RQE 26153

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