20/04/2026
Tem histórias que não cabem no peito… então a gente transforma a saudade em arte. 🤍
A tattoo da Natasha é um projeto 100% AUTORAL, construído com elementos particulares da história e das memórias dela com sua avó, que faleceu recentemente.
Temos na tattoo um banquinho antigo, daqueles encontrados comumente na casa de pessoas mais velhas. que representa o lugar da avó que nunca será preenchido por nada nem ninguém.
Sobre ele, temos ervas que representam seu jardim vertical e o cheiro de comida fresca que era normal na sua casa. 🌿
Temos também um copinho de cerveja, que era o que a vó adorava fazer depois de um dia longo… e nele, a marca de um batom vermelho, que era marca registrada dela. 💄
A Nat me disse que a vó dela não gostava de fotos, e me enviou algumas onde a avó quase não aparecia. Mas mesmo sem aparecer direito, sua presença era tão marcante que ficava registrado ali a sua essência.
E foi exatamente isso que a tattoo quis representar:
uma essência que não precisa da materialização corporal para se fazer presente. Ela simplesmente existe, sem se mostrar fisicamente, e sua presença é fortíssima. ✨
Na polaroide, temos a frase: “Não aprendi dizer adeus”, parte do conhecido refrão da música do “Leozinho”, apelido carinhoso que a vó deu pro seu ídolo.
Quando a Nat me falou da tattoo, ela fazia questão de ter um parágrafo inteiro dessa música. Mas depois de ouvir a história sobre o amor delas, falei pra Nat que só uma frase era suficiente: o amor delas era inexplicável e não precisava de muito pra se mostrar suficiente: o pouco já era RARO e INCONDICIONAL.
Foi uma honra dar forma a um amor tão grande.
Obrigada por me deixar participar de algo tão lindo e genuíno como este momento . O amor de vocês duas curou um pedacinho do meu coração ❤️🩹🥹✨
💬 Você também carregaria uma história assim na pele?
📲 Me chama no direct e me deixa participar também.
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