Dra. Débora Lamoglia - Intervenção à Dor

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Dra. Débora Lamoglia - Intervenção à Dor Especializada em dor crônica sem cirurgia. Protocolos regenerativos e exclusivos.
+17 anos devolvendo qualidade de vida. Mais de 30 mil atendimentos

Fisioterapeuta atuando desde 2008 Pós-Graduação em Osteopatia Clinica Pós-graduando em Dor e Inflamação - Intervencionista em dor ( Mesoterapia/ injetáveis) Consultório em Navegantes 47 984869362

A dor não aparece da mesma forma em todo mundo.Duas pessoas podem ter o mesmo diagnóstico, alterações muito parecidas no...
05/10/2026

A dor não aparece da mesma forma em todo mundo.

Duas pessoas podem ter o mesmo diagnóstico, alterações muito parecidas nos exames e, ainda assim, sentir dores completamente diferentes.

Uma pode continuar trabalhando, caminhando e realizando suas atividades normalmente.

A outra pode ter dificuldade até para dormir, levantar da cadeira ou fazer coisas simples do dia a dia.

Isso acontece porque não tratamos apenas um exame. Tratamos uma pessoa.

O diagnóstico é importante, mas ele sozinho não mostra o quanto aquela dor está interferindo na sua rotina, quais movimentos estão limitados e o que realmente está acontecendo com o seu corpo.

Por isso, comparar a sua evolução, a sua dor ou o seu tratamento com o de outra pessoa pode criar expectativas que não fazem sentido para o seu caso.

Cada dor precisa ser entendida individualmente.

E é justamente uma boa avaliação que ajuda a definir qual caminho faz mais sentido para você.

Se a dor está começando a limitar partes da sua rotina, não espere ela piorar para buscar entender a causa. 🙌🏻

28/09/2026

Pentear o cabelo, vestir uma blusa ou pegar algo no armário… tarefas simples não deveriam causar dor.

Se o seu ombro dói nesses movimentos, vale a pena entender o que ele está tentando te mostrar.

Me conta nos comentários: qual movimento do dia a dia mais faz seu ombro doer? 👇

26/09/2026

Levantar da cadeira não deveria doer.

Muitas vezes, esse incômodo é um sinal de que o joelho está sobrecarregado e merece ser investigado antes que a dor limite ainda mais sua rotina.

Agora me conta: em que momento o seu joelho dói mais: quando levanta da cadeira, sobe escadas ou depois de ficar muito tempo sentado? 👇🏻

25/09/2026

Há 8 anos, abriram o peito dele para uma cirurgia cardíaca.

Depois daquele dia, ele nunca mais foi o mesmo.

Ninguém preparou o corpo para voltar a viver após a cirurgia. E isso o trouxe consequências terríveis.

Cada movimento doía. Caminhar era difícil, brincar com os netos se tornou impossível e até trabalhar como sapateiro virou um sofrimento diário.

Aos poucos, a dor roubou até a voz dele.

Quando chegou ao meu consultório, quem respondia quase tudo era a esposa.

Ele estava tão deprimido que mal conseguia conversar.

Durante a avaliação, percebi que o problema não era apenas a cicatriz no peito.

O corpo inteiro havia criado compensações ao longo daqueles 8 anos.

Existiam tensões musculares, restrições de movimento, alterações nutricionais e um corpo completamente desorganizado após a cirurgia.

Enquanto isso, ele ainda carregava outra angústia: haviam dito para ele que precisaria de uma medicação para colesterol que custaria entre R$ 2 mil e R$ 4 mil.

Reavaliei os exames e concluí que aquele medicamento nem fazia sentido para o caso dele.

Então começamos a tratar o que realmente precisava ser tratado.

Organizamos as cicatrizes, devolvemos mobilidade aos tecidos, corrigimos deficiências nutricionais e trabalhamos o corpo como um todo.

E foi aí que começamos a ver algo que, para ele, parecia impossível.

Já no terceiro atendimento, ele voltou a dirigir sozinho, algo que a dor havia tirado dele por muito tempo.

Depois, voltou a brincar com os netos, jogar bola e retomar as atividades que antes pareciam tão simples, mas que ele já não conseguia mais fazer.

Ele também tem um sítio e, com apenas três atendimentos, chegou até a matar um porco.

E principalmente, voltou a trabalhar sem dor e a ter uma vida com qualidade novamente.

Hoje, toda vez que vem para a manutenção, a cena é completamente diferente: ele chega alegre e falante.

