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08/09/2026

Cuidados ao usar IA na contagem de carboidratos

Osteopenia e osteoporose não são a mesma coisa — e entender essa diferença é importante para avaliar corretamente a saúd...
04/09/2026

Osteopenia e osteoporose não são a mesma coisa — e entender essa diferença é importante para avaliar corretamente a saúde dos ossos.

Na densitometria óssea, para mulheres após a menopausa e homens a partir de 50 anos:

🦴 Osteopenia: T-score entre −1,0 e −2,5. A densidade mineral óssea está reduzida, mas ainda não atingiu o critério densitométrico de osteoporose.

🦴 Osteoporose: T-score ≤ −2,5, indicando maior comprometimento da resistência óssea e maior risco de fraturas.

Mas existe um ponto fundamental: a densitometria não conta toda a história.

Uma pessoa com osteopenia também pode apresentar risco aumentado de fratura. Por isso, a avaliação deve considerar outros fatores, como idade, histórico de fraturas por fragilidade, histórico familiar, uso de corticoides e outras condições clínicas.

Em alguns casos, inclusive, uma pessoa com osteopenia pode ter indicação de tratamento medicamentoso, dependendo do seu risco global de fratura.

Por isso, não basta olhar apenas para o número do T-score. O resultado da densitometria deve ser interpretado dentro do contexto de cada paciente.

Responsabilidade técnica
Dra. Camila Giannotti Chaves
Endocrinologista
CRM-SP 112533 | RQE 45911

Mais um dia de instalação de sensor glicemia nos nossos pacientes
02/09/2026

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02/09/2026

Alerta para os usuários de testosterona para fins estéticos

Dia 01/09: Dis do Endocrinologista
01/09/2026

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Sou endocrinologista , formada na Univas em Pouso Alegre -Mg Residência  em Clínica Médica e em Endocrinologia Posso tít...
30/08/2026

Sou endocrinologista , formada na Univas em Pouso Alegre -Mg
Residência em Clínica Médica e em Endocrinologia
Posso título de Especialista em Endocrinologia, pela SBEM - Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
Minha atuaçao abrange diabetes tipo 1 e tipo 2 , distúrbios de crescimento e puberdade , doenças da tireoide , endocrinologia feminina e menopausa .
Acredito que a medicina deve unir atualizaçao constante , ética e acima de tudo escuta e respeito.
Meu propósito é oferecer um atendimento cuidadoso e baseado em evidencias

29/08/2026

Um alerta para os pacientes portadores de diabetes tipo 1

A tecnologia no tratamento do diabetes acaba de dar um passo importante.A FDA autorizou o Libre Duo 10 Day, o primeiro s...
28/08/2026

A tecnologia no tratamento do diabetes acaba de dar um passo importante.

A FDA autorizou o Libre Duo 10 Day, o primeiro sensor autorizado nos Estados Unidos a monitorar continuamente cetonas e o primeiro sistema no mundo a acompanhar glicose e cetonas continuamente em um único sensor.

E por que isso é tão relevante?

A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação grave do diabetes. Durante sua evolução, as cetonas podem aumentar rapidamente — e reconhecer essa elevação precocemente pode permitir uma intervenção antes que o quadro progrida para uma emergência.

Até agora, a avaliação das cetonas dependia principalmente de medições pontuais no sangue ou na urina. Com o novo sistema, será possível acompanhar glicose e cetonas (β-hidroxibutirato), além de suas tendências, de forma contínua por até 10 dias.

Nos estudos avaliados pela FDA, o sistema foi capaz de identificar níveis elevados de cetonas antes do desenvolvimento da CAD.

Essa tecnologia pode ser especialmente relevante para pessoas com maior risco de cetoacidose, como aquelas com diabetes tipo 1.

Importante: o sensor não previne sozinho a CAD. Os resultados precisam ser interpretados junto com a glicemia, os sintomas e as orientações da equipe de saúde.

Responsabilidade técnica
Dra. Camila Giannotti Chaves
Endocrinologista
CRM-SP 112533 | RQE 45911

Sou médica formada em 2003 pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).Fiz Residência em Clínica Médica (2004–2006) no HM...
26/08/2026

Sou médica formada em 2003 pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC).
Fiz Residência em Clínica Médica (2004–2006) no HMACN – PMSP e, na sequência, Residência em Endocrinologia e Metabologia no Hospital Brigadeiro (2006–2008).

Desde 2008, possuo Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia pela SBEM e AMB.

Ao longo da minha trajetória, desenvolvi ampla experiência no atendimento ao paciente endocrinológico, especialmente no cuidado de pessoas com diabetes tipo 1 e tipo 2, com atuação focada em tratamento individualizado, metas seguras e acompanhamento contínuo.

Tenho prática consolidada no uso de tecnologias aplicadas ao diabetes tipo 1, incluindo sensores de glicose e sistemas de infusão contínua de insulina (bombas), integrando inovação e evidência científica para otimizar resultados e qualidade de vida.

Meu compromisso é oferecer um cuidado ético, atualizado e centrado no paciente, promovendo controle metabólico com segurança e responsabilidade.

SABIA QUE ALGUNS MEDICAMENTOS PARA DIABETES TAMBÉM PODEM PROTEGER O CORAÇÃO?Durante muito tempo, o tratamento do diabete...
24/08/2026

SABIA QUE ALGUNS MEDICAMENTOS PARA DIABETES TAMBÉM PODEM PROTEGER O CORAÇÃO?

Durante muito tempo, o tratamento do diabetes tipo 2 teve como principal objetivo reduzir a glicose no sangue.

Hoje sabemos que isso não é suficiente.

Uma classe de medicamentos chamada inibidores de SGLT2 — que inclui, por exemplo, a empagliflozina e a dapagliflozina — mudou essa forma de pensar.

Esses medicamentos foram inicialmente desenvolvidos para controlar a glicemia, mas grandes estudos demonstraram benefícios que vão muito além do açúcar no sangue.

Eles podem ajudar a:

❤️ reduzir o risco de internação por insuficiência cardíaca;

❤️ diminuir o risco cardiovascular em determinados grupos de pacientes;

🩺 proteger a função dos rins e retardar a progressão da doença renal.

O impacto foi tão importante que os inibidores de SGLT2 passaram a ser utilizados também no tratamento da insuficiência cardíaca e da doença renal crônica, inclusive em determinadas situações em pessoas que não têm diabetes.

Isso reforça uma mudança importante na forma como tratamos o diabetes tipo 2:

não devemos olhar apenas para a glicemia ou para a hemoglobina glicada.

A escolha do tratamento também deve considerar coração, rins e risco cardiovascular.

Por isso, a pergunta não deve ser apenas:

“Qual medicamento reduz mais a minha glicose?”

Mas também:

“Qual tratamento pode, além de controlar meu diabetes, ajudar a proteger minha saúde no futuro?”

Nem todos os pacientes têm indicação para esses medicamentos. A escolha depende do quadro clínico, da função renal, das doenças associadas e de possíveis contraindicações.

Não inicie, substitua ou suspenda medicamentos sem avaliação médica.

📚 Fonte: Zelniker TA, Braunwald E. Cardioprotective properties of empagliflozin and other SGLT2 inhibitors. Nature Reviews Cardiology, 2026.

Responsabilidade técnica
Dra. Camila Giannotti Chaves
Endocrinologista
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