Dra Karina Cavalcanti

Dra Karina Cavalcanti Dra Karina S. Cavalcanti Rodrigues
Ginecologista e Obstetra
Terapeuta sexual
Natal-RN Tocoginecologista com formação em endoscopia ginecológica e terapia sexual.

Obstetra apaixonada pela humanização da assistência. Médica por amor! Instagram:

Atendendo em Natal-RN na Clínica Feminis

11/08/2026

70% têm sintomas. 7% tratam.
Essa distância entre os dois números é a coisa mais triste da minha especialidade.
Não é falta de tratamento. Não é falta de tecnologia. É falta de alguém ter dito a essas mulheres que o que elas sentem tem nome e tratamento.
Ressecamento, ardência, dor na relação, infecção urinária de repetição, queda de sensibilidade. Tudo isso tem causa identificável, exame que confirma e conduta que resolve.
As outras 63% seguem achando que é da idade. Que é normal. Que é só aguentar.

Você não precisa estar entre elas.

📤Marca a mulher que precisa saber disso.

Cada caso é individual e a conduta só se define em avaliação médica presencial.
Dra. Karina Cavalcanti — CRM/RN 8810 | RQE 2612/3775/5746

08/08/2026

O que a minha aula de bike tem a ver com a sua vida sexual? Tudo.
Eu treino bem. Faço exame de sangue todo ano. Olho a alimentação, durmo o que dá, cuido do que posso cuidar.
E tem uma parte do corpo que quase toda mulher deixa fora dessa lista.
> Eu atendo mulheres de 45, 50 + que estão no auge da vida. Que treinam, que se cuidam, que constroem coisas. E que evitam ter relação porque incomoda, dói…e acharam que era só aguentar.
Ressecamento, ardência, dor, queda de sensibilidade. Isso tem nome, tem exame e tem tratamento.

Não é frescura. Não é vaidade. Não é “coisa da idade”.
Você não deixaria uma dor no joelho sem investigar por dez anos. Por que essa você deixa?
Saúde íntima é saúde. Ponto.

>Marca a mulher que precisa ouvir isso hoje.

Cada caso é individual e a conduta só se define em avaliação médica presencial.

Dra. Karina Cavalcanti
CRM/RN 8810 | RQE 2612/3775/5746

08/08/2026

Você não perdeu o desejo. Perdeu o conforto.
E são coisas diferentes.
Muita mulher chega no consultório achando que o problema é com ela. Que esfriou. Que não ama mais como antes. Que alguma coisa dentro dela desligou.
Quase nunca é isso.
Quando o tecido está ressecado, quando arde, quando dói, o corpo faz o que qualquer corpo faria: começa a evitar.
Não se trata de falta de amor nem de vontade : é medo da dor e do desconforto.
Seu corpo está fugindo! E ele está certo…
A queda de estrogênio afina a mucosa, reduz a lubrif**ação, altera a elasticidade e a sensibilidade. Isso tem nome, tem exame e tem tratamento!
Trate o conforto e observe o que acontece com o desejo. Na maioria das vezes, ele nunca tinha ido embora.

📤Marca a mulher que precisa ler isso hoje.
Cada caso é individual e a conduta só se define em avaliação médica presencial.

Dra. Karina Cavalcanti — CRM/RN 8810 | RQE 2612/3775/5746

07/08/2026

Ressecamento não é idade. É diagnóstico.
Ele tem nome: atrofia vulvovaginal. E é um dos sintomas mais comuns e menos tratados da vida da mulher.
Acontece porque a queda de estrogênio afina o tecido vaginal, reduz a lubrif**ação natural, diminui a elasticidade e altera a sensibilidade. Não é falta de vontade. Não é psicológico. É tecido.
Você pode estar sentindo ardência, incômodo ao sentar, dor na relação, mais infecções urinárias do que antes. Talvez tenha aprendido a conviver com tudo isso. Talvez tenha ouvido que “é da idade”.
É da idade que aparece — não é da idade que f**a.
Existe reposição hormonal. Existem tecnologias regenerativas. Existe tratamento tópico. O que não existe é motivo para você continuar aguentando calada.
Sua mãe também achava que era normal? Me conta aqui embaixo.
Cada caso é individual e a conduta só se define em avaliação médica presencial.
Dra. Karina Cavalcanti — CRM/RN 8810 | RQE 2612/3775/5746

