03/06/2026
Receber um diagnóstico de câncer costuma trazer muitas dúvidas. E uma das mais comuns é: “isso aconteceu por causa da minha genética?”
A resposta nem sempre é simples.
Embora algumas síndromes hereditárias aumentem o risco de determinados tumores, a maioria dos casos de câncer não é herdada. Hoje, porém, a genética tem um papel cada vez mais importante não apenas para entender o risco familiar, mas também para ajudar a escolher tratamentos mais precisos e personalizados.
A medicina de precisão permite identificar características específicas do tumor e, em alguns casos, direcionar terapias que atuam de forma mais seletiva sobre as células cancerígenas.
Por isso, avaliar o histórico familiar, investigar quando necessário e compreender a biologia do tumor são passos que podem fazer diferença na estratégia de tratamento.
A genética não determina o futuro, mas pode fornecer informações valiosas para decisões mais assertivas ao longo da jornada de cuidado.