Dra Karina Cavalcanti

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Dra Karina Cavalcanti Dra Karina S. Cavalcanti Rodrigues
Ginecologista e Obstetra
Terapeuta sexual
Natal-RN Tocoginecologista com formação em endoscopia ginecológica e terapia sexual.

Obstetra apaixonada pela humanização da assistência. Médica por amor! Instagram:

Atendendo em Natal-RN na Clínica Feminis

15/10/2026

Neste Outubro Rosa, uma verdade que pouca gente conta: nem toda mamografia “normal” enxerga tudo.

Em mamas densas, o tecido e o tumor aparecem com a mesma cor branca na imagem. Por isso, em alguns casos, a mamografia sozinha pode não ser suficiente.

O câncer de mama no início costuma não doer e nem sempre forma um caroço palpável. Rastreamento é justamente para quando você não sente nada.

E não ter casos na família não é proteção. A maioria das mulheres diagnosticadas não tem histórico familiar.

Converse com a sua ginecologista sobre o seu tipo de mama, o seu histórico e quais exames fazem sentido para você.

Manda para todas as mulheres que você ama.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.
Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

14/10/2026

Você planeja a semana em volta da dor e ainda ouve que “a sua mãe também era assim”.

Dor menstrual intensa e ciclo que nunca se estabiliza têm causa: desequilíbrio entre estrogênio e progesterona, excesso de prostaglandinas, endometriose ou adenomiose.

A genética pode predispor. Mas dor incapacitante nunca deve ser tratada como normal.

Me conta nos comentários: você já investigou a sua cólica além do básico?

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.
Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

12/10/2026

Ciclo irregular não é só um calendário bagunçado. Muitas vezes, é o seu corpo pedindo investigação.

O cabelo cai mais a cada mês.
A balança não se mexe, mesmo você fazendo tudo certo.
E a irritação aparece sem aviso, porque nem o ciclo tem dia certo.

Você ouve que “é normal variar” e segue a vida.

Quando a ovulação não acontece direito, a progesterona f**a baixa e os androgênios, que são hormônios masculinos que a mulher também produz, podem subir. Em muitos casos, existe resistência à insulina por trás. É o que acontece na síndrome dos ovários policísticos, a causa mais comum de irregularidade menstrual na idade reprodutiva.

Isso pode mexer com:
→ o cabelo
→ o peso
→ o humor

Mas queda de cabelo e cansaço também podem ter outras causas, como falta de ferro ou alteração na tireoide. Por isso, a investigação precisa ser completa.

Manda para aquela mulher que ouviu que “é normal variar” e nunca foi investigada.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.
Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

11/10/2026

Se a candidíase volta sem explicação, vale abrir a gaveta de calcinhas antes de trocar de remédio.

Você faz o tratamento certinho.
Melhora.
E, semanas depois, a coceira está de volta.

Nem sempre a causa está só no tratamento. Às vezes, ela está no que você veste todos os dias.

Para quem tem infecção íntima de repetição, eu costumo olhar para três tipos de calcinha:
→ tecido sintético, que segura calor e umidade
→ fio dental, que f**a em contato com a região a**l e a v***a ao mesmo tempo
→ renda ou costura interna na virilha, que pode irritar a pele com o atrito

A opção mais segura costuma ser a mais simples: algodão, corte confortável e sem costura na virilha.

Mas a calcinha é só uma peça do quebra-cabeça. Infecção que se repete pede avaliação de hormônios, flora vaginal e hábitos.

Manda para aquela amiga que vive com candidíase e não sabe por quê.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.

Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

10/10/2026

Dormir sem calcinha não é tabu. Para muitas mulheres, pode ser um cuidado com a saúde íntima.

Coceira que volta, corrimento sem explicação, ardência que aparece do nada.

Você troca o sabonete, troca o tratamento, e nada muda.

Às vezes, a pista está num hábito de todas as noites.