Tem coceira, ardor ou incômodo íntimo que a gente aprende a ignorar. E tem incômodo que tira o sono, a tranquilidade, a ...
05/08/2026

Tem coceira, ardor ou incômodo íntimo que a gente aprende a ignorar. E tem incômodo que tira o sono, a tranquilidade, a paz.

Foi assim que essa paciente chegou até mim: aflita, sem saber o que estava acontecendo com o próprio corpo, achando que talvez não tivesse mais solução.
O diagnóstico correto muda tudo. E o acompanhamento certo, com paciência e tempo, também.

Se você sente algo na sua região íntima que já dura tempo demais sem explicação, não convive com isso em silêncio. Comente SAÚDE ÍNTIMA que te explico os próximos passos. 💬

▪️Dra Karina Cavalcanti
▪️Médica Especialista em Ginecologia Clínica, Cirúrgica e Sexualidade
▪️CRM 8810 • RQEs 2612, 3775 e 5746

O ressecamento vaginal é uma queixa mais comum do que muitas mulheres imaginam — principalmente em fases de grandes muda...
04/08/2026

O ressecamento vaginal é uma queixa mais comum do que muitas mulheres imaginam — principalmente em fases de grandes mudanças hormonais.

No caso da Juliana, o tratamento contra o câncer de mama trouxe um desafio adicional: o bloqueio hormonal, que impactou diretamente o conforto e a qualidade dos tecidos íntimos.
Mas sentir desconforto não signif**a que você precisa simplesmente aceitar.

Cada mulher tem uma história, uma necessidade e uma indicação diferente. Por isso, o primeiro passo é uma avaliação cuidadosa para entender as causas e buscar o tratamento mais adequado.

A saúde íntima também merece atenção, cuidado e acompanhamento especializado.

✨ Comente SAÚDE ÍNTIMA e descubra quais cuidados podem transformar o seu bem-estar.
▪️Dra Karina Cavalcanti
▪️Médica Especialista em Ginecologia Clínica, Cirúrgica e Sexualidade
▪️CRM 8810 • RQEs 2612, 3775 e 5746

29/07/2026

“Mostre, doutora. Porque só assim as mulheres vão ver que é possível mudar.”

Ela me disse isso em lágrimas, na consulta de hoje.

Uma mulher de 40 e poucos anos. Casada há quase duas décadas. Carregando desde a adolescência uma vergonha da própria região íntima que ninguém nunca soube: nem o próprio marido, que jamais a viu de luz acesa.

E o que mais me doeu: ela passou anos sem fazer o preventivo. Porque tinha vergonha de mostrar o corpo até para uma ginecologista. A vergonha não estava roubando só a autoestima dela. Estava roubando a saúde.

Hoje coletamos a citologia que estava atrasada e conversamos, com calma e ciência, sobre as possibilidades para a queixa dela. No fim, ela chorou de novo: de alívio.

Ela pediu que eu mostrasse o caso dela para o mundo. Eu não vou mostrar o corpo, mas vou mostrar a história. Porque é a história que liberta.

Se essa história parece com a sua: você não está sozinha. Existe acolhimento sem julgamento e existe caminho.

👉🏻 Comenta aqui: EU ACHAVA QUE ERA SÓ EU ou envia para alguém.
📩 Ou manda ESTÉTICA ÍNTIMA no direct que eu te explico por onde começar.

Relato compartilhado de forma anonimizada, com total respeito à privacidade da paciente. Todo tratamento exige avaliação médica individualizada.

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