Aquele homem que quase não falava e precisava que a esposa respondesse por ele voltou a ser ele mesmo.

💬 Me conta aqui nos comentários.

Você conhece alguém que mudou completamente depois de uma cirurgia e nunca mais voltou a ser o mesmo?

24/09/2026

“Mas é só um estalinho…”

Será mesmo? 👀 Muita gente tem esse hábito sem imaginar o que ele pode causar nas articulações.

No vídeo, eu explico 3 motivos para parar de fazer isso.

Agora me conta: você tem mania de estalar os dedos, o pescoço ou o joelho? 👇

22/09/2026

Quando ele entrou no meu consultório, eu imaginei que seria apenas mais uma consulta.

Pois ele é um homem relativamente jovem, com 47 anos, porém, teve que colocar duas próteses de quadril.

E recentemente uma dor intensa no joelho vinha limitando a vida dele e por isso ele me procurou.

Comecei a avaliar o caso e percebi que os exames que ele tinha estavam desatualizados.

Com isso, expliquei para ele que precisaríamos investigar melhor o estado do menisco e então eu disse a seguinte frase:

"Se o seu joelho continuar se deteriorando sem o tratamento adequado, existe um grande risco de, no futuro, indicarem uma prótese para você".

Foi nesse momento que tudo mudou.
Ele parou de falar.

Ficou me olhando, completamente pálido.

Depois de alguns segundos, disse apenas:
"Doutora... eu preciso de um copo d'água."

Como a secretária já havia ido embora, eu mesma fui buscar a água.

Quando voltei...
Ele estava estirado no chão.

Desesperado.
Chamando por mim.

Achei que tivesse acontecido algo grave.

Mas, quando consegui ajudá-lo, ele olhou para mim e disse uma frase que eu nunca esqueci:

"Doutora... quando a senhora falou em cirurgia, eu entrei em desespero.

Eu não suporto cirurgia. Não suporto hospital. Só de pensar nisso ou até mesmo sentir o cheiro de hospital eu já passo mal."

Naquele momento, ele não precisava apenas de um tratamento.

Precisava de alguém que entendesse o medo que ele carregava.

Segurei a mão dele e disse:

"Fique tranquilo. Você não está sendo julgado. Nós existimos justamente para ajudar pessoas que querem evitar uma cirurgia."

Nem toda dor é apenas física.

Às vezes, ela também vem carregada de medo, traumas e experiências que ninguém vê.

E é por isso que cada paciente precisa ser ouvido antes de qualquer decisão.

Porque, quando existe um caminho seguro e adequado para preservar uma articulação e devolver qualidade de vida sem cirurgia, ele sempre merece ser considerado.

Agora comenta aqui: Você já deixou de tratar uma dor porque tinha medo de cirurgia ou de hospital?

Conte sua experiência.

18/09/2026

🚗 Quando você entra no carro, sente dor na coluna?

Para algumas pessoas, ficar sentado no banco do carro por um tempo é suficiente para desencadear dor, desconforto ou até aquela sensação de que precisa mudar de posição o tempo todo.

Mas quero saber de você: se você sente dor ou não? Se sim, como essa dor aparece no seu dia a dia dentro do carro?

Conta aqui nos comentários 👇

Quero entender o que você sente.

O corpo humano não é uma máquina parada.Ele responde, se adapta e possui mecanismos naturais de reparo e recuperação.Na ...
17/09/2026

O corpo humano não é uma máquina parada.

Ele responde, se adapta e possui mecanismos naturais de reparo e recuperação.

Na medicina, nosso papel é compreender esses mecanismos, respeitar os limites de cada corpo e utilizar a ciência para favorecer as melhores condições possíveis de resposta.

Fé e ciência não precisam caminhar em lados opostos.

Para mim, exercer a medicina é reconhecer a capacidade do corpo que Deus nos deu e colocar o conhecimento a serviço dele.

A ciência nos ajuda a compreender melhor o corpo, interpretar seus sinais e conduzir cada caso com mais responsabilidade e propósito.

E talvez seja justamente aí que exista uma das partes mais bonitas da medicina:

entender cada vez mais aquilo que Deus criou de forma tão extraordinária. 🙏🏻

A dor do outro merece respeito, não julgamento.
03/11/2025

A dor do outro merece respeito, não julgamento.

Nem sempre onde dói é a origem do problema. 🌿
22/10/2025

Nem sempre onde dói é a origem do problema. 🌿

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