29/11/2020
A Alimentação e o Comportamento
O principal combustivel do sistema nervoso é a glicose, ela é ideal para o bom funcionamento dos neuronios. Contudo, se a tacha de glicose que chega ao cérebro for inferior a 80 mg/100 ml, o corpo reage com apatia, desconcentração mental, baixo rendimento intelectual e até desmaios.
Contudo, a glicose necessária para o bom funcionamento do cérebro deve ser estraido de carboidratos naturais ricos em fibra vegetal. Açucar refinado presente em bolos e doces, geralmente provoca um aumento subto de glicose no sangue, o que faz com que o corpo produsa muita insulina, ocasionando uma queda brusca da glicose no sangue. Isso pertuba o bom funcionamento dos neuronios, além de ser um fator causador de diabets II.
Produtos a base de açucar branco ou açucar refinado, geralmente estão associados com:
-mudanças bruscas de humor.
-irritabilidade e nervosismo, seguidos de apatia.
-hiperatividade.
-desequiíbrio emocional.
-comportamento agressivo e violento.
Um estudo realizado no Reino Unido confirmou que certos aditivos usados em refrigerante, caramelos e outros doces provocavam hiperatividade e nervosismo, especialmente em crianças de 3 aos 9 anos, além de:
-Hiperartividade, manifestada, por exemplo, na incapacidade de completar tarefas ou para brincar com um unico brinquedo.
-comportamento irriquieto.
-perda de concentração.
Os corantes artificiais são os que mais podem afetar o comportamento, seguido pelos conservantes e aromatizantes de sintese natural tais como : Tartrazina, usado em balas, doces, sorvetes, bolachas e embutidos; amarelo de quinoleína, usado em bolos, tortas, gelados, refrigerantes, produtos de conserva vegetal e derivados de carne; amarelo sol, usado em balas, doces e produtos de confetaria; azorubina, corante vermelho usado em refrigerante e gelados; vermelho cochonilha, corante estraido de um inseto e usado em gelados, iogurtes e derivados de carnes, aspartame, edulcorante usado em refrigerantes, gomas de mascar e produtos preparados sem açucar; e glutamato, um potencializador do sabor.
Para uma boa proteção cerebral, é ideal que se evitem todos esse aditivos alimentares, pois se seu uso provoca mudanças de comportamento, também podem auterar a sutil e delicada quimica cerebral.
O consumo habitual de fast foods, ou comidas rápidas, também é um fato desencadeador das mudanças bruscas de comportamentos mental e emocional. O uso de carnes e de produtos industrializados, ricos em conservas, sal e especiarias provocam carencia de vitaminas, minerais, ácido essenciais, ômega-3 e nutrientes, ocasionando transtornos nervosos e comprometendo o bom funcionamento do sistema nervoso.
"Existem indícios de que a alimentação cárnea produz desequilíbrio na mentes, favorecentdo os comportamentos impulsivos em detrimento do pensamento racional.¹ A carne contem hipoxantina, uma substancia estimulante semehante a cafeína, e aminas biogênicas, como histamina e tiramina (principelmente me embutidos e defumados) causadores de irritabilidade nervosa.
Além disso, sabe-se que as gorduras d carne obstruem as artérias cerebrais e reduzem o fluxo sanguíneo para os neurônios, diminuindo a capacidade intelectual. E também, que o ácido araquidônio, um ácido glaxo de cadeia longa que se encontra quase exclusivamente na carne, agrava os danos causados pela isquemia no cérebro. ²" Corpo Saudavel, Pamplona, Jorge
¹Nedley, Neil. Proof Positive, Neil Nedley, Oklahoma (USA), 1998, p 276
²Detrimetal effects of post-tratment with fatty acids on brain injury in ischemic racts. Yang DY, Pan HC, Yen YJ, Wang CC, Chuang YH, Chen SY, Lin SY, Liao SL, Raung SL, Wu CW, Chou MC, hiang AN, hen CJ. Neurotoxicology. 2007 Aug 10; PMID: 17854901
Corpo Saudável, Jorge Pamplona, Douto em Medicina e Cirurgia (Universidade de Granada, Espanha)
Especialista em Cirugia Geral do Aparelho Digestivo (acreditado pela união Européia) Especialista Universitario em Educação para a Saúde (universidade Nacional de Educação a Distancia, Espanha)
Mestrado em Saúde Pública (universidade de Noma inda, Califŕnia, USA)
Membro da União Internacional de Promoção da Saúde e Educação para a Saúde. (IUHPE)