Calor e umidade favorecem o crescimento da Candida, o fungo da candidíase. E, durante a noite, a região íntima passa horas abafada.

Algumas mudanças simples podem ajudar:
→ dormir sem calcinha ou com uma de algodão, mais larga
→ evitar pijamas e shorts apertados
→ trocar a peça úmida assim que puder

Mas infecção que se repete raramente tem uma causa só. Hábitos, hormônios e flora vaginal precisam ser avaliados juntos.

Manda para aquela amiga que vive com coceira e não sabe por quê.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.

Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

09/10/2026

4 aulas, 2 dias e uma certeza: o que a paciente não diz também precisa ser ouvido. 💜

Foi assim minha participação no III Congresso Internacional de Saúde da Mulher, em João Pessoa, como palestrante a convite da SOGOPA

Levei para as salas Areia Vermelha e Praia Bela temas que vivo todos os dias no consultório:

🔹 Como identif**ar queixas se***is na consulta ginecológica;
🔹 Autoimagem ge***al, autoestima e sexualidade;
🔹 Condilomas na pós-menopausa;
🔹 Vacina contra HPV como terapia adjuvante em lesões recorrentes.

Sexualidade não é um capítulo à parte da ginecologia. Ela atravessa a consulta inteira, e muitas vezes é o que a mulher mais precisa dizer e menos consegue.

Obrigada à SOGOPA pelo convite e a cada colega que dividiu essas salas comigo. Volto para Natal com o coração cheio e a certeza de que conhecimento é poder quando é compartilhado.

Dra. Karina Cavalcanti | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

08/10/2026

O medo que você tem da reposição hormonal pode ter vindo de um estudo de mais de 20 anos atrás.

Você sente calorões, não dorme, anda sem energia.

Mas, quando pensa em reposição, vem o medo: câncer, engordar, “hormônio é perigoso”.

E você prefere aguentar.

Em 2002, os primeiros resultados do estudo Women’s Health Initiative assustaram o mundo. Com o tempo, as análises mostraram que o risco depende muito da idade, do tempo desde a menopausa, do tipo de hormônio e da via usada.

Hoje, grandes sociedades médicas consideram que, para muitas mulheres saudáveis abaixo dos 60 anos ou nos primeiros anos após a menopausa, os benefícios da reposição bem indicada tendem a superar os riscos.

Mas “bem indicada” é a parte mais importante da frase.

Qual hormônio, qual via, qual dose e se ele é para você: isso só se responde olhando a sua história, os seus exames e os seus riscos. Tem mulher para quem a reposição não é indicada, e isso também faz parte de uma boa avaliação.

Conhecimento é poder. Informada, você decide melhor.

Manda para aquela amiga que tem medo de reposição e nunca perguntou direito.

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.

Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

07/10/2026

Prazer não tem prazo de validade. E ninguém deveria te convencer do contrário.

O desejo sumiu devagar.

A intimidade virou mais uma tarefa da lista.

E você começou a achar que essa parte da sua vida ficou nos 30.

No consultório, eu ouço muito essa frase: “acho que isso não é mais para mim”.

Mas o prazer feminino depois dos 40 tem várias camadas:
→ hormonal: a queda do estrogênio reduz o fluxo de sangue, a lubrif**ação e a sensibilidade; a da testosterona pode reduzir o desejo
→ física: a mucosa vaginal f**a mais fina e seca, e a dor afasta qualquer vontade
→ emocional e relacional: cansaço, autoestima e a própria relação também contam

Você não ficou fria. O seu corpo mudou, e ele merece ser entendido.

Por isso a sexologia olha para tudo junto, e não só para um exame de sangue. Cada mulher precisa de um plano que faça sentido para a vida dela.

Me conta nos comentários: o que você mais sente falta na sua vida sexual hoje?

Conteúdo educativo. Cada caso exige avaliação médica individualizada.

Dra. Karina Cavalcanti | Ginecologia e Sexologia | CRM/RN 8810 • RQE 2612/3775/5746

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